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quinta-feira, 5 de maio de 2016

Dicas para encontrar o primeiro emprego

As empresas têm quatro formas de contratar jovens para o primeiro emprego: a convencional, por meio da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o Contrato de Aprendiz, o Estágio e os Programas de Trainee.

A lei permite o trabalho a partir dos 14 anos como Aprendiz e, acima dos 16, para os demais empregados. Muitas empresas e entidades se organizam para liberar vagas para estágio todos os anos. 


Estágio e Trainee

O início do segundo semestre é a melhor época para se candidatar a vagas de Estágio e Trainee. No caso do Estágio, os meses de julho e agosto concentram o maior número de vagas devido à formatura dos estudantes e necessidade de reposição dos estagiários.

Em relação aos programas de Trainee, as empresas costumam abrir as inscrições entre julho e setembro para possibilitar que universitários que irão se formar em dezembro possam se inscrever.

Seme Arone Junior, presidente da Associação Brasileira de Estágios (Abres), diz que fazer estágio logo no início da faculdade é uma boa estratégia para a carreira. “Dessa forma, o jovem tem a chance de conhecer melhor a rotina da profissão escolhida e confirmar se é realmente o que deseja fazer”, diz.

Segundo Renata Damásio, consultora da Cia de Talentos, o Trainee é um jovem que será treinado para assumir um cargo de liderança na empresa. Por isso, o que as companhias procuram nos candidatos é a boa formação escolar e universitária e potencial para atingir cargos de gestão em pouco tempo – o treinamento na empresa dura de um a três anos. 


Aprendiz

Ser um Aprendiz é aprimorar-se constantemente. São jovens e adolescentes que almejam desenvolvimento e crescimento profissional, dentro de uma área de atuação específica, valorizam a educação e, principalmente, desejam realizar sonhos. É a descoberta de oportunidades e a possibilidade de inserção no mundo do trabalho.

A Lei brasileira do Aprendiz determina que "Jovem Aprendiz" é considerado aquele contratado diretamente pelo empregador ou por intermédio de entidades sem fins lucrativos; que tenha entre 14 e 24 anos; esteja matriculado e frequentando a escola, caso não tenha concluído o Ensino Fundamental; e esteja inscrito em curso ou programa de aprendizagem desenvolvido por instituições de aprendizagem. 

Os direitos do Jovem Aprendiz são a duração da jornada do jovem, que deverá ser de, no máximo, seis horas diárias, podendo se estender até oito horas diárias para os aprendizes que já tenham concluído o Ensino Fundamental, se nelas forem computadas as horas destinadas à aprendizagem teórica. 

Os jovens contemplados permanecem um período no local de trabalho e outro em capacitação. Por essa jornada, ele recebe o salário mínimo/hora. O jovem aprendiz tem direito a todos os benefícios trabalhistas e previdenciários compatíveis com o contrato de aprendizagem.


Desemprego

De acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada no mês passado e realizada em seis regiões metropolitanas do país, 42,5% dos desocupados têm até 24 anos. Ainda conforme a pesquisa, 16,3% dos desocupados de modo geral estavam em busca do primeiro emprego.


Falta de experiência

Embora a alegação de muitas empresas para deixar de contratar jovens no primeiro emprego seja a falta de experiência, muitas empresas veem nisso uma oportunidade.

Uma delas é o McDonalds. De acordo com a gerente nacional de recursos humanos, Sheila Leme: "contratando jovens sem experiência temos a oportunidade de passar a maneira que consideramos que deve ser realizado o serviço, com qualidade", afirma a gerente.

Na avaliação de Sheila, adquirir responsabilidade para o trabalho é uma das etapas de treinamento pela qual passam os jovens. "Geralmente os jovens são muito imediatistas, impulsivos. Mas eles são treinados para adquirir responsabilidade. (...) Eles entendem que abrimos a porta do primeiro emprego com todos os direitos."

Outra estratégia para manter os jovens motivados no emprego é o plano de carreira, diz a gerente. "O nosso presidente começou fazendo Big Mac em restaurantes. Mais de 70% dos gerentes em restaurantes também começaram."

Denise Furtado, supervisora de recursos humanos da rede Cinemak, diz que a empresa também contrata jovens sem experiência para moldá-los: "eles não trazem na bagagem vícios de empregos anteriores. Estão sempre mais disponíveis e têm a aprendizagem mais fácil", avalia Denise. Ela cita ainda que a empresa busca pessoas sem experiência porque a faixa salarial para os cargos é baixa.

Segundo a supervisora, dos 2.800 empregados da Cinemark, cerca de 1.800 são jovens entre 16 e 21 anos no primeiro emprego. "A maioria das carteiras chega em branco no RH." O Cinemark contrata jovens como aprendizes, em vagas convencionais e para estágio de nível superior.



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Fonte: G1
Via: Busca Jovem
Link

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

13 dicas para melhorar seu perfil no LinkedIn


Muitas pessoas estão utilizando a rede Linkedln para fazer contatos profissionais, enviar currículos etc. Fundado em dezembro de 2002, o LinkedIn é uma das redes sociais mais famosas do mundo. Diferente de outras plataformas, no entanto, o foco aqui é manter relações corporativas e contatos de trabalho.

Com a função de conectar os recrutadores das empresas a funcionários em potencial, a plataforma atrai todo ano diversos jovens em busca de um novo emprego. Para se ter uma ideia, hoje o LinkedIn conta com cerca de 400 milhões de usuários ativos – e muitos deles cometem os mesmos erros na hora de preencher seus perfis.

Em São Paulo, um workshop recente realizado a partir de parceria entre Linkedin e Na Prática – Portal da Fundação Escolar ensinou como eliminar os erros mais comuns e transformar sua página para melhor. A seguir, confira as dicas de Fernanda Brunsizian, gerente de comunicação da rede, para fazer o seu perfil saltar aos olhos dos recrutadores:

1. Perfis com foto são 14 vezes mais vistos
O retrato não precisa ser necessariamente formal: leve em conta seu meio de trabalho (é formal ou informal, por exemplo?) e, principalmente, sua identidade.

2. Defina bem sua profissão para facilitar buscas
Se for estudante, a dica é colocar estudante mesmo, visto que é a palavra que recrutadores buscam quando procuram alguém nessa etapa da vida. Também é possível colocar um slogan que defina sua personalidade, como “apaixonado por startups”.

3. Tenha perfis em mais de um idioma
O LinkedIn oferece a possibilidade de abrigar perfis em línguas diferentes dentro da mesma URL. Basta clicar na seta ao lado do botão “Ver perfil como” e selecionar a opção “Criar perfil em outro idioma”. O site espelha as informações atuais e você só precisa traduzi-las.

4. Personalize sua URL e apareça antes no Google
Ao customizar o link com seu nome profissional, você ganha uma assinatura mais concisa e sobe nas pesquisas. Para editar, selecione o ícone de ajuste ao lado da URL que o LinkedIn disponibiliza, logo abaixo da foto. Se seu nome for muito comum e você não se incomodar, opte pelo mais exótico para se destacar entre os homônimos.

5. Fotos de fundo devem ser profissionais
Evite colocar fotos de viagem ou imagens muito pessoais. Prefira ambientes neutros e escritórios.

6. Altere entre visualizações públicas e anônimas
No LinkedIn, é possível optar por olhar perfis sem que se saiba que foi você. A dica é usar esta função quando o tráfego de visitas de volta não for proveitoso, como em pesquisas pessoais ou de trabalho. Caso esteja se preparando para uma entrevista de emprego ou um projeto, use visualização pública para estudar os perfis dos envolvidos – isso mostra proatividade.

7. Invista em um bom resumo
Para criá-lo, imagine que um recrutador pediu o seguinte: “conte-me quem é você”. Simples assim.

8. Use os recursos audiovisuais para se diferenciar
A ferramenta é especialmente boa para profissões visuais, como arquitetura ou design. Também é bom atualizar os arquivos de vez em quando, para o perfil não parecer parado.

9. Não se esqueça de preencher outros campos
Como causas, organizações filantrópicas e projetos de voluntariado. As empresas também observam esta parte.

10. Quer conhecer alguém ou alguma empresa e tem uma conexão em comum?
Peça para essa pessoa fazer a introdução.

11. Teste seus talentos de publicação  
O Brasil foi o segundo mercado a receber a ferramenta de postagens do LinkedIn, em abril de 2015, e já se tornou líder mundial de uso. A ideia é transformar seu perfil em um blog. Se bem feitos, seus escritos podem se tornar conhecidos entre suas conexões, as conexões delas e assim por diante, transformando-o em um “Influencer”. Lembre-se de ter bom senso: esta continua sendo uma rede profissional.

12. Interaja com suas conexões
Mandar parabéns por um novo emprego, por exemplo, faz parte da manutenção de um relacionamento.

13. Explore o Slideshare.net/LinkedInBrasil
O site mantém uma página com diversos recursos disponíveis para download, como pesquisas de tendências de mercado e guias de uso.


 

Para todas as etapas

Segundo Fernanda, a presença de jovens brasileiros na rede vem crescendo – e o número de recrutadores em busca de estagiários e trainees também. “Existem empresas que só contratam pelo LinkedIn”, diz.

Mas muitos desses perfis são genéricos ou incompletos, e os empregadores encontram dificuldades na hora da avaliação. “É difícil avaliar um estudante, então o perfil funciona como uma carta de apresentação”, resume Fernanda.

Um bom perfil é sinal de interesse, dedicação e preocupação com o contexto profissional, explica ela, e é possível em qualquer fase. Mesmo que um estudante tenha pouca ou nenhuma experiência profissional, ela garante que há um jeito de deixar a página atraente.

Capriche no resumo e, se achar que vale a pena, peça depoimentos sobre suas conquistas e personalidade para professores e colegas. E vá com calma nas conexões. “A maior ingenuidade dos jovens é aceitar qualquer pessoa, porque no LinkedIn o que vale é a qualidade da rede”, conclui Fernanda. “É através dela que você recebe as informações sobre o mercado.”



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Por: Ana Pinho para Fundação Estudar

quarta-feira, 22 de julho de 2015

A educação profissional pode ajudar você a conquistar o primeiro emprego

Ensino técnico torna mais fácil a entrada no mercado de trabalho. Segundo pesquisa da OIT - Organização Internacional do Trabalho, no Brasil, juventude tem poucas informações para definir que carreira seguir.

A juventude é a fase da vida em que encontrar trabalho é mais difícil. A população entre 15 e 24 anos registra maiores índices de desocupação. De acordo com a Pesquisa Mensal de Empregos do IBGE, em maio de 2015, a taxa desocupação nessa faixa etária foi de 4,2%, enquanto a da população geral ficou em 2,8%. A situação se repete em outros países e preocupa entidades como a Unesco e a Organização Internacional do Trabalho (OIT).

A pesquisa Transições da escola para o mercado de trabalho de mulheres e homens jovens no Brasil, da OIT, avalia que os jovens brasileiros são trabalhadores e, em parte significativa deles, tem se esforçado para combinar trabalho e estudo. Essa avaliação se baseia em dados como o da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio (PNAD) 2013, que mostram que 65% dos brasileiros com idade entre 15 e 29 anos são economicamente ativos.

A pesquisa da OIT – que fez 3.288 entrevistas com jovens de 160 municípios brasileiros – sugere, entre seus resultados, que a juventude não tem sido preparada adequadamente para o mundo do trabalho. O fato de 41% dos jovens estarem trabalhando em ocupações para as quais eram excessivamente ou insuficientemente qualificados reforça a importância de melhorar a qualidade das políticas de educação e trabalho. “Para diminuir esse desajuste, seria necessário oferecer orientações e informações no ensino médio sobre a evolução das demandas ocupacionais do mercado de trabalho”, recomenda o estudo.

Compreendida pela própria OIT como uma das saídas para melhorar esse cenário, a educação profissional forma estudantes com foco em uma profissão. Cada curso é desenhado a partir da complexidade de cada ocupação no mercado de trabalho, por conta disso sua duração varia de poucos meses a dois anos.

Com base nisso, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) reuniu algumas situações comuns pelas quais passam os jovens brasileiros e mostra como a educação profissional pode ajudá-los a encontrar trabalho.

• Estou no ensino médio e preciso trabalhar logo que terminar os estudos.
Se você quer sair do ensino médio com mais chances de encontrar um emprego, uma aposta interessante é o curso técnico. É possível estudar nos períodos sem aula e os cursos normalmente acontecem duas ou três vezes por semana.

• Terminei o ensino médio e não consigo encontrar um emprego.
O fato de ter concluído o ensino médio é um passo importante, mas não garante o emprego. De acordo com a OIT, em 2013, 22,4% da população entre 15 e 29 anos com esse nível de escolaridade estava desempregada. A educação técnica pode ajudar você a encontrar um caminho profissional.
Se você tem pressa para encontrar um emprego, a melhor opção é um curso de formação inicial. Existem opções como os de informática e os cursos administrativos, que preparam os profissionais para uma ocupação específica no mercado.


• Já tenho 14 anos e quero começar a trabalhar logo.
Com essa idade, no Brasil, você ainda não pode trabalhar. Existe, porém, a oportunidade de tornar-se um aprendiz. As empresas de médio e grande porte são obrigadas por lei a contratarem jovens com idade entre 14 e 24 anos como aprendizes, preenchendo uma cota que corresponde de 5% a 15% do número de trabalhadores que demandam formação profissional.  Já conversamos sobre isso neste post, acesse para conhecer melhor.

• Quero fazer um curso, mas tenho dúvidas sobre qual escolher. O que preciso para saber para não errar na minha decisão?
O primeiro passo é se informar sobre o mercado de trabalho da sua região. Que segmentos da economia mais contratam? Quais setores estão em expansão e quais estão reduzindo? Essas informações são importantes para decidir que ocupações irão proporcionar a você melhor empregabilidade.
Depois disso, é preciso ter claro algumas características do mercado de trabalho. Em geral, há um menor número de profissões que oferecem altos salários. Por outro lado, há aquelas com características transversais, cujos profissionais transitam por diferentes ramos da economia e, por isso, conseguem emprego com mais facilidade. Estude um pouco sobre as habilidades exigidas nessas ocupações e veja com as que você se identifica. Depois desse cenário, fica mais fácil

• Moro em uma cidade pequena, com poucas alternativas de emprego. Como a educação profissional pode me ajudar?
É preciso olhar sua região como um todo. Hoje, o Norte, o Nordeste e Centro-Oeste apresentaram evolução na estrutura produtiva. É preciso identificar em que locais as empresas estão e preparar-se para tentar uma carreira, quem sabe até mesmo em outra cidade. Empreender pode ser uma possibilidade, mas é preciso saber se há mercado para o seu negócio. Enquanto isso, você pode aproveitar as oportunidades da educação profissional à distância.



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Por: Ismália Afonso

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Aprendiz: conheça como funciona legalmente essa função

Foto: CIEE

A sociedade brasileira, constantemente, se depara com crianças e adolescentes em situação de risco à sua integridade física e moral, sendo explorados em trabalhos insalubres, penosos e perigosos e, em casos extremos, envolvidos com tráfico de drogas e violência. 

Essa mesma sociedade tem que se mostrar sensibilizada e cumprir a lei que assegura a proteção integral à criança e ao adolescente, principalmente o acesso à educação. Como forma de garantir a educação integral, obrigatória e gratuita dos 4 aos 17 anos de idade, nossa lei proíbe o trabalho a menores de 16 anos, salvo na condição de aprendiz, a partir de 14 anos (art. 7º, XXIII da CF). 

Abaixo de 14 anos é proibido qualquer espécie de trabalho, sendo que a criança ou o adolescente nessa idade deve apenas estudar e se dedicar ao lazer. A sociedade deve não apenas proporcionar o acesso à escolarização, mas também condições iguais para que o adolescente continue seus estudos, tenha acesso à profissionalização, alcançando desta forma a cidadania plena.

Na fase de preparação para o primeiro emprego deve assegurar a continuidade dos estudos ao adolescente, essencial para seu desenvolvimento e crescimento, capacitando-o para a vida e para o mercado de trabalho. O contrato de emprego que permite a formação técnica profissional é o contrato de aprendizagem. As empresas de médio e grande porte são obrigadas a empregar e matricular adolescentes aprendizes nos cursos dos Serviços Nacionais de Aprendizagem, em número equivalente a 5%, no mínimo, e, 15%, no máximo, dos trabalhadores existentes em cada estabelecimento, cujas funções demandem formação profissional (art. 429 da CLT). 

O contrato de aprendizagem é um tipo especial de contrato por prazo determinado, que visa propiciar a formação profissional do adolescente, segundo diretrizes e bases da legislação da educação em vigor, caracterizando-se por atividades teóricas e práticas, metodicamente organizadas em tarefas de complexidade progressiva, desenvolvidas no ambiente de trabalho. É assegurado ao aprendiz o salário mínimo hora e o FGTS de 2% sobre o salário. O contrato de aprendizagem não poderá exceder a dois anos, salvo quando se tratar de aprendiz portador de deficiência, ao qual também não se aplica o limite de idade de 24 anos. 

A formação do aprendiz deve ser feita no Senai (indústria), Senac (comércio), Senar (rural), Senat (transporte) e Sescoop (cooperativismo). 

Na hipótese desses órgãos não oferecerem cursos ou vagas capazes de atender a demanda dos estabelecimentos, a formação do aprendiz poderá ser ministrada por outras entidades qualificadas em formação técnico-profissional metódica, como escolas técnicas de educação e entidades sem fins lucrativos, que tenham por objetivo a assistência ao adolescente e à educação profissional, registradas no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. A duração de trabalho do aprendiz não deve exceder a seis horas diárias, sendo vedadas a prorrogação e a compensação de jornada. 

A jornada poderá atingir até 8 horas diárias para os aprendizes que já tiverem completado o ensino fundamental, se nelas forem computadas as horas destinadas à aprendizagem teórica.

A empresa que contrata o aprendiz, inclusive o aprendiz deficiente, além de cumprir sua obrigação legal, preenchendo a cota obrigatória, cumpre seu papel social de capacitar o adolescente, proporcionando-lhe o acesso ao estudo e à capacitação para o mercado de trabalho, contribuindo para seu desenvolvimento humano, permitindo sua inclusão social e profissional, e, principalmente, afastando-o da situação de risco e outras formas de violências. 

O futuro da sociedade brasileira depende do tratamento e atenção que dispensa no presente às suas crianças e adolescentes.



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Por: Ana Cláudia Pires e Vanderlei Ferreira de Lima