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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

O que não se deve fazer numa entrevista de emprego



  • Chegar atrasado ou adiantado demais
  • Usar roupas informais demais
  • Não saber nada sobre a empresa ou o setor
  • Expressar-se mal, com gírias e frases sem sentido
  • Mentir sobre suas qualificações
  • Inventar cargos / funções que já exerceu
  • Disputar espaço com o entrevistador
  • Vangloriar-se de suas conquistas pessoais
  • Não perguntar nada durante a entrevista
  • Demonstrar desequilíbrio emocional


Fique atento, pois um simples deslize pode custar sua vaga!


Um bom currículo, bem redigido, sem erros de português, também diz muito sobre você e pode depor contra quando feito às pressas ou copiado de outra pessoa.

O currículo é uma ferramenta indispensável para quem procura uma nova colocação no mercado de trabalho ou crescimento profissional.

Deve estar sempre atualizado, completo e objetivo, para assim facilitar e atrair a atenção dos selecionadores.

Algumas informações são totalmente necessárias e outras são opcionais, de acordo com a empresa e o cargo almejado.

Durante a entrevista, apresente seu currículo em um papel limpo e sem marcas. Um currículo todo amassado ou manchado provavelmente irá para o lixo.

Fique atento e boa sorte!



quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Como se diferenciar no mercado de trabalho atual

Especialista da Unicesumar dá dicas sobre como se destacar na procura de trabalho


A disputa por uma colocação no mercado de trabalho tem ficado cada vez mais acirrada e os candidatos precisam estar preparados, pois qualificação, experiência e características de personalidade são cada vez mais observadas como diferenciais nas empresas.

Segundo a diretora da Faculdade Cesumar de Curitiba, pertencente ao Grupo Educacional Unicesumar, e psicóloga com mestrado em Recursos Humanos, Cristiane Mello David, para se tornar competitivo no atual mercado de trabalho é importante que os candidatos busquem o aprimoramento das qualificações profissionais. “Isso é o essencial, principalmente para aqueles candidatos que não possuem muita experiência”, conta. “No cenário atual, o mercado acaba colocando essas pessoas no mesmo patamar daqueles profissionais com muita qualificação na disputa pelas vagas. E, nesse caso, quem não é qualificado pode encontrar dificuldades em se recolocar”, explica.

Perfil

Outros pontos importantes que as empresas têm buscado nos candidatos está relacionado ao perfil de personalidade, nos quais se destacam: pessoas criativas e que saibam trabalhar em equipe; pessoas preparadas para lidar com frustrações do dia a dia; que possuam iniciativa, proatividade e busquem resultados; e tenham perfil de liderança, não só para a gestão de equipes, mas também para a coordenação de projetos nos quais esteja envolvido. “Além disso, quem está em busca de uma nova oportunidade de emprego deve estar atento à forma de se vestir, se portar e, principalmente, se comunicar”, alerta.

Escassez de vagas

Com a escassez de vagas, os salários também seguiram o mesmo caminho e sofreram uma redução significativa. “Antes tínhamos uma certa concorrência das empresas pelos profissionais, mas agora vemos o cenário o contrário”, comenta Cristiane. Segundo a especialista, muitos profissionais estão tendo que se enquadrar nas poucas vagas existentes, ganhando até menos para retornar ao mercado. “É importante entrar nas empresas e mostrar suas competências, para ser reconhecido e atingir ganhos melhores com o passar do tempo”, frisa.


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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Como encontrar sentido no trabalho

Qualquer um pode se dedicar a algo sem nenhum propósito, mas o comprometimento jamais será integral, o empenho será pequeno e o resultado, apenas protocolar.


Nos anos 1990, depois de ter publicado mais de 25 livros e visitado praticamente todas as dimensões da gestão moderna, Peter Drucker se interessou por um tema inédito: a gestão das organizações sem fins lucrativos e o trabalho voluntário. Queria entender o que motivava pessoas a realizar trabalhos em que o lucro, o pagamento e o interesse financeiro simplesmente não existiam. Ele, um defensor do pagamento justo como meio de incentivo, percebeu, então, que o ser humano pode ser motivado de várias maneiras, e que o dinheiro está longe de preencher inteiramente as necessidades do espírito humano.

Meaning, dizia. Meaning of life – o sentido da vida. O mestre se deu conta de que o ser humano tem imensa necessidade de perceber que suas ações são orientadas por algo mais que uma simples tarefa que será paga. Qualquer um de nós pode, sim, se dedicar a algo desprovido de sentido. Entretanto, o comprometimento com tal atividade jamais contará com a inteireza, o empenho será pequeno e o resultado será apenas protocolar. A vida vazia, sem missões que exigem nosso melhor, não nos completa.

Essa é a razão por que milhões de pessoas no mundo dedicam parte de seu tempo e de sua energia a trabalhos voluntários. Drucker calculou em muitos bilhões de dólares o que deveria ser pago a voluntários, só nos EUA, se eles recebessem salários. Olhando mais de perto, ele concluiu que as pessoas buscam essas atividades para darem sentido à sua vida. E se preocupou com o fato de que o trabalho delas não lhes dava esse sentimento de serem úteis e necessárias. Seu trabalho era desprovido de significado. OK, nem todos podemos estar ligados a uma causa considerada nobre, como reduzir a miséria ou salvar as baleias. Mas qualquer trabalho é nobre, se for feito com empenho.

Duas providências simples podem resolver o vazio interior que alguns carregam: fazer bem sua parte, ser ético e correto em todos os lugares e perceber que seu trabalho é valioso para os outros. Seu trabalho é mais do que uma simples tarefa. É uma nobre missão.



  
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Por Eugênio Mussak

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Os desafios da empregabilidade em meio à crise

Demissão em massa, a volta da inflação, alta do dólar, subida do desemprego, economia em desequilíbrio e empresas fechando as portas; são algumas das consequências da crise econômica que está retratada em todos os lados. Não é nem preciso ficar horas fazendo pesquisas na internet para entender o assunto, pois é possível ver claramente nos jornais, nas revistas, nas reportagens e de tão comum que está o assunto, já faz parte até das conversas do dia a dia.

Essa tem sido a atual situação do Brasil e tem preocupado a todos, principalmente empresários, funcionários e desempregados de qualquer classe social. Não têm como escapar dessa, pois todos estão sendo marcados de alguma forma por essa crise, quer seja financeiramente ou pessoalmente, por onde a crise tem passado tem deixado vestígios.

É nesse ambiente turbulento marcado por mudanças constantes, que surgem preocupações com dívidas, educação, saúde, moradia e emprego. Diante desses desafios, aparece a preocupação com a empregabilidade, pois como é possível estar empregado em meio à tantas demissões?


CONCEITUANDO EMPREGABILIDADE

A Empregabilidade é definida como o conjunto de habilidades, competências e conhecimentos. Tais características tornam os profissionais aptos para serem contratados por qualquer empresa. A Empregabilidade também pode ser definida como a qualidade do que ou de quem é empregável, ou seja, a possibilidade de ser empregado. É capacidade que o profissional tem de se adequar às novas exigências do mercado.


DESENVOLVENDO A EMPREGABILIDADE

Desenvolver a Empregabilidade pode significar recolocação ou a permanência no mercado, pois isso dá a cada trabalhador a capacidade de se autodesenvolver profissionalmente. É através da Empregabilidade que o profissional pode conseguir uma nova vaga de emprego ou desenvolver sua carreira.

Veja agora, algumas dicas para desenvolver a Empregabilidade:

• Adaptação em meio às mudanças: Uma das formas para sobreviver à crise, é se adaptar às mudanças e ter certeza de que elas são à base de qualquer aprendizado.

• Aperfeiçoamento: Fazer cursos, faculdade, pós-graduação, mestrado ou doutorado de acordo com a área vocacional é importante, mas é bom sempre ficar de olhos bem abertos às exigências do mercado, pois dessa forma o aperfeiçoamento será de grande valia e terá um bom retorno.

• Novas habilidades: É sempre bom ter uma carta na manga, no que se diz respeito à vida profissional. Aprender sobre novas tecnologias ou um novo idioma é sem dúvida um diferencial para voltar ao mercado ou manter-se empregado.

• Relacionamento interpessoal: É uma relação social que está inserida, no ambiente familiar, escolar, comunidade e de trabalho. Entre esses ambientes o mais diferente é o ambiente de trabalho, pois nós não temos como escolher colegas, chefes, subordinados e clientes. Independente da amizade que temos com cada um deles, precisamos manter a cordialidade e trabalhar juntos.


É daí que surge o termo “network”, ou seja, rede de relacionamento no trabalho. É aí que está o segredo, pois quanto maior for sua rede de relacionamento, maior será a possibilidade de um novo emprego.

Enfim, apesar da crise causar medo a todos os brasileiros e mudar o modo de viver de cada um, é possível sair dessa. Esse acontecimento serve para nos tornar fortes e mais criativos.



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Por: Joana Dark da Silva para Portal Educação

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Carreiras sem diploma

Carreiras que pagam bem e não exigem diploma universitário


Há algum tempo, foi publicada uma lista das profissões que não requerem diploma universitário e que somam bons salários, de acordo com o mercado de trabalho norte-americano.

Mas, e no mercado brasileiro? Quais são os cargos que pagam bem e que não pedem ensino superior?

A pedido do Brasil Post, o maior site de empregos do país, Catho, levantou exatamente estas profissões. A pesquisa foi baseada nas vagas divulgadas no site e nos salários médios pagos pelas empresas.

De acordo com a assessora de carreira da Catho, Juliana Pereira, mesmo com a crise econômica e a o fechamento de vagas em todo o país -- que já somam mais de 111.119 postos desde janeiro deste ano -- o mercado de trabalho para profissionais que optaram por outras qualificações continua aquecido.

“Muitas organizações oferecem oportunidade de emprego para estes profissionais e isso se deve ao fato de que a experiência na prática ainda pode ser considerada como um dos principais fatores, visto que para as organizações é importante que ele já apresente soluções desde o início da contratação.”

No entanto, Pereira lembra que apesar de não pedirem curso superior, as empresas costumam exigir outros diplomas, sejam de cursos técnicos, profissionais ou específicos para a área de atuação.

"Sendo assim, para aqueles que querem se destacar em meio à concorrência, além do curso técnico é necessário investir em cursos específicos para a área de atuação, além de cursos profissionalizantes focados na área de competência", recomenda.

Muito além do currículo

Para Juliana, não basta ter um bom currículo. "Hoje em dia, as organizações não se limitam mais apenas ao currículo ou à experiência profissional, mas a personalidade também poderá determinar o sucesso do profissional dentro da empresa e isso inclui a capacidade de adaptação a diferentes equipes e cultura."

Uma das habilidades que os empresários buscam é a flexibilidade. Segundo Juliana, esta característica é primordial aos olhos dos recrutadores por evidenciar a autoconfiança, a superação dos desafios e pressões do dia a dia.

Além disso, profissionais precisam ter bom relacionamento com outras pessoas, sejam da equipe e clientes. "O mercado requer comprometimento para que consiga se desenvolver dentro da organização."

Veja agora os sete cargos que não requerem faculdade, de acordo com o mercado de trabalho brasileiro:

  • 1   Projetista Mecânico
  • 2   Ferramenteiro de Moldes Plásticos
  • 3   Técnico em Obras
  • 4   Inspetor de qualidade de instrumentos
  • 5   Técnico em Inspeção de Equipamentos
  • 6   Técnico em Sucroalcooleira
  • 7   Técnico de Petróleo




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Por: Luiza Belloni, de Brasil Post.