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quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Vantagens de um curso Profissionalizante

A busca pelo primeiro emprego está cada vez mais acirrada. A disputa entre as pessoas que saem das universidades agora inclui os recém-formados de cursos técnicos. Quem não pretende passar quatro ou cinco anos dentro de uma sala de aula, pode recorrer a cursos rápidos e eficientes, muito valorizados hoje em dia: os cursos profissionalizantes.


Veja agora 3 motivos para fazer um curso profissionalizante:

1. Custa menos do que uma faculdade
Então, ele vale muito a pena se você não tem o dinheiro necessário para pagar a graduação, pois permite a especialização em algum tema.

2. Tem duração média de dois anos. 
Ideal para quem não pretende passar três ou quatro anos estudando antes de entrar no mercado de trabalho.

3. O conteúdo é voltado para a prática. 
Diferentemente da graduação, o profissionalizante direciona o aluno para o dia a dia de trabalho, dando menos atenção para a teoria.


Saia na frente e destaque-se!

“O mercado procura candidatos que estejam prontos a assumir as funções e que saibam o que fazer se contratados. O foco na prática profissional destes cursos traz esta visão, fazendo com que estes alunos sejam muito procurados pelas empresas”, explica Ana Kuller, coordenadora de educação do Senac São Paulo.

Para quem não tem condições financeiras, o melhor é fazer o profissionalizante. O ensino superior é muito bom, mas se a pessoa tem dificuldades para pagar uma faculdade, a melhor opção é o técnico. Outro ponto importante é manter-se sempre atualizado, realizando cursos complementares.

O mercado valoriza candidatos formados em cursos profissionalizantes. Além disso, os preços são mais acessíveis, é rápida a inserção no mercado de trabalho, os cursos tem conteúdo prático e objetivo, os horários são flexíveis, sem contar o menor período de tempo que se gasta para se formar.

Ou seja, realizando um curso destes, só aumentam as vantagens de quem deseja se qualificar e entrar rápido no mercado de trabalho.

Veja esse caso:

Contratada

  Quando Edivalda Mendes resolveu fazer cursos profissionalizantes, não imaginava a gama de oportunidades que passaria a ter. Fez cursos de informática, técnico de enfermagem, inglês e tantos outros que até tem dificuldade de lembrar. Mas, nenhum deles foi tão importante quanto o curso básico de petróleo e gás que fez mudar completamente sua carreira profissional.

  Ao entrar no curso, Edivalda resolveu primeiro sondar cada disciplina. Foi realizando experimentos com base nas aulas, viajando para outros municípios do estado onde ocorriam os estudos, pesquisando rochas, até que se viu totalmente envolvida pela área em questão. E então, dez meses de aulas foram suficientes para Edivalda reconhecer que estava no caminho certo.

  Quando as aulas terminaram, o professor perguntou aos alunos se eles gostariam de realizar outro curso, como complemento. Edivalda não perdeu tempo e aceitou o desafio, sem temer o investimento de R$ 1.200,00 em um curso de 20 dias em outro estado. Ao voltar à terra natal, com o currículo recheado, não demorou muito para que ela fosse contratada por uma grande empresa brasileira do setor petrolífero.

  Para Edivalda, fazer cursos profissionalizantes é muito importante porque, em alguns momentos, o que conta não é a experiência do profissional e sim a quantidade de cursos no currículo, o que, segundo ela, aumentam as possibilidades de a pessoa ser contratada em alguma área.



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Por: 180 graus

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Por que seu filho deve aprender inglês?

Descubra por que aprender a língua inglesa é importante para a formação do seu filho


O inglês está em todo lugar. No nome de lojas e de produtos, nas músicas que tocam nas rádios, nos programas que assistimos na televisão e, claro, na internet... E isso não acontece só no Brasil. O mundo atual, ou pelo menos o mundo ocidental, está conectado por meio da língua inglesa e saber se comunicar nesse idioma pode ser decisivo para a vida profissional - e até pessoal - de seu filho no futuro. "O inglês assumiu uma importância enorme. Tornou-se a língua de referência para a comunicação, tanto para negócios, quanto para lazer", diz Rita Botter, coordenadora de inglês do colégio Vera Cruz, em São Paulo.

Você ainda tem dúvidas sobre seu filho aprender uma segunda língua? E por que optar pelo inglês? Este post ajuda a responder algumas dessas questões!



 • Porque o Inglês é tão importante?
O inglês é hoje o idioma mais utilizado para a comunicação intercultural. É a língua do mundo globalizado, da internet e das redes sociais. Isso é o que diz Lizika Goldcheleger, gerente do departamento acadêmico de uma escola de Inglês. "O inglês permite a comunicação com pessoas de outros países e proporciona maior acesso à cultura e ao lazer", comenta Paula Giannini Corrêa de Mello, coordenadora pedagógica geral de uma escola de idiomas em São Paulo. Além disso, falar e escrever em inglês tornou-se um pré-requisito para muitos empregos e oportunidades de estudo.
A chegada das Olimpíadas no país também deve estimular a população a buscar o inglês para se comunicar com os estrangeiros. "O próprio governo precisa dar mais importância ao assunto, oferecendo maneiras de instrumentalizar as mais diversas classes sociais", diz Rita Botter, do Vera Cruz.

• Existe hora certa para começar a aprender inglês?
Não há uma idade ideal para aprender uma segunda língua. O mais importante não é quando, mas como. "Não adianta a criança aprender cedo, se as condições não forem adequadas. O aprendizado não é simples e os pais precisam entender que o investimento é de longo prazo", diz Rita Botter.
Respeitar o ritmo de cada aluno também é crucial. Não há um tempo padrão para aprender. "No entanto, é preciso que fique claro que não se aprende uma língua em apenas um ou dois anos", diz Rita. A aquisição de uma língua estrangeira deve ocorrer de uma forma gradativa e constante.
"As crianças nascem prontas para desenvolver muitas habilidades, entre elas a linguagem", diz Paula Giannini. As que começam cedo teriam mais facilidade de aprender inglês sem sotaque, dominando a língua com fluência e desenvoltura. 


• Quanto tempo leva para dominar a língua?
Isso depende muito do objetivo de cada aluno. Para alguns, conversar fluentemente sobre assuntos do dia a dia é suficiente, portanto, não demandará muito tempo de estudo. "Porém, se o desejo é ter fluência para discutir assuntos abstratos, será necessário não apenas um tempo maior de estudo, mas uma maior maturidade cognitiva, emocional e social", diz Lizika Goldcheleger.

• Há uma maneira certa de aprender em cada idade?
Sim. É importante ressaltar que a maneira de aprender outra língua é diferente para cada idade. "Uma criança muito pequena, por exemplo, pode não estar pronta para aprender regras gramaticais. Mas mesmo assim, já consegue desenvolver compreensão oral e pronúncia", diz Lizika Goldcheleger.
Existem vários métodos para o ensino de uma segunda língua. Porém, algumas ações facilitam o aprendizado, principalmente das crianças: o curso precisa ser lúdico, e deve ser uma experiência prazerosa. E as atividades devem ser muito variadas: jogos, brincadeiras, histórias, desenhos, vídeos etc.

• O que os pais precisam saber sobre o curso de inglês?
O mais importante é conhecer a proposta pedagógica do curso. "Ela deve respeitar a faixa etária e o nível de inglês da criança", conta Rita Botter.
Também é legal saber mais sobre os professores. Além do conhecimento na língua inglesa, é interessante que eles tenham uma especialização na área educacional/pedagógica. "Os pais não costumam se informar sobre isso, e dão pouco valor ao quesito ‘educador’. Mas toda aula é crucial na formação pessoal do aluno", diz Rita. Para ela, o que menos conta são as experiências de um professor no exterior.


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Por: Analice Carmieletto e Manoela Meyer



Jet Idiomas, sempre preocupada com seus alunos e com um ensino de qualidade, entende a importância do aprendizado de um segundo idioma. O curso é rápido e sem enrolação, o aluno aprende em 30 meses seguindo um rítimo de estudos diários de 10 minutos.

Muitas pessoas estudam Inglês por muitos anos. Mesmo depois de anos de estudo, elas vão para um país da língua inglesa e percebem que não obtiveram toda a fluência necessária da forma adequada. 

Isso vai mudar para as pessoas que ingressarem na Jet Idiomas. Você será capaz de falar, ouvir, ler e escrever em inglês em muitas situações diferentes. Esse formato de curso lhe dará a base necessária para se comunicar em inglês de forma produtiva e eficaz para sua vida profissional.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Como se planejar para melhorar seu inglês

Não há provavelmente nada mais clichê do que as promessas de ano novo. Ainda mais clichês são as promessas que começam a ser esquecidas em meados de março. Voltamos das férias empanturados de comida, tendo gasto mundos de dinheiro e enfastiados com aqueles parentes que teimam em nos perturbar com perguntinhas chatas e íntimas.

Agora é hora de finalmente focarmos em uma das promessas mais recorrentes de final de ano: Aprender Inglês.

Isso normalmente significa nos matricularmos em uma escola de línguas ou contratarmos um professor particular com a ideia de que talvez, já estejamos falando inglês fluentemente com um americano nesta mesma época ano que vem.

Esta meta é ótima mas, primeiro, caros amigos aprendizes, é melhor se acalmarem, darem um passinho para trás e traçarem algumas metas S.M.A.R.T. (esperto em inglês), método criado peli grande Peter Drucker*.


• ESPECÍFICO
Não é suficiente dizer que você quer aprender inglês ou falar melhor. Você precisa criar um mapa para o que você quer ou onde deseja chegar. Aqui, estão alguns exemplos:

I want to be able to give better presentations for international congreses.
> Quero estar apto a dar melhores apresentações em congressos internacionais.

This year I plan to getting a handle on my business phrasal verbs and will study ten por month.
> Esse ano pretendo usar melhor os "phrasal verbs" para negócios e, para isso, estudarei uns dez minutos por mês.

I will focus on building my job interview English so I can look for a better paying job.
> Focarei em desenvolver meu inglês para entrevistas de emprego para que eu posso encontrar um emprego melhor.

• MENSURÁVEL
Como você planeja calcular e medir seu progresso? Você tem datas específicas e métodos para delinear seu sucesso?

I will sign up for some online english testing that will give me specific feedback on how well I am progressing.
> Irei me inscrever um alguns testes online de inglês que irão me dar um retorno específico sobre como estou progredindo.

I have asked my teacher to give me monthly feedback on all vocabulary I have learned and how I use it.
> Pedi ao meu professor para me dar um retorno mensal em relação ao vocabulário que aprendi e como usá-lo.


• PALPÁVEL
É possível alcançar esses objetivos? Se você disser que quer falar com um nativo em um ano, como fará, isso? Você precisa viver em outro país ou consegue aprendendo no Brasil? 

I would love to speak like my American teacher but the truth is that for me to get that point, I will have do probably do immersion english or live abroad for a while. I only have one month of vacation so probably it will be better for me to focus on some specific skills I can achieve this year instead of trying to go something that might be too hard to get.
> Eu gostaria de falar como meu profesor americano, mas a verdade é que para chegar a esse ponto, provavelmente terei que fazer uma imersão em inglês ou viver fora por uns tempos. Tenho apenas um mês de férias, portanto será melhor focar em habilidades específicas em vez de tentar algo que seja muito amplo e difícil de conseguir.

• REALISTA
Esse ponto está relacionado com o fato de seu objetivo ser palpável. A meta precisa ser medida de acordo com o tempo necessário para alcançá-la. É realista estudar uma certa quantidade de horas e fazer tantos sacrifícios ou a meta precisa ser reavaliada?

Yeah, I think that's a great idea to go for a high TOFEL* score, but have you even though about how many hours you have to put into studying? THat's going to be a bak-breaking schedule for you!
> Sim, acredito que é uma ótima ideia alcançar uma nota alta no TOEFL*, porém, você tem que considerar a quantidade de horas que você precisa dedicar para alcançá-la. Vai ser uma tarefa árdua.


• TEMPO CONSUMIDO
Refere-se a quando a meta será cumprida. É mais do que simplesmente dizer que irá aprender inglês no futuro. Quando? Neste ano? Em seis meses? 
Todos os passos anteriores devem ser seguidos para chegarem a esse momento.

My idea is to spend one year working on my fluency, specific business vocabulary and negociation skills so by next January, I will be ready to apply for that position I always wanted.
> Minha ideia é passar um ano trabalhando em minha fluência, vocabulário específico para negócios e negociações em inglês para que no próximo janeiro, eu esteja pronto para me candidatar à posição que sempre sonhei.

The plan is to spend the firts three months perfecting my pronunciation and the next six months building specific fluency that will help me with small talk and social situations. I need to do this before I go to the international congress in august.
> O plano é passar os primeiros três meses aperfeiçoando minha pronúncia e nos próximos seis meses construir fluência específica, que irão me auxiliar com diálogos informais e situações sociais. Preciso fazer isto antes de participar do congresso internacional em agosto.



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Por: Robert Young
Para: Folha | Empregos e Carreiras

* Peter Drucker: escritor, professor e consultor administrativo de origem austríaca, considerado o pai da administração moderna.
* TOEFL (Test of English as a Foreign Language): avaliação para medir a habilidade dos estrangeiros na língua inglesa em nível acadêmico. É um exame requerido para um estrangeiro ingressar nas universidades de língua inglesa, principalmente nos EUA.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Learn English | False Friends


"False friends" são palavras ou expressões em inglês que, por se parecerem bastante com palavras ou expressões da língua portuguesa, podem provocar confusões quando utilizadas. 

O termo False Friend na tradução ao pé da letra quer dizer "falso amigo" ou "falso conhecido", mas não é bem o significado real do assunto que estamos abordando. As false friends referem-se a uma palavra de outro idioma que se parece (em sua estrutura ou em sua pronúncia) a uma palavra de uma língua materna nossa, no caso o Português, mas tem um significado diferente.

O próprio termo "false friend" - "falso amigo" é uma amostra disso. Quando lemos esta palavra tiramos a conclusão de que trata-se de um texto que desqualifica / qualifica uma pessoa por ter uma conduta ruim em relação a uma outra pessoa, mas não é bem isso que tratamos.

Um outro exemplo muito comum é a palavra "constipated" que em inglês significa “estar resfriado”. Em português a palavra "constipated" é facilmente confundida com "constipado" que quer dizer “estar com prisão de ventre”. Nenhuma relação, não é verdade?

Veja a tabela abaixo. Ela contém uma lista dos "false friends" mais comuns. Use-a para enriquecer seu vocabulário!


































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Por: Raphael Meirelles

sábado, 6 de dezembro de 2014

9 dados mostram a importância de falar inglês

Dominar a língua inglesa tem se tornado cada 
vez mais imprescindível no mercado de trabalho


Já é sabido que falar inglês é essencial no mercado de trabalho atual. No mundo globalizado, é preciso estar conectado e pronto para compreender informações vindas de diversas partes do mundo.

Dois estudos revelaram que a preocupação com a língua inglesa parte de todos os lados no mundo corporativo. E caso você ainda não tenha se convencido da grande importância de dominar este idioma, talvez seja melhor dar uma olhada nos dados abaixo:

Pesquisa da Robert Half, realizada com 100 diretores de RH, revela que:

• 80% dos diretores de RH afirmam que a fluência em inglês é importante para os negócios.

• 7% dos diretores de RH afirmam reembolsar gastos de funcionários com estudo de inglês.

• 20% dos entrevistados disseram ter nível avançado de inglês.

• 45% dos entrevistados disseram ter nível intermediário de inglês.

• Apenas 35% dos entrevistados possuem nível básico ou nenhum de proficiência em inglês, e que querem melhorar.

Enquanto isso, o estudo The Rise Of Linguarati, da Education First Corporate Language Learning Solutions, mostrou que:

• 75% das empresas brasileiras consideram o uso do inglês muito útil no dia-a-dia.

• 37% das companhias brasileiras indicaram que o uso do inglês cresceu de forma “muito significativa” nos últimos 3 anos.

• 51% dos brasileiros perguntados acreditam que o uso do inglês nas comunicações internacionais crescerá “muito significativamente” nos próximos 3 anos.

• 78% dos brasileiros entrevistados disseram desejar melhorar o próprio nível de inglês.

Os dados acima apenas comprovam uma tendência que há muito já pode ser observada no mercado de trabalho. Se você ainda não domina a língua inglesa, talvez seja a hora de correr atrás do prejuízo.



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Por: Bernt Entschev

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Conheça a Jet Idiomas

Estude da maneira correta e torne-se 
um falante fluente da língua inglesa!


Muitas pessoas estudam Inglês por muitos anos. Mesmo depois de anos de estudo, elas vão para um país da língua inglesa e percebem que não obtiveram toda a fluência necessária da forma adequada. 

Isso vai mudar para as pessoas que ingressarem na Jet Idiomas. Você será capaz de falar, ouvir, ler e escrever em inglês em muitas situações diferentes. Esse formato de curso lhe dará a base necessária para se comunicar em inglês de forma produtiva e eficaz para sua vida profissional.

Falar Inglês fluentemente, sem pensar sobre as regras e lógica.
Temos que memorizar o inglês ou temos que entender o inglês para falar? 
Vamos primeiro pensar em como as pessoas aprendem sua primeira língua. Quando você era pequeno, você ouviu seus pais falarem e você imitou. Aos poucos foi formando vocabulário e se tornou fluente. 
Ao longo dos anos, as pessoas tentam aprender inglês como um conceito ou uma teoria. Muitos tentam compreender o significado por trás de cada frase e tentar colocá-las em conjunto, através da lógica. 
Se você está estudando para passar o GMAT ou TOEFL ou qualquer outro teste, então você precisa entender cada palavra de cada frase e saber por que cada palavra está em um lugar particular. Mas quando você fala inglês, você não precisa saber todas as regras. Quanto mais regras, mais complicado e difícil será. A melhor maneira de aprender a falar inglês é memorizar! Ouça a frase, repita a frase repetidas vezes até que se torne uma parte de você.

Você aprendeu a falar em todos os cursos que você fez?
Não se preocupe. A Jet Idiomas será o seu guia para falar Inglês.
Ser capaz de falar inglês é mais difícil do que as pessoas imaginam. Se você comprou muitos livros e participou de muitas aulas de inglês só para ficar desapontado e desanimado, você pode ter certeza que na Jet Idiomas será diferente. Qualquer um que complete o curso terá a capacidade de falar com qualquer pessoa em qualquer situação.

Você fala depois  pensa sobre todas as palavras?
Você tem que falar sem pensar instantaneamente.
Quando alguém pede uma informação no seu idioma, você não precisa pensar em cada palavra que você vai dizer. Basicamente você pensa sobre o conteúdo, certo? Quando você sabe o que  quer dizer, você pode dizer automaticamente. Isso é porque você tem tudo já memorizado. Quando você quer falar em inglês, você tem que se lembrar de informações imediatamente. Desse modo, você deve ter as sentenças já memorizadas. Se você tem algo memorizado, vai ser capaz de dizer imediatamente. Por exemplo, provavelmente aprendeu a dizer: “How are you?” (Como você esta?). Você não tem que pensar sobre esta frase porque você praticou muitas vezes. Imagine se você pudesse dizer outras coisas tão rapidamente como dizer "How are you?". Isso é o que você vai aprender.

Pratique com as frases que são mais usadas.
Todo o conteúdo desse curso é de frases utilizadas no dia a dia, que todo vão entender. Em muitos livros de texto, há muitas frases estranhas, pois você não sabe quais são adequadas ou não ao dia a dia e você pode estar desperdiçando tempo e energia em sentenças que não são usadas. 
Através da metodologia da Jei Idiomas, você só vai estudar frases que são usados com frequência e por toas as pessoas. Você não tem que se preocupar em memorizar milhares de frases que dificilmente vai utilizar.



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Por: Raphael Meirelles





Inglês RÁPIDO e SEM ENROLAÇÃO 
é na Jet Idiomas • 24|3348-6226 
Volta Redonda - RJ

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Dicas para montar um currículo em Inglês

Alguns executivos e candidatos precisam comumente enviar currículos em inglês para oportunidades em empresas multinacionais. O mais importante nesses casos é ser sincero e colocar sua fluência real – se intermediário ou avançado.
Selecionamos algumas dicas para você que precisa montar um currículo em inglês. 


1. Não use o tradutor automático
Não use software de tradução automática em hipótese alguma para fazer seu currículo em inglês. Se seu nível de inglês for básico e não tiver confiança para redigir o texto sozinho, peça para algum amigo ajudar ou, melhor ainda, contrate um tradutor profissional. Uma tradução automática pode conter erros elementares que podem  automaticamente te deixar de fora do processo seletivo.

2. Modelos de currículo
Há diversos sites que oferecem modelos de currículo em inglês. Veja alguns exemplos em Free Resume Samples. Escolha o que melhor se adapta ao seu estilo e ao cargo que pretende. Pelo nome do site você já percebeu que “resume” é a palavra da língua inglesa que quer dizer “currículo”. 

3. Ordem direta
Em inglês, é recomendável mantermos a ordem direta das orações. Ou seja, sempre que possível, procure manter a sequência “sujeito”, “verbo” e “objeto”. 
Por exemplo:
“I worked for Hearns & Hearns International from 2004 to 2007.” 

Nessa frase o sujeito é “I” (eu), o verbo é "worked" (trabalhei) e o complemento é "for Hearns & Hearns International from 2004 to 2007" (na Hearns & Hearns International de 2004 a 2007).

Não pense que vão achar que o seu texto em inglês está muito simples nem que a frase estaria errada se ela começasse com “From 2004 to 2007, I worked for…”. Não se esqueça de que a inversão dos elementos da oração, algo normal e até esteticamente positivo em português, é menos comum na língua inglesa. Prefira, portanto, a objetividade e a simplicidade na construção das orações na língua inglesa. A recomendação vale para o seu currículo e para qualquer outra forma de comunicação profissional.


4. Precisão nas informações
Em vez de escrever algo como “I worked in a project that generated a lot of sales” (Trabalhei em um projeto que gerou muitas vendas), seja, se possível, mais preciso. A frase poderia ficar assim “I led the X project, a sales effort that generated 2.3 million dollars in 18 months.” (Fui responsável pelo projeto X, uma campanha de vendas que, em 18 meses, gerou um faturamento de 2,3 milhões de dólares). Sem exageros, quanto mais específica a informação, melhor.

5. Ortografia: Tudo cuidada é pouco!
Um errinho bobo de digitação pode demonstrar falta de atenção e desleixo. Não confie cegamente no corretor ortográfico ou de qualquer outro editor de texto, porque há palavras com grafia parecida em inglês. Portanto, se você escrever, por exemplo, “ball” (bola) no lugar de “bell” (sino), o corretor não vai perceber. Um erro dessa categoria é muito comum até entre os nativos, mas para um currículo não pega bem.
Se você não tiver 100% de certeza quanto à ortografia de uma palavra, abra o dicionário e, com calma, confirme qual é a grafia correta. O currículo é seu cartão de visita para o mercado de trabalho e não vale a pena arriscar. Afinal de contas, o texto tem só uma ou, no máximo, duas páginas.

6. Os números, o ponto e a vírgula.
Outro erro frequente nos textos em geral é a não observação do sinal usado para separarmos as casas decimais. O que em português é vírgula, vira ponto em inglês. Onde usamos ponto, usa-se a vírgula em inglês. Este é mais um detalhe aparentemente insignificante, mas que merece toda a nossa atenção.

7. Gramática
Seria impossível apontar aqui todos os possíveis tropeços gramaticais que podem surgir em um currículo. Um deles, no entanto, é um dos mais recorrentes: a diferença entre o Simple Paste o Present Perfect. Lembre-se de que devemos usar o Simple Past para descrevermos as atividades concluídas, com a definição de tempo explícita ou implícita. Prefira o Simple Past, portanto, para descrever todos os cursos concluídos e os cargos que você já não ocupa mais. Para descrever seu cargo atual ou, eventualmente, cursos e projetos ainda em andamento, prefira o Present Perfect. 

8. Seja confiante, mas sem exageros!
Não há nada de errado em transmitir uma imagem confiante e segura no texto em inglês. Não tenha vergonha de destacar suas qualidades e realizações. Ninguém vai te achar arrogante. Mas não exagere na dose, é óbvio! Principalmente na hora de descrever seu nível de inglês. Não se esqueça de que inglês fluente é conceito vago, mas, no mínimo, você vai precisar sustentar uma conversa inteligente na língua inglesa durante a entrevista, né? 

9. Business English
Cada setor da economia, seja no mundo empresarial ou acadêmico, tem seu jargão próprio e você somente terá familiaridade necessária se você incluir, na sua rotina diária, a leitura de publicações especializadas do seu ramo de atividade. Esse vocabulário específico só será criado, ampliado e mantido se você mantiver contato constante com ele. Portanto, leia sempre!



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Por: Ulisses Wehby de Carvalho

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Halloween: porque Abóboras e Velas?


Aproveitando o clima de Halloween, que acontece no próximo dia 31, vamos falar sobre como surgiu o hábito das abóboras iluminadas com velas. Conheça a lenda de Jack O'Lantern (Jack da Lanterna).

A vela na abóbora provavelmente tem sua origem no folclore irlandês, pois os moradores costumavam acender velas, ou colocar brasas acesas, dentro de nabos para afastar maus espíritos na festa celta de Samhain, que celebrava o fim do verão. Os nabos não tinham as caricaturas recortadas como vemos hoje, essa tradição só apareceu muitos anos mais tarde.

Nessa época, um homem chamado Jack, um alcoólatra grosseiro, em um dia 31 de outubro de muitos anos passados, bebe excessivamente e o Diabo vem levar sua alma. Desesperado, Jack implora por mais um copo de bebida e Diabo concede. Jack está sem dinheiro para o último trago e pede ao Diabo que se transforme em uma moeda. Para mostrar todo o seu poder, o ele concorda. E transforma-se numa moeda.

Mal vê a moeda sobre a mesa, Jack a guarda na carteira, que tem um fecho em forma de cruz. Desesperado, o Diabo implora para sair e Jack propõe um trato: libertá-lo em troca de ficar na Terra por mais um ano inteiro. Sem opção, o Diabo concorda.

Feliz com a oportunidade, Jack resolve mudar seu modo de agir e começa a tratar bem a esposa e os filhos, vai à igreja e faz até caridade. Mas a mudança não dura muito tempo, não.

No próximo ano, na noite de 31 de outubro, Jack está indo para casa quando o Diabo reaparece. Jack, esperto como sempre, o convence a pegar uma maçã de uma árvore. O Diabo aceita e quando sobe no primeiro galho, Jack pega um canivete em seu bolso e desenha uma cruz no tronco. O Diabo se desespera e implora para sair dali. Então, Jack barganha novamente e ele promete partir por mais dez anos. Porém, Jack não aceita a proposta e ordena que o Diabo nunca mais o aborreça. Então, o Diabo aceita e Jack o liberta da árvore.

Para seu azar, um ano mais tarde, Jack morre e em seguida tenta entrar no céu, mas sua entrada é negada. Sem alternativa, vai para o inferno.

Chegando lá, encontra o Diabo, o qual ainda desconfiado e se sentindo humilhado, também não permite a entrada de Jack e como castigo, o Diabo joga uma brasa para que Jack possa iluminar seu caminho pelo limbo.

Jack põe então a brasa dentro de um nabo para que dure mais tempo e sai perambulando. Devido a esse fato, sua alma penada passa a ser conhecida como Jack O'Lantern (Jack da Lanterna).


Os nabos na Irlanda eram usados como "Lanternas do Jack" originalmente, mas quando os imigrantes vieram para a América, eles descobriram que as abóboras eram muito mais abundantes que nabos. Então começaram a utilizar abóboras iluminadas com uma brasa por dentro ao invés de nabos. Com o tempo, surgiu a tradição de se fazer caricaturas em abóboras e iluminá-las por dentro com uma vela na época de Halloween.

Segundo a lenda, quem presta atenção e consegue ver uma pequena luz fraca na noite de 31 de outubro, é porque conseguiu ver a passagem de Jack procurando uma saída do limbo em que está preso até os dias de hoje...

Veja agora um passo a passo para montar sua abóbora de halloween:


sábado, 18 de outubro de 2014

Atividade para Desenvolver a Fluência em Inglês


Muitas pessoas tem dúvida de como se exercitar para ganhar fluência em inglês e em qualquer outro idioma. Então vamos falar sobre isso no post de hoje, numa dica vinda do site “Inglês na Ponta da Língua”.

Essa atividade é inspirada em um famoso programa da BBC Radio chamado “Just A Minute”. No programa, os convidados (competidores) têm apenas um minuto (just a minute) para falar sobre o tema dado pelo apresentador. Os temas são variados e o convidado, ao falar, não pode hesitar (ficar sem falar nada), repetir palavras (ou mesmo sentenças e ideias) e nem mudar o rumo da conversa. Em inglês, as regras são:

No hesitation.  No repetition.  No deviation.

No programa, os competidores adversários desafiam (challenge) a pessoa que está falando. Os desafios ocorrem quando eles acham que a pessoa quebrou uma das regras: hesitou, repetiu palavras ou mudou o assunto. Para você ter um ideia, ouça como é esse programa, clicando aqui. Vale também como uma forma de treinar seu ouvido.

Porém, você está ‘estudando’ inglês. Não é um ‘falante nativo’ da língua. Então, como fazer essa atividade sem muitas exigências e medos e assim desenvolver a tal da fluência em inglês? É muito simples, veja essas dicas:

  Estudante de Nível Básico:  
Com pouco vocabulário, esse aluno tem pouco envolvimento com a língua, então deve ir com calma. Ao invés de um minuto, estabeleça o prazo de 15 segundos para falar sobre um tema específico, tais como:
1) Apresentar-se; 
2) Falar de um membro da sua família; 
3) Falar sobre três coisas que gosta de fazer; 
4) Falar sobre seu trabalho; 
5) Falar sobre sua escola / faculdade / curso; 
6) Falar sobre três coisas que não gosta. 
Enfim, escolha um tema por vez e fale sobre ele em apenas 15 segundos. Com o passar do tempo, vá aumentando progressivamente a quantidade de segundos para 30, 45 e 60.

  Estudantes de Níveis Intermediário e Avançado:  
Esses alunos já devem começar com 60 segundos. Quanto mais avançado for seu nível, mais exigente você deverá ser em relação à complexidade dos temas, por exemplo: 
1) Os avanços na área de telefonia móvel nos últimos 10 anos; 
2) O sistema educacional em nosso país; 
3) A relação social entre homens e mulheres nos dias de hoje; 
4) Três razões pelas quais eu gostaria de mudar de emprego. 
Não precisa ser nada muito complexo. Mas, seja um pouco mais exigente.

No início, procure falar durante algum tempo sobre os temas que você encontra em livros, por exemplo. Com o tempo, vá complicando um pouco para melhorar seu vocabulário e a naturalidade ao falar inglês. Embora o início seja algo bem acanhado, com o tempo você vai adquirir confiança e vai notar que sua fluência está cada vez melhor. 

Antes de fazer essa atividade, é bom fazer uma pequena lista de palavras, expressões, sentenças, phrasal verbs, estruturas gramaticais e o que mais for preciso para falar sobre o tema escolhido. Antes de começar a treinar, estude suas anotações, pratique a pronúncia, repita sentenças e palavras em voz alta.

Uma dica boa é gravar a própria voz e comparar os áudios. Ao ouvir as gravações, você poderá facilmente corrigir a pronúncia, a entonação, o tom de voz e coisas assim. Fale sobre os mesmos temas em um intervalo de sete dias e compare as gravações para perceber e avaliar seu desempenho. As gravações ajudam a perceber se sua fluência em inglês está melhorando ou não.

Pratique e boa sorte!



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terça-feira, 14 de outubro de 2014

Conheça a história do Halloween


A Data de 31 de Outubro é mundialmente conhecida como o "Dia das Bruxas" ou "Halloween", que é uma festa típica que acontece nos países anglo-saxônicos, com especial relevância nos Estados Unidos. Mas de onde surgiu esse misterioso e sinistro costume?


O Dia das Bruxas (Halloween é o nome original na língua inglesa) é um evento tradicional e cultural, que ocorre nos países anglo-saxônicos, com especial relevância nos Estados Unidos, Canadá, Irlanda e Reino Unido, tendo como base e origem as celebrações dos antigos povos.

A palavra Halloween teve origem na Igreja católica, a partir da tradição do dia 1 de novembro, o Dia de Todos os Santos, no qual se comemora a honra aos santos. O nome, na realidade, é uma versão encurtada de "All Hallows' Even" (Noite de Todos os Santos), que era véspera do Dia de Todos os Santos (All Hallows' Day). 

"Hallow" é uma palavra do inglês antigo para "pessoa santa" e o dia de todas as "pessoas santas" é apenas um outro nome para Dia de Todos os Santos. Com o tempo, as pessoas passaram a se referir à Noite de Todos os Santos, "All Hallows' Even", como "Hallowe'en" e mais tarde, simplesmente "Halloween".

O Halloween marca o fim oficial do verão e o início do ano novo celta. Celebra também o final da terceira e última colheita do ano, o início do armazenamento de provisões para o inverno, o início do período de retorno dos rebanhos ao pasto e a renovação de suas leis. Nesse dia havia comemorações e festividades. Essas festas recebiam vários nomes: "Samhain" (fim de verão), "Samhein", "La Samon" ou ainda "Festa do Sol". Mas o que ficou mesmo foi o escocês "Hallowe'en". 

Uma das lendas de origem celta fala que os espíritos de todos que morreram ao longo daquele ano voltariam à procura de corpos vivos para possuir e usar pelo próximo ano. Os celtas acreditavam ser a única chance de vida após a morte. Eles acreditaram também em todas as leis de espaço e tempo, o que permitia que o mundo dos espíritos se misturassem com o dos vivos. Como os vivos não queriam ser possuídos, na noite do dia 31 de outubro, apagavam-se tochas e fogueiras de suas casas para que elas se tornassem frias e desagradáveis. Colocavam fantasias e, ruidosamente, desfilavam em torno do bairro, sendo tão destrutivos quanto possível, a fim de assustar os que procuravam corpos para possuir, (Panati). Os Romanos adotaram as práticas célticas, mas no primeiro século depois de Cristo, elas foram abandonadas. 

O Halloween foi levado para os Estados Unidos em 1840, por imigrantes irlandeses que fugiam da fome. A festa então passou a ser conhecida como o "Dia das Bruxas".

Por fim, a festa de Halloween, que equivale ao "Dia de Todos os Santos" e o "Dia de Finados", foi absorvida pela Igreja Católica para apagar os vínculos pagãos, dando origem à festa. Os países de origem hispânica comemoram o "Dia dos Mortos" e não o Halloween. No Oriente, a tradição é ligada às crenças populares de cada país.


Trick-or-treat? Travessuras ou Gostosuras? 

A brincadeira de "doces ou travessuras" é originária de um costume europeu do século IX, chamado de "souling" (almejar). No dia 2 de novembro, "Dia de Todas as Almas" (ou Finados aqui no Brasil), os cristãos iam de vila em vila pedindo "soul cakes" (bolos de alma), que eram feitos de pequenos quadrados de pão com groselha. Para cada bolo recebido, a pessoa deveria fazer uma oração por um parente morto do doador. Acreditava-se que as almas permaneciam no limbo por um certo tempo após sua morte e que as orações ajudavam-na a ir para o céu.

Nos Estados Unidos, onde a festa tem maior força atualmente, a conexão com o "Dia de Todos os Santos" e o "Dia de Finados" ficou praticamente deixada de lado e muitas novas tradições seculares se desenvolveram. Para as crianças, fantasiar-se e sair pelas casas fazendo a brincadeira do "travessuras ou gostosuras" ainda é o maior evento.

A maioria das famílias nos Estados Unidos e no Canadá participam, pois não querem correr o risco de pequenos vandalismos. Muitos adultos se fantasiam e também participam com seus filhos de festas a fantasia e concursos. Outras atividades de Halloween ocorrem durante todo o mês todo de outubro nestes países.

Essas tradições preservam o espírito de alegria do "Samhain" (o Ano novo Céltico) diante dos pensamentos assustadores de morte e do sobrenatural. Os americanos acrescentaram filmes de terror, casas assombradas comunitárias, histórias de fantasmas e quadros espiritualistas. Cartões e decorações assustadoras também fazem parte do Halloween.


O Halloween no Brasil

No Brasil a festa é chamada de "Dia das Bruxas" e sua celebração acontece no dia 31 de outubro.

Acredita-se que na passagem dessa noite as almas saem de seus túmulos e partem pelas ruas amedrontando todos aqueles que estão por perto. O dia das bruxas se infiltrou em nossas comemorações de forma tímida pois o Brasil, país que celebra as coisas boas da vida, não se vê em meio a festividade aos mortos.

Apesar de sua pequena influência, a comemoração pode ser vista em escolas, clubes, casas noturnas e shoppings de várias cidades, mas não adquire força expressiva, já que nem o folclore local é efetivamente comemorado.

Muitos nacionalistas dão créditos à influência do imperialismo cultural americano a vinda do Halloween. Assim, algumas cidades, como São Luiz do Paraitinga - SP, decretou o dia 31 de outubro como o "Dia Oficial do Saci Pererê" em protesto à inclusão do Halloween.

A maioria das manifestações critica a posição dos brasileiros em importar a cultura americana, já que o país tem grande diversidade folclórica que não é aproveitada nem comemorada. Apesar de todo o esforço da imprensa em destacar essa festividade norte-americana, os brasileiros não costumam festejar a data. É uma festa celebrada por poucos.

No Rio de Janeiro, as manifestações são caracterizadas por placas espalhadas pela cidade opondo tal prática e ainda em pedido ao retorno das considerações brasileiras, isto é, dar valor e importância às crenças nascidas no país, deixando manifestar o patriotismo dentro de nossa cultura.

Mesmo assim, as festas de Halloween no Brasil tem se tornado comuns, principalmente entre o público jovem que se reúnem em clubes e salões particulares, promovendo festas à fantasia com motivos de "horror", comemorando a data como "O Dia das Bruxas". Todos os cursos de inglês também comemoram durante o mês de outubro o Dia das Bruxas, decorando suas instalações e alguns promovem festas no dia 31.

Devido à realização dessas festas, o comércio de fantasias e motivos voltados à monstros e bruxas tem tido um aumento expressivo no mês de Outubro de cada ano.


Halloween é bom ou mal?

Apesar de toda a ligação do Halloween com imagens demoníacas, não existe ligação dessa festa com o mal. Na celebração atual do Halloween, podemos notar a forte presença comercial, até mesmo no cinema, de muitos elementos ligados ao folclore em torno de bruxaria e ocultismo, o que não ocorre na festa inicial e tradicional dos séculos passados. A mídia veiculas imagens fortes ligadas ao terror, inapropriadas para crianças, gerando nelas o medo e má impressão das festas de Halloween.

As fantasias, enfeites e outros itens comercializados por ocasião dessa festa estão repletos de bruxas, gatos pretos, vampiros, fantasmas, monstros e no entanto, isso não reflete a realidade pagã - que se fantasiavam para se defender dos espíritos malignos durante essa noite.





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Por: Além da Imaginação

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Inglês | Erros Comuns: Profissões


Um tema recorrente em todo curso de inglês é “profissões”. Geralmente, são introduzidas com as perguntas “what do you do?” (o que você faz?) ou “what’s your job?” (qual sua profissão?). Raramente, vemos um curso de iniciantes ensinar também a expressão “what do you do for a living?” (o que você faz da vida?). Após aprender as perguntas (ou mesmo antes), os alunos são colocados para decorar uma lista de profissões. As mais comuns são: driver, teacher, doctor, engineer, secretary, receptionist, police officer, writer, singer, salesman, saleswoman, dentist, lawyer, mechanic, architect, waiter, waitress, actor, actress e algumas outras.

Um erro comum de aprendizes brasileiros é erro simples de identificar. Quando é solicitado aos alunos para escrever sobre profissões, muitos cometem este erro. O problema é que todos tentam assemelhar o inglês ao português. 

Quando dizemos nossa profissão ou o que fazemos em português, dizemos assim “sou professor”, “sou soldador”, “ele é ator”, “ela é arquiteta”. A ordem em português é sempre verbo + profissão, certo? Já em inglês a situação é diferente, veja:

I’m a teacher.
I’m a welder.
He’s an actor.
She’s an architect.

Observe que em inglês, é comum usar o artigo indefinido (a ou an) antes da profissão. Em português não dizemos “eu sou um professor” ou “ele é um ator”. Dizemos apenas “sou professor” ou “ele é ator” e pronto. Já em inglês devemos dizer “I’m a teacher” ou “he’s an actor”. É necessário usar o do artigo indefinido – a, an.

O erro típico é justamente esquecer-se de colocar o tal do artigo em inglês. Ou seja, dizem/escrevem “he’s lawyer” ao invés de “he’s a lawyer”; “I’m secretary” ao invés de “I’m a secretary”. Portanto, lembre-se: em inglês sempre usamos um artigo antes da profissão.


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Por: Denilso de Lima
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terça-feira, 23 de setembro de 2014

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