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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Seja competitivo no mercado de trabalho

O mercado de trabalho é um ambiente muito competitivo. Você precisa ter uma variedade de habilidades para conseguir obter vantagens que te levarão ao sucesso.

Listamos algumas habilidades essenciais para deixá-lo um nível acima dos concorrentes.

Para ser competitivo no atual mercado de trabalho você deve ser capaz de:

1- Ouvir bem:
Boas habilidades de escuta tornarão você mais produtivo e lhe ajudarão a conviver melhor com os outros e vão permitir que você trabalhe muito melhor em equipe. Saber ouvir lhe proporcionará muitos conhecimentos novos e ajudará com que os outros vejam em você alguém em que podem confiar.

2- Dominar os computadores:
Não importa sua profissão, é muito provável que você necessitará utilizar um computador. Os jovens de hoje estão conectados, no entanto os conhecimentos exigidos no mercado estão longe dos adquiridos nos smartphones, video games e tablets. Os conhecimentos necessários referem-se à softwares utilizados nas rotinas das empresas:
- Word
- PowerPoint
- Excel
- Outlook
- AutoCAD
- MSProject
- Vísio e muitos outros.

Como estão seus conhecimentos em Excel? Sabia que este é o software mais utilizado pelas empresas do mundo todo.
Veja quais conhecimentos em informática dos candidatos à trainee e estágio precisam ter. É importante certificar-se que seus conhecimentos em informática são avançados.

3- Escrever de forma eficaz:
Você deverá saber escrever muito bem pois na sua rotina terá que produzir memorandos, relatórios, apresentações, e-mail etc. Comunicar-se bem por escrito é um pré requisito fundamental.


4- Lidar com as crises no trabalho:
Ser capaz de resolver problemas de forma rápida pode ajuda-lo à relacionar-se melhor e conquistar aliados.

5- Gerenciar seu tempo:
Aprender a gerir seu tempo de forma eficaz permitirá que você conclua seus projetos em tempo satisfatório e com ótima qualidade.



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Por: Administração Portal Trainee

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Transforme sua carreira

Aprenda a iniciar uma transformação positiva na carreira

Anda insatisfeito com o seu trabalho? Confira dicas para reverter essa situação e alcançar o sucesso.

Em um determinado momento da carreira, alguns profissionais podem ter uma sensação de que não estão plenamente satisfeitos com o seu trabalho. Seja por causa da relação com a equipe ou pelas tarefas realizadas no momento, a insatisfação pode levar a um constante quadro de mau humor e pensamentos negativos por parte do funcionário.

Sabendo disso, separamos 4 dicas para ajudá-lo a transformar um momento de crise na carreira em uma oportunidade para rever o seu próprio comportamento, ficando mais próximo do sucesso. Confira a seguir:



1 - Mantenha o foco nos aspectos positivos
De fato, é bastante provável que o seu ambiente de trabalho não seja perfeito. Entretanto, é uma escolha manter a concentração nos elementos positivos ou negativos da empresa na qual você trabalha. Pense nas suas possibilidades de aprender e ganhar experiência a partir das atividades que você realiza diariamente. Pensar de uma forma positiva só aumenta as chances de atrair sucesso para a sua trajetória profissional.

2 - Não tenha o hábito de reclamar
Por mais que algumas coisas não lhe agradem no trabalho, lembre-se de não manter hábito de reclamar. Essa atitude só atrairá pensamentos negativos, diminuindo a motivação e prejudicando o seu desempenho. Ao invés de ir contra as mudanças na empresa, procure pensar de uma maneira pró-ativa e busque tirar algo que contribua ao seu próprio crescimento.


3 - Não crie competição com seus colegas
Entenda que para que uma empresa funcione bem, é necessário saber trabalhar em equipe. Lembre-se de que você não deve criar uma ideia de competição com os seus colegas e sim atuar lado a lado, de uma forma colaborativa. Procure aprender com eles, e peça dicas e sugestões para aprimorar a sua própria performance.

4 - Saia da sua zona de conforto
Quando for solicitado que você faça uma tarefa que julga difícil, enxergue-a como um desafio e não como um problema. Aceite a proposta com vontade e procure se esforçar ao máximo. Lembre-se de que, por mais que possa ser difícil, sair da zona de conforto pode ser uma ótima oportunidade para aprender e crescer profissionalmente.



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Fonte: Universia Brasil

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Boas dicas de motivação no trabalho

Motivação no trabalho: Copie os hábitos das pessoas produtivas!


Você sabia que os primeiros 15 minutos da sua jornada de trabalho definem o ritmo do resto do seu dia? Ou seja, se você já começar o dia confuso com as suas (muitas) tarefas, dificilmente irá conseguir lidar com os desafios que surgem ao longo do dia sem que isso afete sua produtividade e motivação no trabalho.

Por isto, listamos oito hábitos que as pessoas produtivas fazem nos seus primeiros 15 minutos do dia para você se inspirar e se manter produtivo pelos outros muitos minutos depois:

1. Procure estabelecer uma rotina
Segundo um artigo publicado pela LifeHack, pessoas produtivas sabem da importância de trabalhar cedo.  Por isto,  ao invés de correr para o trabalho, saia de casa cedo e vá para o escritório calmamente. Assim você não corre o risco de se estressar com o trânsito nem com outro imprevisto que possa surgir no caminho. Definir um ritmo relaxante desde o início é fundamental para estar pronto para produzir com motivação no trabalho.

2. Não faça tudo ao mesmo tempo
As pessoas que são bombardeadas por vários fluxos de informação não conseguem prestar atenção e executar tarefas com a mesma qualidade que aquelas que realizam uma tarefa de cada vez, ou seja, com foco. Os “multitarefas” frequentes têm um pior desempenho ao longo do dia porque têm mais dificuldade em organizar os seus pensamentos e filtrar as informações irrelevantes. A verdade é que, quando se tenta fazer duas coisas ao mesmo tempo, seu cérebro não tem capacidade para executar ambas as tarefas com o mesmo sucesso.

3. Planeje-se
Reveja sua lista de tarefas no início do dia para traçar estratégias mentais de como executá-las. Pessoas produtivas se decepcionam se planejam mais tarefas do que conseguem realizar no dia. Por isso, identifique as três mais importantes e planeje-se.

4. Coloque seu celular no modo silencioso
Nenhum dos seus colegas de trabalho é obrigado a conviver com toques telefônicos escandalosos ou o barulho irritante de teclas enquanto você troca mensagens. Esse tipo de coisa desconcentra qualquer um de seu trabalho, inclusive você. Por isso, ao chegar no escritório, coloque seu celular no silencioso ou no modo vibratório.

5. Priorize tarefas
Tudo é urgente. Mas há coisas mais urgentes que outras – e não se pode só ficar apagando incêndio. O importante de hoje pode virar urgente amanhã. Então, que tal executar o importante na data planejada para ele? Quem é produtivo de verdade sabe detectar que os incêndios estão atrapalhando seu desempenho, e está disposto a ignorar ou a delegar as coisas que se colocam no seu caminho.

6. Respire e relaxe
Segundo uma entrevista realizada por Oprah Winfrey, respirar profundamente fornece oxigênio para o cérebro. Isso faz você pensar de forma mais clara e permite que você seja mais calmo. Profissionais de sucesso, como Oprah Winfrey e Arianna Huffington, fazem esse tipo de relaxamento pela manhã e garantem encontrar muito mais motivação para o trabalho ao longo do dia.

7. Dê espaço aos seus colegas de trabalho
Pessoas produtivas não falam com os seus colegas sobre questões de trabalho na primeira parte da manhã. Curioso, né? Respeitar o tempo dos outros é saber que seus colegas, assim como você, também precisam de tempo para se preparar para o seu longo dia de trabalho produtivo.


8 . Coloque a tecnologia a seu favor
Pessoas produtivas não permitem que o e-mail seja uma constante interrupção, então não é necessário checá-lo a todo momento. Certo? Você pode eliminar a tarefa de receber e enviar demandas para sua equipe via e-mail ao implementar um software de gestão. Com um gestor online, outras atividades burocráticas, como o preenchimento de planilhas de horas, são eliminadas e seus colaboradores terão mais tempo para fazer o que importa, como no item 5.



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Por: Mariana Whitehead para o Blog da Run Run It

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

O que não se deve fazer numa entrevista de emprego



  • Chegar atrasado ou adiantado demais
  • Usar roupas informais demais
  • Não saber nada sobre a empresa ou o setor
  • Expressar-se mal, com gírias e frases sem sentido
  • Mentir sobre suas qualificações
  • Inventar cargos / funções que já exerceu
  • Disputar espaço com o entrevistador
  • Vangloriar-se de suas conquistas pessoais
  • Não perguntar nada durante a entrevista
  • Demonstrar desequilíbrio emocional


Fique atento, pois um simples deslize pode custar sua vaga!


Um bom currículo, bem redigido, sem erros de português, também diz muito sobre você e pode depor contra quando feito às pressas ou copiado de outra pessoa.

O currículo é uma ferramenta indispensável para quem procura uma nova colocação no mercado de trabalho ou crescimento profissional.

Deve estar sempre atualizado, completo e objetivo, para assim facilitar e atrair a atenção dos selecionadores.

Algumas informações são totalmente necessárias e outras são opcionais, de acordo com a empresa e o cargo almejado.

Durante a entrevista, apresente seu currículo em um papel limpo e sem marcas. Um currículo todo amassado ou manchado provavelmente irá para o lixo.

Fique atento e boa sorte!



quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Como pessoas bem sucedidas usam seu tempo ocioso

Ótimo texto de Mark Ford explicando a importância de se dedicar ao trabalho e fazer sempre o melhor possível.
. . . 

Vinícius e Ana moram no mesmo prédio e trabalham no mesmo escritório. Os dois acordam às 7 horas, tomam banho, comem e chegam ao trabalho às 8h. É nesse momento que seus hábitos começam a divergir.

Das 8h às 9h (enquanto os demais funcionários chegam ao escritório), Ana planeja seu dia e trabalha nas tarefas importantes para seus planos de longo prazo.
Vinícius também gosta de chegar uma hora mais cedo, mas prefere relaxar lendo o jornal enquanto toma seu café. Vinícius observa Ana trabalhando e sente pena dela.

“Nós dois levamos crédito por chegar mais cedo”, pensa, “mas ela trocou sua felicidade por dinheiro.”

Na opinião dele, Ana é gananciosa, tola e egocêntrica.

Ambos escolheram o que fazer no tempo livre, pois acreditam que vão se beneficiar disso. Vinícius não gosta de trabalhar. Logo, não quer trabalhar mais do que o estritamente necessário.

Mas, já que é obrigado a fazê-lo das 9h às 18h, imagina ser melhor realizar um bom serviço nesse tempo. E realiza.

Ana gosta de trabalhar. E, apesar de não apreciar todos os aspectos de seu serviço, aprecia principalmente a hora entre 8h e 9h da manhã. Pois é quando planeja seu dia, descobre o que pode realizar e trabalha em algum projeto que irá melhorar sua vida.

Lá pelas 9h, Vinícius se sente relaxado, mas um pouco triste. Em alguns minutos, o escritório estará agitado, sua caixa de e-mails transbordando e o telefone tocará o tempo todo. Ana sente-se melhor do que se sentia às 8h.

No tempo livre Ana é uma investidora e Vinícius é um gastador.

Como tal, Ana trabalha das 8h às 9h e recebe dividendos. A curto prazo, a recompensa é saber que seu dia está planejado, sua caixa de e-mails organizada e que algo realmente importante já foi realizado.


A médio prazo ela tem o benefício de um dia mais organizado. E a longo prazo, o trabalho que faz agora proporcionará diversas recompensas – salário mais alto, posição melhor na empresa, mais responsabilidade, etc.

Como um gastador, Vinícius não está disposto a trabalhar aquela hora extra todas as manhãs. Ele prefere usá-la para sua gratificação instantânea.

De modo geral, valor se multiplica com o tempo. Invista US$ 1.000 no mercado de ações hoje e pode ter certeza de que terá o dobro em torno de oito anos (supondo que o mercado cresça 9%). O mesmo princípio é verdadeiro em relação ao trabalho.

Cada hora que você investe hoje valerá muito mais no futuro. As recompensas podem ser extraordinárias, monetariamente falando.

Digamos que Vinícius e Ana ganhem US$ 20 mil por ano. Trabalhando uma hora extra por dia, durante um ano todo, Ana pode esperar aumentos salariais 20% maiores que Vinícius .Quando ele tiver um aumento de US$ 1.000 ela terá um aumento de US$ 1.200.

Pode não parecer muito no primeiro ano, mas no terceiro Ana terá subido de nível e conseguido uma posição de gerência com um salário de US$ 40.000 por ano.

Se continuar trabalhando uma hora extra por dia, acabará dirigindo a empresa por US$ 175.000 ao ano. Enquanto isso, mesmo apreciando suas manhãs, Vinícius terá tido uma ascensão profissional bastante lenta. Com sorte, ganhará cerca de US$ 55.000 por ano como gerente júnior.

Durante os 20 anos de suas respectivas carreiras, Ana ganhará muito mais dinheiro e terá uma vida material muito mais confortável. Mas Vinícius não se arrepende de sua escolha.

Afinal, ele aproveitou uma hora por dia de descanso – 5 horas por semana, 260 horas por ano, durante 20 anos – horas das quais Ana abriu mão. São 5 mil horas de “diversão” que Ana não teve.

Mas, agora, Vinícius e Ana estão com 48 anos e Ana não precisa mais trabalhar. Ela se aposentou com 4 milhões no banco. Vinícius, no entanto, é obrigado a continuar no serviço.

Com dois filhos na faculdade, uma financiamento imobiliário e outras dívidas, ele não poderia se aposentar mesmo se quisesse. Cada 40 horas por semana que Vinícius trabalha são 40 horas de lazer que Ana tem à disposição.

Ana levará apenas 120 semanas, cerca de dois anos e meio, para alcançar Vinícius em termos de tempo gasto com lazer durante todos os anos entre as 8 e 9 horas da manhã.

E Ana não será apenas muito mais rica e livre do que Vinícius, como também terá 2 mil horas extras de lazer por ano.

Esse exemplo está em dólares, pois estou aqui nos Estados Unidos. Mas a lógica é a mesma para vocês que estão aí no Brasil.

Quando decidir fazer algo, dê o melhor de si. Dedique-se ao que lhe foi designado. A construção de riqueza também começa com fazer seu melhor, organizar suas planilhas, organizar seu dia e “perder” algumas horas para depois ser recompensado.

Abraços,
Mark Ford


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Mark Ford é autor, empresário, editor, investidor e consultor. Bacharel pelo Queens College - CUNY, mestre pela Universidade de Michigan e doutor pela Universidade Católica. Em 1982, mudou-se para Palm Beach, Florida, e trabalhou no mercado de publicações. Tornou-se um multimilionário e aposentou-se aos 39 anos. Mais tarde, fundou a Palm Beach Research Group e atualmente ensina pessoas a criar riqueza. Mark Ford é colunista do site Criando Riqueza.

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Como encontrar sentido no trabalho

Qualquer um pode se dedicar a algo sem nenhum propósito, mas o comprometimento jamais será integral, o empenho será pequeno e o resultado, apenas protocolar.


Nos anos 1990, depois de ter publicado mais de 25 livros e visitado praticamente todas as dimensões da gestão moderna, Peter Drucker se interessou por um tema inédito: a gestão das organizações sem fins lucrativos e o trabalho voluntário. Queria entender o que motivava pessoas a realizar trabalhos em que o lucro, o pagamento e o interesse financeiro simplesmente não existiam. Ele, um defensor do pagamento justo como meio de incentivo, percebeu, então, que o ser humano pode ser motivado de várias maneiras, e que o dinheiro está longe de preencher inteiramente as necessidades do espírito humano.

Meaning, dizia. Meaning of life – o sentido da vida. O mestre se deu conta de que o ser humano tem imensa necessidade de perceber que suas ações são orientadas por algo mais que uma simples tarefa que será paga. Qualquer um de nós pode, sim, se dedicar a algo desprovido de sentido. Entretanto, o comprometimento com tal atividade jamais contará com a inteireza, o empenho será pequeno e o resultado será apenas protocolar. A vida vazia, sem missões que exigem nosso melhor, não nos completa.

Essa é a razão por que milhões de pessoas no mundo dedicam parte de seu tempo e de sua energia a trabalhos voluntários. Drucker calculou em muitos bilhões de dólares o que deveria ser pago a voluntários, só nos EUA, se eles recebessem salários. Olhando mais de perto, ele concluiu que as pessoas buscam essas atividades para darem sentido à sua vida. E se preocupou com o fato de que o trabalho delas não lhes dava esse sentimento de serem úteis e necessárias. Seu trabalho era desprovido de significado. OK, nem todos podemos estar ligados a uma causa considerada nobre, como reduzir a miséria ou salvar as baleias. Mas qualquer trabalho é nobre, se for feito com empenho.

Duas providências simples podem resolver o vazio interior que alguns carregam: fazer bem sua parte, ser ético e correto em todos os lugares e perceber que seu trabalho é valioso para os outros. Seu trabalho é mais do que uma simples tarefa. É uma nobre missão.



  
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Por Eugênio Mussak

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

A importância da oportunidade para o primeiro emprego

O primeiro emprego
Pesquisa mostra a importância que a primeira oportunidade tem para a vida toda

O primeiro emprego define o resto da carreira? A partir desta pergunta, a empresa de Recursos Humanos, Randstad, realizou em 2014 uma pesquisa com 400 pessoas, de 18 a 65 anos, de 33 países e identificou a importância do primeiro emprego para os profissionais atuais.

O estudo afirma que 44% do público entrevistado acredita que os primeiros anos da carreira são decisivos para o futuro profissional. Os chineses lideram este ranking, com 82%. A Índia ocupa o segundo lugar, com 76%. Já no Brasil, 34% acreditam que a primeira experiência tem um peso na trajetória profissional.

É o caso de Washington de Jesus Silva, de 25 anos, que iniciou sua carreira há 10 anos como Jovem Aprendiz do Espro - Ensino Social Profissionalizante. Na época, Washington conseguiu uma oportunidade em uma instituição bancária, no qual foi efetivado e trabalhou por quatro anos.

Após a experiência como Aprendiz no setor administrativo financeiro, ele decidiu fazer uma graduação na área. "Segui esta área, pois está sempre em desenvolvimento e abriga grandes oportunidades. Me adaptei super bem e o meu desenvolvimento foi acima do esperado. Meu início no mundo do trabalho teve grande influência nesta minha escolha, porque revelou minha afinidade com este segmento de atuação", afirma.

Ter se identificado e seguido a área no qual teve contato em sua primeira experiência só lhe trouxe bons resultados. Atualmente, Washington ocupa o cargo de gerente Financeiro em uma empresa de engenharia.

Estímulo: “A empresa que aposta no primeiro emprego tem, acima de tudo, um forte compromisso social. Mais do que simplesmente contratar, é preciso treinar, capacitar, oferecer ao jovem profissional o conteúdo necessário para ele mesmo trilhar a própria trajetória: seja a de crescer junto com a companhia ou a de buscar novas oportunidades no mercado de trabalho”, diz o diretor de Comunicação Corporativa do McDonald’s Brasil, Hélio Muniz, em artigo.

No artigo, Muniz chama a atenção para o momento atual da economia brasileira e em quanto podem e devem contribuir as grandes corporações para oferecer uma primeira oportunidade aos jovens. “Nada pode ser mais gratificante para qualquer companhia e nada poderá dar mais resultado do que ser gerador de oportunidades”, diz.



  Coisas que não se deve fazer em uma entrevista de emprego:  

• Chegar atrasado ou adiantado demais
• Usar roupas informais demais
• Não saber nada sobre a empresa ou o setor
• Expressar-se mal, com gírias e frases sem sentido
• Mentir sobre suas qualificações
• Disputar espaço com o entrevistador
• Vangloriar-se de suas conquistas pessoais
• Não perguntar nada durante a entrevista
• Demonstrar desequilíbrio emocional



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Por: Bem Paraná

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

8 frases que devem ser evitadas no ambiente de trabalho

Pode parecer bobagem, mas algumas coisas que dizemos ao longo do dia no local de trabalho influenciam na construção da nossa imagem perante colegas e gestores. De acordo com os especialistas entrevistados pelo UOL, todo profissional deve se atentar para o fato de que não são só resultados que contribuem para a formação de uma carreira. O que você fala e como precisa ser coerente com o seu comportamento e conhecimento demonstrados.

"A forma como expressamos sentimentos e opiniões reflete o tipo de relação que estabelecemos com nossos colegas e ambiente profissional. Aquilo que dizemos atesta o quanto estamos felizes ou não com o trabalho e a vida pessoal. Não custa nada se policiar para evitar prejuízos", afirma Edna Bedani diretora da ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos) de São Paulo.

Por isso, reunimos oito frases que você deve pensar duas vezes antes de colocar para fora ou mesmo riscar do seu vocabulário definitivamente. E não é difícil pensar em outros exemplos para associar aos aqui descritos. Reflita!

1 - "Não dá para trabalhar com essas pessoas"
A habilidade de relacionamento é muito importante no ambiente profissional, afinal, passamos mais tempo com os colegas de trabalho do que com a própria família. "É fundamental cultivar relações saudáveis para ter mais prazer no ambiente profissional e, consequentemente, melhor desempenho", diz Renata Arrepia, da SBCoaching (Sociedade Brasileira de Coaching).

2 - "Não é problema meu"
De acordo com Andrea Piscitelli, consultora em gestão humana e professora da FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado), em São Paulo, essa é uma frase comum e que exprime falta de engajamento. Seja o indivíduo gestor ou não, a tarefa é resolver o que aparece como obstáculo e não "jogar" para outra pessoa. "É uma atitude egoísta e que demonstra falta de espírito de equipe, além de desmotivar quem trabalha com você."

3 - "Por que você mesmo não faz?"
Esse tipo de questionamento demonstra má vontade em realizar o que lhe foi designado e falta de espírito de equipe. "Empresas funcionam como uma engrenagem, por isso todos precisam trabalhar juntos e cooperar uns com os outros", diz Renata Arrepia, da SBCoaching.

4 - "Prepare-se! Cabeças vão rolar"
Segundo Andrea Piscitelli, da FAAP, essa é uma frase comum no ambiente corporativo diante de alguma crise - e profundamente de mau gosto. "Propõe um tipo de ameaça e deixa o clima pesado, além de desestabilizar as pessoas que ouviram."


5 - "Depende..."/ "Eu acho que..."
De acordo com os especialistas, respostas subjetivas em relação a prazos e tarefas solicitados geram falta de credibilidade.

6 - "Essa reunião não vai dar em nada"
Segundo Andrea Piscitelli, da Faap, essa frase atesta pessimismo e falta de abertura para aprender e debater coisas novas. "Esse tipo de colocação vai contra o profissional moderno, que deve sempre buscar se aprimorar. Além disso, demonstra certo comodismo por não desejar novidades na rotina."

7 - "Vou tentar"
Para Edna Bedani, da ABRH, a afirmação soa como falta de interesse. "Prefira usar 'vou fazer o possível', pois assim existe uma mensagem de que pode acontecer uma falha no processo, o que é normal em qualquer situação."

8 - "Isso não é justo"
Frase comum no ambiente de trabalho, segundo as especialistas, ela não é tão inofensiva quanto parece, pois demonstra vitimização. "Comparar uma situação a outra ou a um colega nunca é bom. Retire esse conjunto de palavras de campo e busque o seu aperfeiçoamento em vez de passar a imagem de vítima."


Por fim, se você é chefe, deve chamar o subordinado que tem o costume de dizer essas frases e entender o que está acontecendo. E, se é colega e tem liberdade para tal, deve dar um toque. "É inevitável que algumas vezes as tristezas pessoais sejam transferidas para o trabalho. Não podemos conviver com atitudes assim no ambiente de trabalho, pois atrapalham o processo como um todo", afirma Edna Bedani, da ABRH.



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Por: Val Kaline

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Dicas de Bill Gates para ser um bom líder


Tornar-se um líder é uma característica que demanda anos e a vivência em muitas experiências profissionais diferentes. Um ícone dentro deste universo é Bill Gates, um dos fundadores da Microsoft. 


Veja agora 4 dicas desse profissional para ser um bom líder.


Ø  Leia
Para ser um bom líder, é importante que você leia sobre todos os assuntos possíveis, aumentando o seu repertório cultural. O maior diferencial de ler sobre tudo é que você começará a ter novas perspectivas sobre o mesmo assunto e, assim, estará mais preparado para construir o seu próprio pensamento crítico.


Ø  Apaixone-se pela sua área
Ao realmente gostar do que faz, você se dedicará muito mais para que as atividades aconteçam. Além disso, ao demonstrar o quanto ama o seu trabalho, motivará seus funcionários a agirem de maneiras que o impressione e para alcançarem as metas propostas pela empresa.


  Ø  Sempre busque mais
É importante que você tenha sempre um objetivo em mente que o faça lutar pelos ideais que acredita. Entenda a importância de estar sempre se renovando e buscando novos desafios, porque assim você conseguirá inspirar novas pessoas, inclusive seus funcionários. Por maior que seja o desafio, aceite-o e tente aprender algo de novo com base nessa experiência.


  Ø  Divirta-se
Além de manter uma postura séria e profissional, você também precisa se divertir. Concilie o seu tempo entre as obrigações profissionais e o lazer, para manter a mente relaxada e disposta a enfrentar novos desafios dentro da companhia que trabalha. Determine um tempo para seus hobbies e paixões e você conseguirá ver como o seu desempenho de liderança será potencializado.




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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Hábitos para chegar ao Sucesso

CRESCIMENTO PROFISSIONAL: HÁBITOS PARA CHEGAR AO SUCESSO

Alguns hábitos são certeiros para que você obtenha crescimento profissional. Conhecimento, habilidade e atitude estão na sua rotina? Está na hora de prestar mais atenção a estas três palavrinhas mágicas, elas podem ser uma ajuda e tanto na sua carreira!

O que é preciso para o

 Crescimento Profissional?

Uma pitada de sorte e oportunidades ajudam a sua carreira a crescer no momento certo, mas sozinhas não garantem continuidade. Para isso, é preciso aprender a colocar as suas qualidades em evidência e ir em busca do seu espaço.

A primeira dica é acumular conhecimento, que oferece capacitação técnica. Ou seja, fazer cursos regularmente e não deixar que o mercado avance e você fique desatualizado e sem perspectivas de mudança.

Também é preciso de habilidade para colocar o conhecimento em ação – o que não deixa de ser um treinamento diário. Só você pode avaliar com fidelidade se os seus conhecimentos estão satisfatórios à medida que vai testando as suas aptidões.

Já a atitude é a forma de encarar os desafios e os resultados negativos. Como você lida com tudo isso? Pense um pouco para responder e entenda como isso afeta o seu dia a dia e as decisões que você toma.

“Se avaliarmos o quanto pesam estes três componentes, vamos perceber que a atitude representa 60% do sucesso. Isto significa que de nada serve estudar se não houver atitude, esforço, perseverança e foco no objetivo a ser alcançado”, explica Silvio Bianchi, coach financeiro.

Sendo assim, conforme a orientação de Bianchi, elimine da sua vida a ideia do esforço mínimo e a procrastinação. Para ter crescimento profissional, aprenda a domar a sua distração e a falta de foco. Todos eles são os inimigos do sucesso.

O que impede o Crescimento Profissional

Os hábitos nocivos são os famosos sabotadores de qualquer projeto. Cada sujeito tem os seus. Quando a pessoa se analisa, sabe ouvir críticas, observa o que suas ações causam nos outros, consegue descobrir como melhorar.

Sabe aquele colega que assume um projeto e no dia de apresentá-lo sempre chega atrasado? É a típica atitude de sabotar o que poderia ser promissor para si mesmo. Para evitar que isso aconteça, avalie bem os motivos e tenha coragem e honestidade para enfrentar o resultado de suas ações.

Quando você conseguir mudar o seu comportamento, perceberá que ao seu redor existem muitas pessoas que ainda não enxergam assim – e que pode ser difícil resistir. É aquela atitude de ver alguém em dieta e oferecer só um pedacinho para provar. Quando você aceita, pode estar desviando do seu foco.

Com o crescimento profissional acontece exatamente a mesma coisa, garante Bianchi. A meta, o foco e o compromisso se perdem. Por isto, o coach recomenda que os objetivos sejam bem específicos, mensuráveis, atrativos, relevantes e com um prazo de tempo determinado para acontecer.



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Por: Val Kaline / para Crisfeu

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Como a música afeta a produtividade



Selecionamos um post muito bacana do blog ToDoist. Veja como a música pode influenciar na sua produtividade no trabalho e até mesmo nos estudos.


Muitas pessoas gostam de escutar música durante o trabalho e ao estudar. E não importa o estilo: clássico ou eletrônico, a verdade é que cada um tem a sua própria trilha musical preferida para produzir.

Bem, e se você ainda não tem uma, experimente adicionar “Ouvir Música” à sua lista de tarefas de hoje em Todoist: estudos afirmam que ouvir música durante o trabalho de fato tem um impacto positivo sobre a nossa produtividade.

É o que afirma Teresa Lesiuk (2005) que estudou o efeito que ouvir música gera em nossa performance no trabalho, e descobriu que “há de fato uma melhora no humor e uma percepção mais aguçada ao desenvolver tarefas quando trabalhamos”. Os resultados mostraram que a qualidade do trabalho era menor quando nenhuma música era tocada, e que indivíduos em geral gastavam mais tempo em uma única tarefa quando a faziam em absoluto silêncio. Por outro lado, aqueles que escutavam música durante o trabalho terminavam suas tarefas mais rapidamente e em geral propunham melhores ideias.


Há alguns detalhes, entretanto: um artigo na Revista Psychology Today acrescentou que, enquanto ouvir música durante o trabalho para uns era extremamente positivo, para outras pessoas tornava-se uma distração, e que por isso era necessário considerar diversas variáveis na hora de escolher a melhor música para um ambiente de trabalho. Por exemplo: utilize músicas instrumentais, sem vozes ou palavras cantadas, para evitar que interfiram em tarefas que envolvam linguagem.

Silêncio é, por assim dizer, um tipo de música e pode ser tão eficaz quanto uma. Se música o distrai, por exemplo, tente um fundo com sons de natureza. Ouça apenas as músicas que você gosta, porque essas que o farão se sentir melhor. Experimente ouvir músicas com diferentes compassos e ritmos, pois isso pode ajudá-lo a mudar o seu estado de espírito de acordo, e com isso ajudá-lo com tarefas que necessitem um determinado tipo de energia ou ânimo.

Assim como tudo, faça também intervalos musicais. Uma mudança no ambiente, mesmo de forma sonora, pode fazer uma grande diferença na hora de produzir.

E com isso, sugerimos Focus@Will, nossa mais recente descoberta para ajudar a centrar melhor em suas tarefas. É uma ferramenta web baseada em neurociência que usa uma sequência de músicas instrumentais para aumentar a atenção a uma tarefa, como trabalhar, estudar, escrever ou ler (os níveis de atenção chegam a 400%). É altamente recomendado para alguém que precisa ser produtivo para já, seja por causa de um trabalho com prazo de entrega, seja por causa de um estudo para prova.

A equipe que está por trás de Focus@Will trabalhou com pesquisadores da UCLA para entender como diferentes músicas no background podem influenciar a motivação, e como diferentes gêneros musicais podem ajudar as pessoas a “acessar” a sua própria zona de concentração onde são mais produtivas. De acordo com o site da companhia, a sequência de músicas de focus@will foi formulada com atenção especial a características como velocidade e som para influenciar positivamente as atividades cerebrais e, com isso, aumentar o foco e a atenção.

Utilizando um acervo musical curado por cientistas, o Focus@Will funciona com ciclos de 100 minutos de música selecionados para maximizar a concentração.
E como Todoist está comprometido em alavancar ferramentas de tecnologia que promovam uma melhor produtividade, é um enorme prazer dividir com vocês essa sugestão!





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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Como procurar a carreira certa


Ó céus, para onde vou?


Elaborar estratégias de crescimento ou de mudança e tomar decisões sobre a própria carreira nunca foi fácil. Atualmente, somos convidados a fazê-lo com frequência cada vez maior ao longo de nossas trajetórias a fim de respondermos às inúmeras exigências de um mercado complexo, competitivo e em acelerada mutação. Esta realidade fez surgir a oferta de serviços profissionais no campo da ajuda para a carreira.

Certamente, você já ouviu falar em orientação vocacional, orientação profissional, reorientação de carreira, coaching, outplacement. Mas, sabe o que significam? Embora muitos os utilizem como sinônimos existem diferenças básicas que os distinguem. Um esclarecimento neste sentido pode ser útil, caso queira procurar por algum deles.

O pioneirismo neste campo fica por conta da orientação vocacional, que surgiu entre as décadas de 1960 e 1970 com o objetivo de auxiliar estudantes na escolha da futura profissão. Esta modalidade de suporte se mantém até hoje e passou a ser mais conhecida como orientação profissional (OP). Após os anos 1990, com as mudanças no mercado e seus reflexos nas carreiras, os serviços de OP tomaram fôlego, ampliando-se para o longo da vida profissional: passaram a atender estudantes de cursos superiores, profissionais formados, jovens ou com muita experiência no mercado, culminando com o auxílio para a ocupação após aposentadoria.

A questão central da OP é que o sujeito tem dúvidas a respeito do que fazer em termos profissionais (devo mudar parcialmente? radicalmente? fiz a escolha certa? não gosto mais do que faço, mas também não sei o que fazer etc.) ou não sabe quais caminhos seguir nem como efetivar a mudança. Autoconhecimento e elaboração de um projeto do que fazer são parte integrante deste processo. É igualmente chamado de reorientação de carreira.

O coaching trata do desenvolvimento de competências necessárias à progressão de carreira. O profissional sabe a direção e procura suporte para a aquisição de habilidades que alavanquem o seu desempenho e crescimento no ambiente de trabalho.

O serviço de outplacement (recolocação) ajuda quem perdeu o emprego ou deseja trocá-lo por outro. Assessora o cliente em atividades de busca de informação sobre o mercado, redação de currículos, construção e utilização de redes de apoio, procura de emprego e preparação para entrevistas.

São diferentes suportes para diferentes necessidades, porém, igualmente importantes desde que realizados com profissionais éticos e competentes.



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Por: Sandra Loureiro, professora da PUC e psicóloga

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

O que é Qualificação Profissional

Qualificação Profissional são os atributos e características de um indivíduo para se posicionar bem no mercado de trabalho. 

Essa qualificação não é uma formação completa, ela é utilizada como complemento da educação formal podendo ser aplicada nos níveis básico, médio ou superior. Sua carga horária vai depender da necessidade de aprendizagem e do curso / treinamento escolhido.

É a preparação para aprimorar as habilidades e especializar-se em determinadas áreas para executar da melhor forma as atribuições solicitadas.

Qualificação Profissional é um requisito básico para ter sucesso no mundo globalizado e funciona de forma a complementar a formação, seja ela de nível médio ou superior, através da incorporação de conhecimentos teóricos, técnicos ou operacionais relacionados à produção de bens e serviços, por meio de processos educativos desenvolvidos em diversas instâncias (escolas, sindicatos, empresas, associações).

A Qualificação Profissional pode ser conquistada através de conhecimentos teóricos, técnicos e operacionais, para qualquer tipo de empresa, como cursos de idiomas ou informática, para um setor específico, como logística, marketing, setores administrativos etc.

No mundo atual e globalizado em que vivemos, a Qualificação Profissional tornou-se mais do que essencial e determinante para o futuro profissional de um indivíduo, uma vez que muitos profissionais de recursos humanos já consideram o diploma superior uma qualificação mínima para obter sucesso.

O candidato que mais apresenta formações em seu currículo é o que mais tem chances de obter boa colocação. Ele deve especializar-se continuamente com cursos profissionalizantes, conhecimentos em idiomas, informática etc.

O público principal que deve buscar a Qualificação são jovens com ensino médio completo, geralmente com cursos de informática e à procura do primeiro emprego. Esses são os candidatos a funções de recepcionista, digitador, secretária e de preferência qualquer outro cargo que não tenha exigência de experiência anterior.

Uma solução é procurar cursos para colocação no mercado de trabalho. É importante aprender o processo de elaboração de um bom currículo, a importância e as etapas de uma entrevista, além de questões de relacionamento interpessoal e ética dentro de uma empresa.

Qualificação profissional também é a preparação do cidadão através de uma formação profissional para que ele possa aprimorar suas habilidades para executar funções específicas demandadas pelo mercado de trabalho e se destacar.



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Fonte: Wikipedia / Google

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

A postura do jovem para o primeiro emprego

Ótima entrevista com o Consultor em Carreiras e Coordenador do curso de Pós-graduação em Gestão da UNI-RN, Flávio Emílio Monteiro. O educador corporativo faz uma análise sobre cenário econômico e aponta caminhos para o jovem que pretende iniciar uma carreira profissional.
Aproveite!


 O jovem precisa se mostrar disposto a aprender, ter atitude.


Baixa escolaridade ou deficiências na formação profissional, falta de experiência e dificuldades em entender as exigências corporativas são alguns dos fatores que dificultam a inserção dos jovens no mercado. No início da carreira produtiva – entre os 18 e 24 anos –, a maior parte dos jovens ainda tenta compreender quais decisões tomar sobre uma carreira. Em período de recessão e corte de vagas, a situação parece ainda mais complicada para o profissional que deseja iniciar no mercado de trabalho.

Para Flávio Emílio Monteiro, o mercado está, de fato, mais exigente para o jovem. Entretanto, acima da formação profissional e da experiência, as empresas buscam comprometimento e atitude. “O mercado procura algo além do conhecimento técnico mas gente que aja diferente, se comporte diferente e tenha atitudes que possam agregar para a empresa”, ressalta Monteiro.

♦ Há uma idade ideal para iniciar a idade profissional?
É uma decisão pessoal e da própria condição financeira. A alternativa de o jovem entrar antes mesmo de terminar o ensino médio é medida pela circunstância. Ele precisa colaborar com o orçamento doméstico: não há incompatibilidade entre estudar e organizar o tempo para trilhar a profissão.

♦ O que o jovem que deseja entrar no mercado de trabalho deve ter em mente?
Não há faixa etária ideal: ela se inicia, em termos legais, a partir de 14 anos. Os programas de incentivo à inserção, como o pequeno aprendiz, não deixaram de existir por causa do momento difícil do mercado. O que diferencia mesmo é atitude. O jovem precisa se mostrar disposto a aprender, ter atitude. E mesmo em períodos de crise, empresa nenhuma quer perder um talento que possa ser desenvolvida.

♦ Quais parâmetros medem esta “atitude”?
Um conjunto de comportamentos que ele vai apresentar. Alguém que seja adaptável, demonstre iniciativa, tenha organização, todas as coisas que são universais no mercado, independente se é um período próspero ou difícil.

♦ Como o mercado está em recessão, as seleções vão se tornar mais seletivas?
Sim, as empresas já são seletivas, e em períodos de recessão como que estamos passando elas tendem a ser ainda mais seletivas. Como a quantidade de vagas é muito pequena e de pessoal é grande, o rigor é maior.

♦ A qualificação que o mercado fala é apenas técnica ou também foca no comportamento e ética no trabalho? 
Essa complementação acaba sendo aquele diferencial de atitudes que pode garantir que o jovem ganhe a vaga. O mercado procura além do conhecimento técnico, do preparo ou um diploma de curso específico, mas gente que haja diferente, se comporte diferente e tenha atitudes que possam agregar para a empresa. Por isso as dinâmicas, entrevistas, que vão focar mais o lado comportamental.

♦ Quais conhecimentos “básicos” o jovem precisa ter?
Em princípio idiomas, principalmente o nosso. Por mais óbvio que possa parecer, há quem escreve mal, não se comunica direito e isso no mundo corporativo é imperdoável. Acrescentar um segundo idioma é desejável, mas eu não considero que quem não sabe falar inglês vá perder muitas oportunidades. Se tiver, aumenta as chances. Dominar o português é fundamental. Também é preciso uma capacidade analítica, que vem da matemática, por exemplo. Além disso, é preciso usar as ferramentas, não só como usuário: é preciso saber usar um word, excel, algum tipo de banco de dados.

♦ O que um jovem que não tem experiência profissional pode colocar no currículo?
Entre os recrutadores há uma máxima bem curiosa: todo mundo que declara avançado no currículo, na verdade é médio; quem fala médio, é elementar; e quem fala elementar, não sabe de nada. As pessoas tendem a se supervalorizar no currículo. Mas currículo pede, primeiro, os dados básicos: nome, idade, contato telefônico. Documentos pessoais só entram na fase de contratação. Além disso, é preciso colocar a última formação escolar ou acadêmica. No último tópico, a experiência, ou perfil profissional. O jovem que não tem experiência não vai inventar. O que a gente recomenda é: fez alguma atividade voluntária, participou de alguma atividade, viajou para fora do país, ganhou um concurso de poesia? Coloque no currículo. Pode não ter nada relacionado com a vaga pela qual você concorre, mas mostra um traço do seu perfil: uma pessoa desprendida, com iniciativa, que sabe trabalhar em equipe. O significado da palavra “curriculum” é curso de vida, então pegue o que há de melhor, o que for de verdade, e coloque. Os recrutadores têm vários artifícios para descobrir mentiras, eles vão olhar rede social...

♦ Por falar em internet, ela deve ser inserida no currículo?
Não agrega. Colocando ou não alguém vai rastrear, mas caso o candidato avance, não na primeira fase.

♦ Os jovens costumam ter muita presença em redes sociais. Para quem está começando ou já está no mercado de trabalho, é preciso ter filtro?
Não há como negar que o mundo corporativo é conservador, esta é uma característica de grande parte das empresas. Temos liberdade no nosso país, mas nem todo mundo consegue utilizar a rede social de forma responsável. Então, é preciso pelo menos ter o cuidado de colocar filtros corretos para que fotos, conteúdos e opiniões fiquem restritos à amizade e intimidade do candidato. Quando você deixa muito aberto, isso pode causar um mau julgamento sobre a pessoa. Não chega a ser uma questão de segregações, mas você faz projeções pelo estilo de vida que a pessoa demonstra ter. E as empresas não estão selecionando para arriscar, mas para acertar, até porque isto custa tempo e dinheiro. Aparecendo um traço comportamental fora do que a empresa quer, está fora.

♦ Já que se falou em conservadorismo, como é vista hoje a tatuagem, o piercing...?
Cada vez mais (o mercado) vem aceitando. Conservador, hoje, é mais relacionado ao comportamento, não aparência, até porque o próprio Ministério Público do Trabalho se posiciona fortemente contra qualquer tipo de discriminação. Tatuagem, piercing, cor de cabelo, alargador dependem muito da característica da empresa. Na área de criação de uma empresa de propaganda você pode encontrar tudo isso que citou, o mesmo em um call center. E tatuagem, o que a gente recomenda? Ter cuidado com o local. Tem que ser um local em que você administra a coisa: mostra quando deve e esconde quando não deve. Tamanho, extensão do desenho também devem ser observados, bem como o tipo de desenho.

♦ Durante a seleção, há alguma dica para o jovem minimizar o nervosismo?
Entrevista, no final das contas, é treino. Você começa a ficar mais solto ao longo de várias. Uma sugestão é que o jovem exercite o diálogo: alguns têm o hábito de se isolar. Com o smartphone, alguns dialogam pouco com a família, com os amigos, na escola. Então, esta pessoa frente a frente com um selecionador vai ficar nervosa. E não tente também bancar o ator nesta hora. Há alguns sites que dão a recomendação do que dizer, citar que “ser perfeccionista é o meu defeito”. Isso não vale. Gostar das coisas certas não é um defeito. Script não funciona. Os recrutadores estão cada vez mais criativos nas perguntas.

♦ Com a lei nacional de aprendizado, o jovem está cada vez mais cedo disponível no mercado. A empresa precisa ter uma atenção especial com ele?
Quando alguém é admitido como jovem aprendiz, estagiário ou trainee, a empresa raciocina que a pessoa está em processo de desenvolvimento. Então, nada mais normal que ela faça perguntas, e a empresa já está aberta a dar este apoio. É importante que ele (o estudante) não se retraia nesta hora. Se eu faço perguntas é porque eu tenho interesse, iniciativa, e isso é extremamente bem visto.

♦ Qual o benefício para a empresa em buscar o jovem profissional?
Primeiro é que ela atende a uma determinação legal, que estabelece que a empresa tenha um percentual de jovens aprendizes. Segundo, ela consegue jovens talentos que podem ser moldados pela cultura e característica da empresa. E, do ponto de vista financeiro, trazer um jovem aprendiz ou estagiário tem custo bem mais baixo.

♦ Não há o risco de a empresa substituir, em tempos de recessão econômica, o profissional pelo estagiário?
Cada vez mais as empresas têm procurado se adequar à lei do estágio e do aprendiz, mas claro que distorções você vai encontrar ainda. O que acontece é que tanto o jovem aprendiz quanto o estagiário tem carga horária diferenciada, e não se coloca para eles cargos de tomada de decisão e risco. É mais uma função de aprendizado, apoio, auxílio do que propriamente quem vai responsabilizar por uma tarefa. Mas cabe também ao jovem perceber, informar que está sendo submetido a jornadas exaustivas ou pressão psicológica, até porque todos os contratos são regidos por instrumentos legais. É importante ele ler e saber se o que executa na empresa está de acordo com o que executa no trabalho.



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Por: Nadjara Martins