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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

O que não se deve fazer numa entrevista de emprego



  • Chegar atrasado ou adiantado demais
  • Usar roupas informais demais
  • Não saber nada sobre a empresa ou o setor
  • Expressar-se mal, com gírias e frases sem sentido
  • Mentir sobre suas qualificações
  • Inventar cargos / funções que já exerceu
  • Disputar espaço com o entrevistador
  • Vangloriar-se de suas conquistas pessoais
  • Não perguntar nada durante a entrevista
  • Demonstrar desequilíbrio emocional


Fique atento, pois um simples deslize pode custar sua vaga!


Um bom currículo, bem redigido, sem erros de português, também diz muito sobre você e pode depor contra quando feito às pressas ou copiado de outra pessoa.

O currículo é uma ferramenta indispensável para quem procura uma nova colocação no mercado de trabalho ou crescimento profissional.

Deve estar sempre atualizado, completo e objetivo, para assim facilitar e atrair a atenção dos selecionadores.

Algumas informações são totalmente necessárias e outras são opcionais, de acordo com a empresa e o cargo almejado.

Durante a entrevista, apresente seu currículo em um papel limpo e sem marcas. Um currículo todo amassado ou manchado provavelmente irá para o lixo.

Fique atento e boa sorte!



quinta-feira, 27 de outubro de 2016

A importância da oportunidade para o primeiro emprego

O primeiro emprego
Pesquisa mostra a importância que a primeira oportunidade tem para a vida toda

O primeiro emprego define o resto da carreira? A partir desta pergunta, a empresa de Recursos Humanos, Randstad, realizou em 2014 uma pesquisa com 400 pessoas, de 18 a 65 anos, de 33 países e identificou a importância do primeiro emprego para os profissionais atuais.

O estudo afirma que 44% do público entrevistado acredita que os primeiros anos da carreira são decisivos para o futuro profissional. Os chineses lideram este ranking, com 82%. A Índia ocupa o segundo lugar, com 76%. Já no Brasil, 34% acreditam que a primeira experiência tem um peso na trajetória profissional.

É o caso de Washington de Jesus Silva, de 25 anos, que iniciou sua carreira há 10 anos como Jovem Aprendiz do Espro - Ensino Social Profissionalizante. Na época, Washington conseguiu uma oportunidade em uma instituição bancária, no qual foi efetivado e trabalhou por quatro anos.

Após a experiência como Aprendiz no setor administrativo financeiro, ele decidiu fazer uma graduação na área. "Segui esta área, pois está sempre em desenvolvimento e abriga grandes oportunidades. Me adaptei super bem e o meu desenvolvimento foi acima do esperado. Meu início no mundo do trabalho teve grande influência nesta minha escolha, porque revelou minha afinidade com este segmento de atuação", afirma.

Ter se identificado e seguido a área no qual teve contato em sua primeira experiência só lhe trouxe bons resultados. Atualmente, Washington ocupa o cargo de gerente Financeiro em uma empresa de engenharia.

Estímulo: “A empresa que aposta no primeiro emprego tem, acima de tudo, um forte compromisso social. Mais do que simplesmente contratar, é preciso treinar, capacitar, oferecer ao jovem profissional o conteúdo necessário para ele mesmo trilhar a própria trajetória: seja a de crescer junto com a companhia ou a de buscar novas oportunidades no mercado de trabalho”, diz o diretor de Comunicação Corporativa do McDonald’s Brasil, Hélio Muniz, em artigo.

No artigo, Muniz chama a atenção para o momento atual da economia brasileira e em quanto podem e devem contribuir as grandes corporações para oferecer uma primeira oportunidade aos jovens. “Nada pode ser mais gratificante para qualquer companhia e nada poderá dar mais resultado do que ser gerador de oportunidades”, diz.



  Coisas que não se deve fazer em uma entrevista de emprego:  

• Chegar atrasado ou adiantado demais
• Usar roupas informais demais
• Não saber nada sobre a empresa ou o setor
• Expressar-se mal, com gírias e frases sem sentido
• Mentir sobre suas qualificações
• Disputar espaço com o entrevistador
• Vangloriar-se de suas conquistas pessoais
• Não perguntar nada durante a entrevista
• Demonstrar desequilíbrio emocional



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Por: Bem Paraná

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

O que é Qualificação Profissional

Qualificação Profissional são os atributos e características de um indivíduo para se posicionar bem no mercado de trabalho. 

Essa qualificação não é uma formação completa, ela é utilizada como complemento da educação formal podendo ser aplicada nos níveis básico, médio ou superior. Sua carga horária vai depender da necessidade de aprendizagem e do curso / treinamento escolhido.

É a preparação para aprimorar as habilidades e especializar-se em determinadas áreas para executar da melhor forma as atribuições solicitadas.

Qualificação Profissional é um requisito básico para ter sucesso no mundo globalizado e funciona de forma a complementar a formação, seja ela de nível médio ou superior, através da incorporação de conhecimentos teóricos, técnicos ou operacionais relacionados à produção de bens e serviços, por meio de processos educativos desenvolvidos em diversas instâncias (escolas, sindicatos, empresas, associações).

A Qualificação Profissional pode ser conquistada através de conhecimentos teóricos, técnicos e operacionais, para qualquer tipo de empresa, como cursos de idiomas ou informática, para um setor específico, como logística, marketing, setores administrativos etc.

No mundo atual e globalizado em que vivemos, a Qualificação Profissional tornou-se mais do que essencial e determinante para o futuro profissional de um indivíduo, uma vez que muitos profissionais de recursos humanos já consideram o diploma superior uma qualificação mínima para obter sucesso.

O candidato que mais apresenta formações em seu currículo é o que mais tem chances de obter boa colocação. Ele deve especializar-se continuamente com cursos profissionalizantes, conhecimentos em idiomas, informática etc.

O público principal que deve buscar a Qualificação são jovens com ensino médio completo, geralmente com cursos de informática e à procura do primeiro emprego. Esses são os candidatos a funções de recepcionista, digitador, secretária e de preferência qualquer outro cargo que não tenha exigência de experiência anterior.

Uma solução é procurar cursos para colocação no mercado de trabalho. É importante aprender o processo de elaboração de um bom currículo, a importância e as etapas de uma entrevista, além de questões de relacionamento interpessoal e ética dentro de uma empresa.

Qualificação profissional também é a preparação do cidadão através de uma formação profissional para que ele possa aprimorar suas habilidades para executar funções específicas demandadas pelo mercado de trabalho e se destacar.



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Fonte: Wikipedia / Google

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

A postura do jovem para o primeiro emprego

Ótima entrevista com o Consultor em Carreiras e Coordenador do curso de Pós-graduação em Gestão da UNI-RN, Flávio Emílio Monteiro. O educador corporativo faz uma análise sobre cenário econômico e aponta caminhos para o jovem que pretende iniciar uma carreira profissional.
Aproveite!


 O jovem precisa se mostrar disposto a aprender, ter atitude.


Baixa escolaridade ou deficiências na formação profissional, falta de experiência e dificuldades em entender as exigências corporativas são alguns dos fatores que dificultam a inserção dos jovens no mercado. No início da carreira produtiva – entre os 18 e 24 anos –, a maior parte dos jovens ainda tenta compreender quais decisões tomar sobre uma carreira. Em período de recessão e corte de vagas, a situação parece ainda mais complicada para o profissional que deseja iniciar no mercado de trabalho.

Para Flávio Emílio Monteiro, o mercado está, de fato, mais exigente para o jovem. Entretanto, acima da formação profissional e da experiência, as empresas buscam comprometimento e atitude. “O mercado procura algo além do conhecimento técnico mas gente que aja diferente, se comporte diferente e tenha atitudes que possam agregar para a empresa”, ressalta Monteiro.

♦ Há uma idade ideal para iniciar a idade profissional?
É uma decisão pessoal e da própria condição financeira. A alternativa de o jovem entrar antes mesmo de terminar o ensino médio é medida pela circunstância. Ele precisa colaborar com o orçamento doméstico: não há incompatibilidade entre estudar e organizar o tempo para trilhar a profissão.

♦ O que o jovem que deseja entrar no mercado de trabalho deve ter em mente?
Não há faixa etária ideal: ela se inicia, em termos legais, a partir de 14 anos. Os programas de incentivo à inserção, como o pequeno aprendiz, não deixaram de existir por causa do momento difícil do mercado. O que diferencia mesmo é atitude. O jovem precisa se mostrar disposto a aprender, ter atitude. E mesmo em períodos de crise, empresa nenhuma quer perder um talento que possa ser desenvolvida.

♦ Quais parâmetros medem esta “atitude”?
Um conjunto de comportamentos que ele vai apresentar. Alguém que seja adaptável, demonstre iniciativa, tenha organização, todas as coisas que são universais no mercado, independente se é um período próspero ou difícil.

♦ Como o mercado está em recessão, as seleções vão se tornar mais seletivas?
Sim, as empresas já são seletivas, e em períodos de recessão como que estamos passando elas tendem a ser ainda mais seletivas. Como a quantidade de vagas é muito pequena e de pessoal é grande, o rigor é maior.

♦ A qualificação que o mercado fala é apenas técnica ou também foca no comportamento e ética no trabalho? 
Essa complementação acaba sendo aquele diferencial de atitudes que pode garantir que o jovem ganhe a vaga. O mercado procura além do conhecimento técnico, do preparo ou um diploma de curso específico, mas gente que haja diferente, se comporte diferente e tenha atitudes que possam agregar para a empresa. Por isso as dinâmicas, entrevistas, que vão focar mais o lado comportamental.

♦ Quais conhecimentos “básicos” o jovem precisa ter?
Em princípio idiomas, principalmente o nosso. Por mais óbvio que possa parecer, há quem escreve mal, não se comunica direito e isso no mundo corporativo é imperdoável. Acrescentar um segundo idioma é desejável, mas eu não considero que quem não sabe falar inglês vá perder muitas oportunidades. Se tiver, aumenta as chances. Dominar o português é fundamental. Também é preciso uma capacidade analítica, que vem da matemática, por exemplo. Além disso, é preciso usar as ferramentas, não só como usuário: é preciso saber usar um word, excel, algum tipo de banco de dados.

♦ O que um jovem que não tem experiência profissional pode colocar no currículo?
Entre os recrutadores há uma máxima bem curiosa: todo mundo que declara avançado no currículo, na verdade é médio; quem fala médio, é elementar; e quem fala elementar, não sabe de nada. As pessoas tendem a se supervalorizar no currículo. Mas currículo pede, primeiro, os dados básicos: nome, idade, contato telefônico. Documentos pessoais só entram na fase de contratação. Além disso, é preciso colocar a última formação escolar ou acadêmica. No último tópico, a experiência, ou perfil profissional. O jovem que não tem experiência não vai inventar. O que a gente recomenda é: fez alguma atividade voluntária, participou de alguma atividade, viajou para fora do país, ganhou um concurso de poesia? Coloque no currículo. Pode não ter nada relacionado com a vaga pela qual você concorre, mas mostra um traço do seu perfil: uma pessoa desprendida, com iniciativa, que sabe trabalhar em equipe. O significado da palavra “curriculum” é curso de vida, então pegue o que há de melhor, o que for de verdade, e coloque. Os recrutadores têm vários artifícios para descobrir mentiras, eles vão olhar rede social...

♦ Por falar em internet, ela deve ser inserida no currículo?
Não agrega. Colocando ou não alguém vai rastrear, mas caso o candidato avance, não na primeira fase.

♦ Os jovens costumam ter muita presença em redes sociais. Para quem está começando ou já está no mercado de trabalho, é preciso ter filtro?
Não há como negar que o mundo corporativo é conservador, esta é uma característica de grande parte das empresas. Temos liberdade no nosso país, mas nem todo mundo consegue utilizar a rede social de forma responsável. Então, é preciso pelo menos ter o cuidado de colocar filtros corretos para que fotos, conteúdos e opiniões fiquem restritos à amizade e intimidade do candidato. Quando você deixa muito aberto, isso pode causar um mau julgamento sobre a pessoa. Não chega a ser uma questão de segregações, mas você faz projeções pelo estilo de vida que a pessoa demonstra ter. E as empresas não estão selecionando para arriscar, mas para acertar, até porque isto custa tempo e dinheiro. Aparecendo um traço comportamental fora do que a empresa quer, está fora.

♦ Já que se falou em conservadorismo, como é vista hoje a tatuagem, o piercing...?
Cada vez mais (o mercado) vem aceitando. Conservador, hoje, é mais relacionado ao comportamento, não aparência, até porque o próprio Ministério Público do Trabalho se posiciona fortemente contra qualquer tipo de discriminação. Tatuagem, piercing, cor de cabelo, alargador dependem muito da característica da empresa. Na área de criação de uma empresa de propaganda você pode encontrar tudo isso que citou, o mesmo em um call center. E tatuagem, o que a gente recomenda? Ter cuidado com o local. Tem que ser um local em que você administra a coisa: mostra quando deve e esconde quando não deve. Tamanho, extensão do desenho também devem ser observados, bem como o tipo de desenho.

♦ Durante a seleção, há alguma dica para o jovem minimizar o nervosismo?
Entrevista, no final das contas, é treino. Você começa a ficar mais solto ao longo de várias. Uma sugestão é que o jovem exercite o diálogo: alguns têm o hábito de se isolar. Com o smartphone, alguns dialogam pouco com a família, com os amigos, na escola. Então, esta pessoa frente a frente com um selecionador vai ficar nervosa. E não tente também bancar o ator nesta hora. Há alguns sites que dão a recomendação do que dizer, citar que “ser perfeccionista é o meu defeito”. Isso não vale. Gostar das coisas certas não é um defeito. Script não funciona. Os recrutadores estão cada vez mais criativos nas perguntas.

♦ Com a lei nacional de aprendizado, o jovem está cada vez mais cedo disponível no mercado. A empresa precisa ter uma atenção especial com ele?
Quando alguém é admitido como jovem aprendiz, estagiário ou trainee, a empresa raciocina que a pessoa está em processo de desenvolvimento. Então, nada mais normal que ela faça perguntas, e a empresa já está aberta a dar este apoio. É importante que ele (o estudante) não se retraia nesta hora. Se eu faço perguntas é porque eu tenho interesse, iniciativa, e isso é extremamente bem visto.

♦ Qual o benefício para a empresa em buscar o jovem profissional?
Primeiro é que ela atende a uma determinação legal, que estabelece que a empresa tenha um percentual de jovens aprendizes. Segundo, ela consegue jovens talentos que podem ser moldados pela cultura e característica da empresa. E, do ponto de vista financeiro, trazer um jovem aprendiz ou estagiário tem custo bem mais baixo.

♦ Não há o risco de a empresa substituir, em tempos de recessão econômica, o profissional pelo estagiário?
Cada vez mais as empresas têm procurado se adequar à lei do estágio e do aprendiz, mas claro que distorções você vai encontrar ainda. O que acontece é que tanto o jovem aprendiz quanto o estagiário tem carga horária diferenciada, e não se coloca para eles cargos de tomada de decisão e risco. É mais uma função de aprendizado, apoio, auxílio do que propriamente quem vai responsabilizar por uma tarefa. Mas cabe também ao jovem perceber, informar que está sendo submetido a jornadas exaustivas ou pressão psicológica, até porque todos os contratos são regidos por instrumentos legais. É importante ele ler e saber se o que executa na empresa está de acordo com o que executa no trabalho.



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Por: Nadjara Martins

quinta-feira, 23 de junho de 2016

As 20 perguntas mais comuns na entrevista de emprego

Veja como responder a questões-chave para se dar bem numa entrevista de emprego. Não existe regra. Cada entrevistador tem uma expectativa!



Muitas das perguntas feitas nas entrevistas de emprego parecem uma espécie de clichê. Não importa o ramo de atuação, perfil da empresa ou da vaga disponível, o selecionador sempre vai recorrer a algumas questões-chave para conhecer você melhor e avaliar se os seus valores estão alinhados aos da organização.

Apesar de as perguntas serem iguais em todos os processos de seleção não há uma resposta formatada para elas. Especialistas recomendam: seja o mais honesto que puder, dessa forma terá mais chances de encontrar no mercado a vaga que seja a sua cara. Caso contrário, não conquistará o emprego que disputa ou será um profissional frustrado.

Algumas recomendações, todavia, são importantes e podem ajudá-lo na hora do contato com o selecionador, quando a ansiedade e o nervosismo resolvem aparecer, todo o cuidado é pouco, já que até o seu corpo pode entregar as suas fraquezas. Ouvimos o coach executivo Carlos Cruz e o consultor organizacional Eduardo Shinyashiki a respeito. Da entrevista surgiram as 20 perguntas mais comuns em uma entrevista de emprego e dicas de como você pode respondê-las para se dar bem em um processo de seleção.

1. Fale sobre você.
Não existe regra. Cada entrevistador tem uma expectativa. No geral, o selecionador quer saber mais sobre a formação acadêmica do candidato, o que ele gosta de fazer (hobby), seus sonhos e expectativas. A orientação é direcionar o discurso para o âmbito profissional.

2. Quais são seus objetivos a curto prazo?
O candidato tem de pensar qual é o seu objetivo antes da entrevista. Só assim vai saber se determinada oportunidade de emprego é interessante para ele. É necessário que o profissional “entreviste” também a empresa e averigue se a proposta é significante para sua carreira.

3. Quais são seus objetivos a longo prazo?
Como em uma relação a dois, é primordial que a pessoa deixe claro quais são seus anseios na vida profissional. Para isso, é preciso ter clareza. O erro da maioria dos candidatos é a passividade, isto é, aceitar uma proposta sem saber o que é relevante para sua trajetória profissional.



4. Como você lida com as pressões do trabalho?
O candidato deve dar exemplos vivenciados por ele. Isso vai dar consistência à resposta e segurança para o entrevistador enxergar que o profissional tem potencial para ocupar determinada posição.

5. Por que devemos contratá-lo?
Dizer que você tem sede de aprender, de crescer profissionalmente e de contribuir com a empresa não são respostas satisfatórias. O candidato deve expor como pode colaborar com o desenvolvimento da organização.

6. Como você poderá contribuir para o desenvolvimento e crescimento da empresa?
O entrevistado deve se fazer essa pergunta antes de ser questionado. Quais as expectativas da empresa com relação ao profissional que vai ocupar a vaga disponível? Se isso não estiver claro, o candidato deve questionar o selecionador.

7. Quais foram suas maiores realizações profissionais?
Cite até três exemplos. Procure falar sobre as realizações mais relevantes em sua vida profissional que estejam atreladas às expectativas ou ao negócio da empresa. “Nessa hora o profissional deve ser marqueteiro, ou seja, elencar o que tem de melhor e dizer sem receios”, destaca o consultor Carlos Cruz.

8. Quais são seus pontos fortes?
O candidato deve listar suas principais características e eleger o que considera ser atributos de um talento. Pergunte-se: o que os seus colegas de trabalho diriam positivamente de você? Pense em sua rotina profissional e escolha as qualidades que mais o definam no trabalho.

9. Quais são os seus pontos a desenvolver?
Cite um exemplo e foque no que você está fazendo para superar a dificuldade. Não dê ênfase ao seu ponto fraco.

10. Qual é o seu maior sonho?
Para responder a essa pergunta o candidato deve saber exatamente o que quer. Quanto mais autêntico ele for, maior será a probabilidade de encontrar uma empresa alinhada ao seu perfil.

11. Por qual motivo você saiu da empresa anterior?
Diga que está em busca de crescimento profissional e melhores oportunidades de carreira.

12. Por que ficou pouco tempo nos empregos anteriores?
Justifique afirmando que busca acima de tudo uma empresa que investe nos funcionários, valoriza o seu trabalho e dá oportunidades de crescimento.

13. Por que está há tanto tempo no emprego atual?
Você pode dizer que a empresa atual possui valores compatíveis com os seus e o valoriza enquanto funcionário. Explique que no momento quer alcançar outros objetivos e ganhar experiência em empresas diferentes.


14. Você já recebeu críticas sobre o seu trabalho? Como reagiu?
Segundo o consultor Eduardo Shinyashiki, críticas são sempre bem-vindas, pois ajuda o profissional a perceber os erros para não cometê-los novamente. Ele orienta o candidato a responder que o feedback é essencial para o crescimento profissional.

15. O que você considera importante em uma empresa?
Responda com palavras que estejam ligadas aos seus valores pessoais. Exemplos: organização, seriedade, valores profissionais e sociais, conforto para trabalhar e um quadro de funcionários estável.

16. Como você se comporta no trabalho?
Diga o que as empresas gostam de ouvir, desde que seja verdade, é claro. Exemplo: sou pontual, dedicado, comprometido, responsável, criativo, dinâmico, eficaz, flexível e sei trabalhar em equipe.

17. Com que tipo de pessoa você prefere trabalhar?
Pense em características pessoais valorizadas pelas empresas. Você pode dizer que gosta de trabalhar com pessoas comprometidas, responsáveis e que tenham espírito de equipe.

18. Com que tipo de pessoa você encontra dificuldade em trabalhar?
Pense em características que firam o clima da organização e acabam influenciando negativamente o rendimento no trabalho. Exemplo: pessoas arrogantes, impacientes e sem espírito de equipe.

19. Por que você escolheu essa carreira?
Diga que você se identifica com a área, dedica-se a ela e sente prazer no que faz.

20. Como você se comporta quando algo não sai como planejou?
Nessas horas, o importante é manter a calma e tentar reverter a situação de outra maneira para atingir o objetivo. Se você age dessa forma esta é uma resposta convincente.



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Por: Área H / Carreira

quinta-feira, 26 de maio de 2016

O que é dispensável em um Currículo

A ideia desse texto surgiu ao analisar diariamente vários currículos que recebemos aqui na Interatech todos os meses. A grande maioria dos currículos trazem informações totalmente desnecessárias!

É importante lembrar que o currículo é um documento que é a porta de entrada para a busca de emprego. Nele precisam conter informações que despertem o interesse do recrutador. Nada adianta ter várias qualificações se você vacilar em itens básicos.

Podemos te garantir que são nos detalhes que um candidato é eliminado. É preciso ter a percepção de que, dependendo do porte da empresa, são milhares de currículos que o setor responsável recebe diariamente, portando as empresas já criam um processo de funil ao passar os olhos em cada currículo.

Vamos comentar agora os erros mais comuns nos currículos que recebemos, começando com os mais graves:



  1 – Cursos fora da área de atuação ou defasados  
Sabemos que todas as empresas e, em especial o recrutador, valoriza muito uma formação constante, com cursos de aperfeiçoamento durante toda a trajetória da pessoa. Porém, é preciso ter uma lógica.
A falta de critério nessa trajetória é eliminação certa! Cursos defasados, nem se fala.
Por exemplo, um Curso de Informática Básica deve estar atualizado (Windows 2013 etc) ou o seu histórico profissional tem que passar essa ideia.

  2 - Preferência de cargo ou área de atuação  
Esse tópico é bastante simples de explicar. Sempre mencione sua área de atuação, pois você aumenta em muito seu leque de opções dentro da empresa. Ao citar o cargo pretendido, você corre o risco de ser eliminado (exceto se a empresa recrutadora esteja oferecendo a vaga para um cargo determinado).

  3- Características comportamentais  
Dar uma ideia do seu perfil para o recrutador é muito importante, porém lembre-se sempre de
colocar somente características que são realmente suas que fazem a diferença.
Informe resultados alcançados por ter tais caraterísticas. Cite algo que você fez que realmente fez a diferença.

  4 - Não descuide do português  
Lembre-se você não está no SMS ou qualquer outro aplicativo de envio de mensagem. Muito menos em redes sociais! Dependendo da falha na escrita você pode ser desclassificado.

Dicas finais:

O currículo precisa ter informações e iscas suficientemente interessantes para que você passe pela primeira etapa, que é ser chamado para o processo seletivo. Lembre-se, são as coisas mais simples que fazem você chegar ao topo!

Sacada final para reflexão: Como anda a SAÚDE do seu currículo?




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Por: Elyson Sá

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Dicas para encontrar o primeiro emprego

As empresas têm quatro formas de contratar jovens para o primeiro emprego: a convencional, por meio da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o Contrato de Aprendiz, o Estágio e os Programas de Trainee.

A lei permite o trabalho a partir dos 14 anos como Aprendiz e, acima dos 16, para os demais empregados. Muitas empresas e entidades se organizam para liberar vagas para estágio todos os anos. 


Estágio e Trainee

O início do segundo semestre é a melhor época para se candidatar a vagas de Estágio e Trainee. No caso do Estágio, os meses de julho e agosto concentram o maior número de vagas devido à formatura dos estudantes e necessidade de reposição dos estagiários.

Em relação aos programas de Trainee, as empresas costumam abrir as inscrições entre julho e setembro para possibilitar que universitários que irão se formar em dezembro possam se inscrever.

Seme Arone Junior, presidente da Associação Brasileira de Estágios (Abres), diz que fazer estágio logo no início da faculdade é uma boa estratégia para a carreira. “Dessa forma, o jovem tem a chance de conhecer melhor a rotina da profissão escolhida e confirmar se é realmente o que deseja fazer”, diz.

Segundo Renata Damásio, consultora da Cia de Talentos, o Trainee é um jovem que será treinado para assumir um cargo de liderança na empresa. Por isso, o que as companhias procuram nos candidatos é a boa formação escolar e universitária e potencial para atingir cargos de gestão em pouco tempo – o treinamento na empresa dura de um a três anos. 


Aprendiz

Ser um Aprendiz é aprimorar-se constantemente. São jovens e adolescentes que almejam desenvolvimento e crescimento profissional, dentro de uma área de atuação específica, valorizam a educação e, principalmente, desejam realizar sonhos. É a descoberta de oportunidades e a possibilidade de inserção no mundo do trabalho.

A Lei brasileira do Aprendiz determina que "Jovem Aprendiz" é considerado aquele contratado diretamente pelo empregador ou por intermédio de entidades sem fins lucrativos; que tenha entre 14 e 24 anos; esteja matriculado e frequentando a escola, caso não tenha concluído o Ensino Fundamental; e esteja inscrito em curso ou programa de aprendizagem desenvolvido por instituições de aprendizagem. 

Os direitos do Jovem Aprendiz são a duração da jornada do jovem, que deverá ser de, no máximo, seis horas diárias, podendo se estender até oito horas diárias para os aprendizes que já tenham concluído o Ensino Fundamental, se nelas forem computadas as horas destinadas à aprendizagem teórica. 

Os jovens contemplados permanecem um período no local de trabalho e outro em capacitação. Por essa jornada, ele recebe o salário mínimo/hora. O jovem aprendiz tem direito a todos os benefícios trabalhistas e previdenciários compatíveis com o contrato de aprendizagem.


Desemprego

De acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada no mês passado e realizada em seis regiões metropolitanas do país, 42,5% dos desocupados têm até 24 anos. Ainda conforme a pesquisa, 16,3% dos desocupados de modo geral estavam em busca do primeiro emprego.


Falta de experiência

Embora a alegação de muitas empresas para deixar de contratar jovens no primeiro emprego seja a falta de experiência, muitas empresas veem nisso uma oportunidade.

Uma delas é o McDonalds. De acordo com a gerente nacional de recursos humanos, Sheila Leme: "contratando jovens sem experiência temos a oportunidade de passar a maneira que consideramos que deve ser realizado o serviço, com qualidade", afirma a gerente.

Na avaliação de Sheila, adquirir responsabilidade para o trabalho é uma das etapas de treinamento pela qual passam os jovens. "Geralmente os jovens são muito imediatistas, impulsivos. Mas eles são treinados para adquirir responsabilidade. (...) Eles entendem que abrimos a porta do primeiro emprego com todos os direitos."

Outra estratégia para manter os jovens motivados no emprego é o plano de carreira, diz a gerente. "O nosso presidente começou fazendo Big Mac em restaurantes. Mais de 70% dos gerentes em restaurantes também começaram."

Denise Furtado, supervisora de recursos humanos da rede Cinemak, diz que a empresa também contrata jovens sem experiência para moldá-los: "eles não trazem na bagagem vícios de empregos anteriores. Estão sempre mais disponíveis e têm a aprendizagem mais fácil", avalia Denise. Ela cita ainda que a empresa busca pessoas sem experiência porque a faixa salarial para os cargos é baixa.

Segundo a supervisora, dos 2.800 empregados da Cinemark, cerca de 1.800 são jovens entre 16 e 21 anos no primeiro emprego. "A maioria das carteiras chega em branco no RH." O Cinemark contrata jovens como aprendizes, em vagas convencionais e para estágio de nível superior.



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Fonte: G1
Via: Busca Jovem
Link

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

As 8 profissões que mais crescem no Brasil

Descubra quais carreiras estão em alta no País e veja as habilidades necessárias para cada área!

No Brasil, as profissões mais promissoras atualmente estão nas áreas de Construção Civil, Agronegócio, Tecnologia, Finanças, Jurídica e Vendas.

Essas carreiras não apenas oferecem bons salários – que podem chegar a R$ 90 mil em alguns casos! – como também têm ótima empregabilidade. Isso significa conseguir trabalho mais rapidamente, muitas vezes antes mesmo de obter o diploma.

Uma boa opção para ingressar rápido no mercado é fazer cursos profissionalizantes que abrem as primeiras portas. Saber lidar com informática é principal atrativo num currículo.

Os cursos que formam os profissionais mais desejados do Brasil atualmente estão disponíveis em uma grande variedade de instituições públicas e particulares por todo o Brasil – alguns, inclusive, na modalidade à distância.

Se você está buscando se posicionar no mercado e quer entrar com o pé direito em uma área aquecida, veja a lista com as 8 profissões que mais crescem no Brasil.


1. Engenharia
O investimento em infraestrutura, o rápido desenvolvimento do mercado imobiliário brasileiro são apenas alguns dos tantos motivos que transformaram o Brasil num grande mercado para engenheiros.
As especialidades mais disputadas são as que lidam com inovação nos setores de Engenharia Civil, Telecomunicações, Energia, Petróleo e Gás. Habilidades com gestão de pessoas, informática, MSProject, SketchUp e AutoCAD são um bom diferencial e podem render salários de até R$ 50 mil.

2. Tecnologia da Informação (TI)
Profissionais que cuidam da infraestrutura tecnológica de uma organização estão sendo cada vez mais requisitados. Os motivos são a crescente demanda por tecnologia e inovação nas empresas, a necessidade de reforçar a segurança e o investimento em armazenamento e gestão de dados.
As áreas que estão crescendo mais rapidamente são as de startups (pequenos projetos inovadores, com base tecnológica) e as médias empresas.
Habilidades em Excel, Acces, Programação Desktop, Lógica de Programação são iscas para um bom currículo. O salários são atrativos, podendo chegar a R$ 50 mil.

3. Finanças e Contabilidade
Outra área que recebeu um grande impulso nos últimos anos foi a de Finanças e Contabilidade. Com a crescente necessidade de reduzir custos e aumentar a produtividade geral, as empresas passaram a buscar profissionais que pudessem ajudá-las a cumprir este objetivo.
Cenários de instabilidade econômica também exigem uma maior presença e acompanhamento desses profissionais. Esse é outro motivo para a carreira estar em alta.
O salário de um diretor financeiro experiente, em uma grande empresa, pode chegar a R$ 90 mil! Saber lidar com Excel é imprescindível para ingressar nessa área.

4. Direito
Direito tributário, trabalhista, cível, de falência e recuperação judicial são as áreas que mais crescem no mercado corporativo brasileiro. Nos últimos anos, para evitar complexos processos judiciais, as empresas resolveram investir em segurança jurídica, o que inclui desde a garantia de que está cumprindo todas as obrigações legais até a forma correta de se posicionar diante de disputas envolvendo empregados.
Nessas áreas, os salários podem chegar a R$ 25 mil.


5. Profissionais de Marketing e Vendas
Devido à evolução do mercado consumidor e inclusão de novos grupos sociais, o brasileiro passou a ser mais exigente com aquilo que consome. Com o desafio de entender sobre esse novo perfil, as empresas recorrem aos profissionais de Marketing para ajudá-las a alavancar as vendas e continuar a entender os anseios dos seus clientes, gerando fidelidade e antecipando tendências diante dos seus concorrentes.
As empresas com maior demanda pelo profissional de Marketing estão nos ramos: farmacêutico, de bens e serviços, tecnologia e bens de consumo.
Os salários são interessantes, podendo chegar a R$ 25 mil! É interessantes ter cursos como Telemarketing, Vendas, Atendimento ao CLien te e infomática – sempre.

6. Agronegócio
O agronegócio é um dos pilares mais importantes da economia brasileira. O crescimento da produção para atender ao mercado interno ou exportar aumentou a demanda por profissionais especializados na área.
Sai na frente quem se dedica a pesquisar modelos e tecnologias ligadas à melhoria de produtividade, fortalecimento de espécies, enriquecimento de solos e tecnologias envolvendo toda a cadeia produtiva do agronegócio.
Os salários para gestores de alto nível pode chegar a R$ 70 mil!

7. Educação
As políticas de inclusão e expansão da rede de ensino fundamental, médio e superior no Brasil abriram um campo de atuação enorme para os professores. Tanto que hoje é uma das profissões com maior empregabilidade no País, chegando a impressionantes 94,13% de acordo com pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Houve também um grande incentivo à formação em cursos de Licenciatura e de Pedagogia – este último está, inclusive, na lista dos que mais agregam alunos no Brasil, com 652 mil alunos atualmente.

8. Meio Ambiente
O meio ambiente passou a ser um assunto de extrema importância para empresas e órgãos públicos de todos os portes e áreas de atuação. As mudanças climáticas, a pressão social por práticas mais sustentáveis e a necessidade de se preservar mananciais, matas nativas e animais provocaram uma grande procura por profissionais especializados na área.
As áreas mais aquecidas são gestão e planejamento, educação ambiental, certificação e recuperação de áreas degradadas.



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Por: Guia da Carreira

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Dicas para Conquistar o Primeiro Emprego


É natural surgirem diversas dúvidas na procura do primeiro emprego. As questões de quem não possui experiência profissional abrangem desde a elaboração do currículo até o que responder na entrevista de emprego ou qual roupa vestir.

Os especialistas Ricardo Fera, especialista em gestão estratégica de recursos humanos, e Caio Infante, diretor de marketing e novos negócios da Fellipelli comentam e dão algumas dicas para quem está niciando.

O que escrever no currículo
Segundo Caio, além dos dados pessoais, o candidato deve mencionar a escolaridade, cursos extracurriculares ou profissionalizantes realizados ou em curso, trabalhos voluntários. “É importante colocar também as características pessoais, isto é, habilidades como comunicativo e organizado.”
Estudantes universitários devem citar os projetos acadêmicos dos quais participa ou participou, ressalta Ricardo.

O que pôr no “objetivo profissional”
Quem está à procura do primeiro emprego já deve ter em mente o que deseja para sua carreira. “Colocar que pretende adquirir conhecimento em determinada área que se identifica e gosta, afinal é preciso buscar uma profissão na qual se tem habilidade e prazer em atuar”, diz Caio Infante, da Fellipelli.
O objetivo profissional precisa estar em destaque no currículo para facilitar a busca do recrutador na hora de selecionar candidatos. “O objetivo é uma área de atuação e não um cargo”, explica Ricardo Fera, especialista em RH. Exemplos: área comercial; área de atendimento ao público, área de T.I.

Como espalhar o currículo
As opções são diversas. A própria internet, desde que utilizada com cuidado, é uma ferramenta rica e acessível para enviar currículo. Procure sites de emprego confiáveis ou cadastre-se nos portais das próprias empresas, na seção “Trabalhe conosco”, recomendam especialistas. Outras alternativas são as consultorias de recursos humanos ou agências especializadas.
“Procure informações sobre a empresa antes de enviar seu currículo. Se você é contra a violência, não o envie para uma fábrica de armas”, orienta Ricardo Fera.

Qual roupa vestir na entrevista de emprego
O ideal é usar trajes formais e em tons mais sóbrios. “Mesmo empresas que adotam em seu dia a dia vestimentas informais consideram as formais corretas”, diz Caio Infante, da Fellipelli.

O especialista em RH Ricardo Fera recomenda o uso de traje escuro da cintura para baixo e claro da cintura para cima. “Se os profissionais do cargo pretendido usar terno poderão vestir-se assim. Já se é para função na qual se usa uniforme, não vá de terno à entrevista.”

>> Evite: gorros, minissaias, camisetas, sapatos muito gastos, roupas muito estampadas ou brilhantes, largas ou apertadas demais. Jamais use tênis, sandálias ou sapatos muito abertos na entrevista de emprego. Cuidado para não se apresentar com as roupas amassadas ou suadas. Excessos de maquiagem e perfumes são reprovados.

Como se comportar e o que responder na entrevista
Chegue ao local da entrevista com 20 minutos de antecedência. Se não puder comparecer, ligue desmarcando algumas horas antes. Ao entrar na sala, sente-se de maneira confortável, sem excessos. Não coloque suas coisas na mesa do entrevistador; coloque-as em cima das pernas ou no chão.

“Responda as perguntas de maneira clara e objetiva, evitando que elas sejam curtas ou longas demais. Se não souber responder a algum questionamento seja sincero, não fique inventando. Trate o entrevistador de maneira formal, olhe-o e ouça-o com atenção”, ensina Caio Infante. Ele recomenda ainda levar o currículo impresso e atualizado no dia da entrevista.

“Lembrando que a empresa está contratando a sua força de trabalho e solução, e não os seus problemas e vida pessoal”, diz Ricardo Fera. “Por isso tenha prontas as respostas para as seguintes perguntas: Por que devo contratar você?; Como poderia ser útil à empresa contratante?”, ressalta o especialista.



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Por: Rômulo Martins

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Vantagens de um curso Profissionalizante

A busca pelo primeiro emprego está cada vez mais acirrada. A disputa entre as pessoas que saem das universidades agora inclui os recém-formados de cursos técnicos. Quem não pretende passar quatro ou cinco anos dentro de uma sala de aula, pode recorrer a cursos rápidos e eficientes, muito valorizados hoje em dia: os cursos profissionalizantes.


Veja agora 3 motivos para fazer um curso profissionalizante:

1. Custa menos do que uma faculdade
Então, ele vale muito a pena se você não tem o dinheiro necessário para pagar a graduação, pois permite a especialização em algum tema.

2. Tem duração média de dois anos. 
Ideal para quem não pretende passar três ou quatro anos estudando antes de entrar no mercado de trabalho.

3. O conteúdo é voltado para a prática. 
Diferentemente da graduação, o profissionalizante direciona o aluno para o dia a dia de trabalho, dando menos atenção para a teoria.


Saia na frente e destaque-se!

“O mercado procura candidatos que estejam prontos a assumir as funções e que saibam o que fazer se contratados. O foco na prática profissional destes cursos traz esta visão, fazendo com que estes alunos sejam muito procurados pelas empresas”, explica Ana Kuller, coordenadora de educação do Senac São Paulo.

Para quem não tem condições financeiras, o melhor é fazer o profissionalizante. O ensino superior é muito bom, mas se a pessoa tem dificuldades para pagar uma faculdade, a melhor opção é o técnico. Outro ponto importante é manter-se sempre atualizado, realizando cursos complementares.

O mercado valoriza candidatos formados em cursos profissionalizantes. Além disso, os preços são mais acessíveis, é rápida a inserção no mercado de trabalho, os cursos tem conteúdo prático e objetivo, os horários são flexíveis, sem contar o menor período de tempo que se gasta para se formar.

Ou seja, realizando um curso destes, só aumentam as vantagens de quem deseja se qualificar e entrar rápido no mercado de trabalho.

Veja esse caso:

Contratada

  Quando Edivalda Mendes resolveu fazer cursos profissionalizantes, não imaginava a gama de oportunidades que passaria a ter. Fez cursos de informática, técnico de enfermagem, inglês e tantos outros que até tem dificuldade de lembrar. Mas, nenhum deles foi tão importante quanto o curso básico de petróleo e gás que fez mudar completamente sua carreira profissional.

  Ao entrar no curso, Edivalda resolveu primeiro sondar cada disciplina. Foi realizando experimentos com base nas aulas, viajando para outros municípios do estado onde ocorriam os estudos, pesquisando rochas, até que se viu totalmente envolvida pela área em questão. E então, dez meses de aulas foram suficientes para Edivalda reconhecer que estava no caminho certo.

  Quando as aulas terminaram, o professor perguntou aos alunos se eles gostariam de realizar outro curso, como complemento. Edivalda não perdeu tempo e aceitou o desafio, sem temer o investimento de R$ 1.200,00 em um curso de 20 dias em outro estado. Ao voltar à terra natal, com o currículo recheado, não demorou muito para que ela fosse contratada por uma grande empresa brasileira do setor petrolífero.

  Para Edivalda, fazer cursos profissionalizantes é muito importante porque, em alguns momentos, o que conta não é a experiência do profissional e sim a quantidade de cursos no currículo, o que, segundo ela, aumentam as possibilidades de a pessoa ser contratada em alguma área.



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Por: 180 graus

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

O que são os cursos profissionalizantes

Esse tipo de formação abre portas do mercado de trabalho mesmo que 
você não tenha feito uma graduação

Os profissionalizantes são os cursos que você pode fazer para se especializar em alguma área e começar a trabalhar o quanto antes. Existem três possibilidades, que são os cursos livres, os técnicos e os tecnólogos, sendo que todos têm duração menor do que uma graduação. Além disso, muitos profissionalizantes podem ser cursados por quem não terminou o ensino médio, o que abre mais portas se você não concluiu essa formação.
Entenda as diferenças entre estes cursos e descubra qual é a melhor opção para a sua carreira.

Cursos livres
São os profissionalizantes para qualificação e profissionalização, como os cursos de aperfeiçoamento, atualização e específicos. Quem opta por ele, ganha um direcionamento maior para a carreira que pretende seguir ou que já está seguindo. Os cursos livres não dependem da sua escolaridade, ou seja, dá para entrar mesmo se você não completou o ensino médio.
• Indicação: para quem está entrando no mercado de trabalho e pode investir nos cursos livres de qualificação. Já os de profissionalização são ideais para quem já trabalha ou pretende mudar de área, pois eles oferecem uma atualização do mercado de trabalho.

Cursos técnicos
Diferentemente dos cursos livres, o técnico exige uma formação escolar mínima, que é a conclusão do Ensino Médio, e você só ganha o diploma de técnico após terminar o colegial. Esse tipo de curso tem entre um e dois anos.
Indicação: para estudantes ou profissionais que buscam uma formação com foco na prática. Existem cursos técnicos dentro de várias áreas, por isso, procure quais estão cadastrados no site do Ministério da Educação, além de pesquisar referências e vagas do setor que escolher.

Cursos tecnológicos
Estes são os superiores de tecnologia, que podem ser feitos apenas por quem já concluiu o ensino médio porque são cursos de graduação. A diferença do tecnólogo para a graduação tradicional é a carga horária menor, pois eles podem ser concluídos em dois anos. Além disso, as disciplinas são pensadas de acordo com a necessidade do mercado de trabalho.
Indicação: para estudantes que terminaram o ensino médio e procuram uma graduação que possa ser concluída rapidamente, mas que traga uma especialização em determinado assunto.


E a graduação?
Quando você escolhe um profissionalizante, pode ficar na dúvida se ainda precisa fazer uma faculdade.
Saiba que essa decisão depende das suas metas profissionais. Se você escolher um bom profissionalizante, terá conhecimento suficiente para entrar no mercado de trabalho. Por outro lado, se quiser fazer uma faculdade, abrirá portas para empresas que procuram profissionais com a formação convencional. Quem escolhe cursar o ensino superior depois do tecnólogo aproveita melhor a faculdade porque tem um maior grau de conhecimento da área, sem contar a vivência da profissão. Isso coloca o profissional em uma situação diferenciada no mercado de trabalho.
Independentemente da sua escolha, é preciso se manter informado dentro da área de atuação para que nunca faltem oportunidades.




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Por: Luciana Faria

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Carreiras para o futuro


Conheça agora as carreiras que têm tudo para fisgar os jovens da geração Z!


A definição de “geração Z” surgiu a partir do termo “zapear”, que significa mudar as coisas de forma rápida e repentina, explica o consultor Gilberto Wiesel.

Nascidos depois de 1995, os jovens Z são nativos digitais e multifuncionais. Isso significa que estão acostumados a receber uma imensidão de informações e, consequentemente, vivem em um mundo de infinitas possibilidades.

Comparados aos seus predecessores, a geração Y, são mais críticos, exigentes e dinâmicos. “Sabem o que querem e, principalmente, o que não querem”, diz Wiesel. Mais empreendedores e com a criatividade latente, os jovens da geração Z tendem a procurar profissões que permitam ascensão mais rápida, de acordo com o especialista.

“Acredito que carreiras que demandam muito tempo para se chegar ao topo, como por exemplo a medicina, terão dificuldade em atrair essa nova geração imediatista”, afirma o consultor.

É que, segundo ele, quanto antes esses jovens puderem entrar no mercado de trabalho e colocar sua expertise à prova, mais motivados estarão. “Trabalhos que não tenham inovação, que são metódicos, também não vão atrair essa galera”, diz.

Mais consciente das questões ambientais e de seu papel na sociedade, a geração Z poderá dar mais valor às ocupações ligadas à sustentabilidade. Profissões atreladas ao mundo da tecnologia também seguem com força e atratividade.



Com a ajuda de seis especialistas, EXAME reuniu algumas das carreiras que têm tudo para fisgar os profissionais do futuro:

  • A geração Z já convive com a falta de recursos naturais, daí a maior consciência ambiental ser um ponto em comum entre esses jovens. O crescimento urbano desordenado fez surgir grandes aglomerações urbanas. Com uma preocupação maior em relação ao meio ambiente, a geração Z tem mais consciência do seu papel na sociedade e essas carreiras possuem atividades que atraem esses jovens:

Engenharia ambiental ou gestão ambiental
Ciências naturais
Ecologia
Nutrição orgânica
Engenharia agrícola e de pesca
Engenharia hidráulica
Oceanografia
Biotecnologia e biossistemas
Engenharia de energia


  • Assim como a Y, a geração Z tende a recusar modelos tradicionais de trabalho. Criar e desenvolver jogos eletrônicos para as mais diferentes plataformas atrai esse público. Criar sua própria empresa ou atuar em startups faz brilhar os olhos desses jovens:

Design de Jogos
Empreendedorismo e Startups
Desenvolvimento de software
Tecnologia da informação
E-learning
Web Design
Computação gráfica
Gestão de mídias sociais e marketing digital

  • Profissões que em breve farão parte do mercado de trabalho da geração Z são aquelas engajadas, que tendem a mudar o mundo, criar pontes, fazer política na internet. A gestão de negócios vai ficar cada vez mais focada nas relações humanas:

Diplomacia digital
Gestão de negócios com foco em relacionamento humano
Direito digital
Consultoria
Gestão da inovação

  • A concepção e desenvolvimento são ações desafiadoras e estratégicas, por isso pode ganhar mais destaque no futuro.

Engenharia aeroespacial
Nanotecnologia


  • O envelhecimento populacional é assunto com que a geração Z terá que lidar. A questão exigirá soluções que, naturalmente, vão demandar profissionais qualificados.

Fisioterapia / Educação física (com foco na 3ª idade)
Arquitetura (voltada para 3ª idade)



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Por: Exame.com