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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Boas dicas de motivação no trabalho

Motivação no trabalho: Copie os hábitos das pessoas produtivas!


Você sabia que os primeiros 15 minutos da sua jornada de trabalho definem o ritmo do resto do seu dia? Ou seja, se você já começar o dia confuso com as suas (muitas) tarefas, dificilmente irá conseguir lidar com os desafios que surgem ao longo do dia sem que isso afete sua produtividade e motivação no trabalho.

Por isto, listamos oito hábitos que as pessoas produtivas fazem nos seus primeiros 15 minutos do dia para você se inspirar e se manter produtivo pelos outros muitos minutos depois:

1. Procure estabelecer uma rotina
Segundo um artigo publicado pela LifeHack, pessoas produtivas sabem da importância de trabalhar cedo.  Por isto,  ao invés de correr para o trabalho, saia de casa cedo e vá para o escritório calmamente. Assim você não corre o risco de se estressar com o trânsito nem com outro imprevisto que possa surgir no caminho. Definir um ritmo relaxante desde o início é fundamental para estar pronto para produzir com motivação no trabalho.

2. Não faça tudo ao mesmo tempo
As pessoas que são bombardeadas por vários fluxos de informação não conseguem prestar atenção e executar tarefas com a mesma qualidade que aquelas que realizam uma tarefa de cada vez, ou seja, com foco. Os “multitarefas” frequentes têm um pior desempenho ao longo do dia porque têm mais dificuldade em organizar os seus pensamentos e filtrar as informações irrelevantes. A verdade é que, quando se tenta fazer duas coisas ao mesmo tempo, seu cérebro não tem capacidade para executar ambas as tarefas com o mesmo sucesso.

3. Planeje-se
Reveja sua lista de tarefas no início do dia para traçar estratégias mentais de como executá-las. Pessoas produtivas se decepcionam se planejam mais tarefas do que conseguem realizar no dia. Por isso, identifique as três mais importantes e planeje-se.

4. Coloque seu celular no modo silencioso
Nenhum dos seus colegas de trabalho é obrigado a conviver com toques telefônicos escandalosos ou o barulho irritante de teclas enquanto você troca mensagens. Esse tipo de coisa desconcentra qualquer um de seu trabalho, inclusive você. Por isso, ao chegar no escritório, coloque seu celular no silencioso ou no modo vibratório.

5. Priorize tarefas
Tudo é urgente. Mas há coisas mais urgentes que outras – e não se pode só ficar apagando incêndio. O importante de hoje pode virar urgente amanhã. Então, que tal executar o importante na data planejada para ele? Quem é produtivo de verdade sabe detectar que os incêndios estão atrapalhando seu desempenho, e está disposto a ignorar ou a delegar as coisas que se colocam no seu caminho.

6. Respire e relaxe
Segundo uma entrevista realizada por Oprah Winfrey, respirar profundamente fornece oxigênio para o cérebro. Isso faz você pensar de forma mais clara e permite que você seja mais calmo. Profissionais de sucesso, como Oprah Winfrey e Arianna Huffington, fazem esse tipo de relaxamento pela manhã e garantem encontrar muito mais motivação para o trabalho ao longo do dia.

7. Dê espaço aos seus colegas de trabalho
Pessoas produtivas não falam com os seus colegas sobre questões de trabalho na primeira parte da manhã. Curioso, né? Respeitar o tempo dos outros é saber que seus colegas, assim como você, também precisam de tempo para se preparar para o seu longo dia de trabalho produtivo.


8 . Coloque a tecnologia a seu favor
Pessoas produtivas não permitem que o e-mail seja uma constante interrupção, então não é necessário checá-lo a todo momento. Certo? Você pode eliminar a tarefa de receber e enviar demandas para sua equipe via e-mail ao implementar um software de gestão. Com um gestor online, outras atividades burocráticas, como o preenchimento de planilhas de horas, são eliminadas e seus colaboradores terão mais tempo para fazer o que importa, como no item 5.



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Por: Mariana Whitehead para o Blog da Run Run It

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Como os jovens vão enfrentar a Quarta Revolução Industrial

O que as transformações pelas quais o mercado de trabalho vai passar nos próximos anos impõem à agenda dos jovens?

A chamada Quarta Revolução Industrial - era da inteligência artificial, dos rôbos, impressão 3D, da nanotecnologia e da internet das coisas - vai cortar milhões de postos de trabalho, segundo relatório apresentado hoje pela entidade que organiza o Fórum Econômico Mundial.

E para enfrentar a competitividade crescente e as novas demandas no que diz respeito a habilidades técnicas e comportamentais, jovens já começam a desenhar um plano de desenvolvimento para a carreira.

É o que revela uma pesquisa da Infosys. Com a participação dos jovens de países como Índia, África do Sul, Brasil, China, Grã-Bretanha, França, Austrália e Alemanha, o levantamento traz seus interesses e perspectivas para o futuro. Foram entrevistados mil jovens de cada um dos países, com idades entre 19 e 25 anos.

A importância da tecnologia aprece estar clara para grande parte dos participantes, sobretudo, aqueles oriundos de economias em desenvolvimento, como Índia, África do Sul, Brasil e China. Veja agora as sete descobertas da pesquisa:


• Otimismo
Os jovens se mostram otimistas em relação ao futuro de carreira. Quase dois terços do total de entrevistados têm percepção positiva. E os brasileiros se destacam por esta característica: 34% são otimistas e 40% são muito otimistas.
Jovens de outras economias em desenvolvimento, como África do Sul Índia também se mostram mais otimistas do que os entrevistados da Austrália, França e Grã Bretanha.

• Sabendo gerir o tempo
A competência essencial ao sucesso que mais citada pelos jovens foi a gestão do tempo. As cinco competências mais valorizadas pelos entrevistados da pesquisa foram Gestão do tempo, Comunicação verbal, Trabalho em equipe, Pensamento crítico e Competências técnicas da sua profissão.

• Apostando no aprendizado contínuo de novas competências
A grande maioria reconhece que o sucesso profissional está intimamente ligado ao aprendizado contínuo de novas competências e habilidades ao longo da carreira. E as mulheres se destacam mais do que os homens nesta percepção.

• Dominando habilidades no campo da tecnologia
Quem não tem habilidades no campo da tecnologia terá enorme dificuldade em encontrar emprego estável no futuro. Em média, dois terços dos entrevistados de países como China, Brasil, Austrália, Grã Bretanha e Estados Unidos concordam com a premissa acima.
A pesquisa mostra que 68% dos jovens chineses consideram que aqueles são habilidosos em ciências da computação terão mais sucesso na carreira.


• Desvendando a ciência de dados (Big data)
O interesse em aprender sobre ciência de dados é maior entre os jovens das economias em desenvolvimento. Indianos são os mais interessados, alemães, os menos.

• Sabendo desenvolver apps
Os jovens indianos também são os mais interessados em aprender a desenvolver aplicativos, entre todas as nacionalidades consultadas. Jovens sul-africanos e brasileiros também aparecem entre os mais interessados em dominar este tipo de tecnologia no futuro.

• Dominando programação
Aprender programação e suas linguagens está entre as metas de quase metade dos indianos entrevistados, que mais uma vez encabeçam a lista de grandes interessados em dominar novas tecnologias.



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Por: Camila Pati para Revista Exame

quinta-feira, 16 de junho de 2016

A Tecnologia vai destruir os empregos?










São Paulo - Um dos debates mais quentes do momento no mundo econômico é se a tecnologia terá um efeito destrutivo sobre os empregos.

Mais da metade das vagas na União Europeia corre o risco de sumir nas próximas décadas, de acordo com o Think Tank Bruegel. O número é parecido nos Estados Unidos, diz outro estudo da Universidade de Oxford.

Uma pesquisa com 1.896 experts em tecnologia mostra que eles estão bem divididos sobre o que a automatização pode fazer com o mercado de trabalho.

No livro "A Segunda Era das Máquinas", Erik Brynjolfsson e Andrew McAfee dizem que um ponto de inflexão foi atingido e deve levar a uma mudança econômica equivalente à Revolução Industrial.

Para um trio de economistas da empresa de consultoria Deloitte, o debate pendeu demais para o lado negativo porque os efeitos criativos da mudança tecnológica são indiretos e imprevisíveis e acontecem ao longo de grandes períodos.


"Quem poderia prever há 60 anos, por exemplo, o papel que lojas de café, academias e a telefonia móvel teriam nas nossas vidas no começo do século XXI?", perguntam os autores Ian Stewart, Debapratim De and Alex Cole em um novo estudo. Eles tomam como base o censo da Inglaterra e do País de Gales desde 1871 e notam a evolução do número de pessoas empregadas em cada profissão ao longo do tempo - e as mudanças são brutais. Entre 1871 e hoje, a proporção de trabalhadores agrícolas caiu de 6,6% para 0,2% do total. Entre 1901 e 2011, o número de pessoas empregadas em "lavar roupa" foi de 200 mil para 35 mil (enquanto a população total quase dobrava).

Mas há hoje 20 vezes mais contadores e 26 vezes mais enfermeiros profissionais no país do que em 1871. O número de trabalhadores em bares quadruplicou só entre 1951 e 2011.

Moral da história: a produtividade e a tecnologia eliminam setores inteiros, mas no processo puxam para baixo o custo de bens e serviços, liberando renda disponível para os consumidores alimentarem novos setores que nem existiam antes.

"Quando uma máquina substitui um humano, o resultado, paradoxalmente, é crescimento mais rápido e em tempo, aumento do nível de emprego (...) Não podemos prever os empregos do futuro, mas acreditamos que eles continuarão sendo criados, melhorados e destruídos como aconteceu nos últimos 150 anos".

Outros especialistas discordam. De acordo com Jeremy Rifkin, o capitalismo atual baseado em informação tende ao custo marginal zero e isso se tornará incompatível com o mercado.

A pergunta principal continua sendo: até que ponto o futuro reproduz o passado? E essa nenhum robô (ou estudo) pode responder.



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Por: João Pedro Caleiro, de EXAME.com