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quinta-feira, 16 de junho de 2016

A Tecnologia vai destruir os empregos?










São Paulo - Um dos debates mais quentes do momento no mundo econômico é se a tecnologia terá um efeito destrutivo sobre os empregos.

Mais da metade das vagas na União Europeia corre o risco de sumir nas próximas décadas, de acordo com o Think Tank Bruegel. O número é parecido nos Estados Unidos, diz outro estudo da Universidade de Oxford.

Uma pesquisa com 1.896 experts em tecnologia mostra que eles estão bem divididos sobre o que a automatização pode fazer com o mercado de trabalho.

No livro "A Segunda Era das Máquinas", Erik Brynjolfsson e Andrew McAfee dizem que um ponto de inflexão foi atingido e deve levar a uma mudança econômica equivalente à Revolução Industrial.

Para um trio de economistas da empresa de consultoria Deloitte, o debate pendeu demais para o lado negativo porque os efeitos criativos da mudança tecnológica são indiretos e imprevisíveis e acontecem ao longo de grandes períodos.


"Quem poderia prever há 60 anos, por exemplo, o papel que lojas de café, academias e a telefonia móvel teriam nas nossas vidas no começo do século XXI?", perguntam os autores Ian Stewart, Debapratim De and Alex Cole em um novo estudo. Eles tomam como base o censo da Inglaterra e do País de Gales desde 1871 e notam a evolução do número de pessoas empregadas em cada profissão ao longo do tempo - e as mudanças são brutais. Entre 1871 e hoje, a proporção de trabalhadores agrícolas caiu de 6,6% para 0,2% do total. Entre 1901 e 2011, o número de pessoas empregadas em "lavar roupa" foi de 200 mil para 35 mil (enquanto a população total quase dobrava).

Mas há hoje 20 vezes mais contadores e 26 vezes mais enfermeiros profissionais no país do que em 1871. O número de trabalhadores em bares quadruplicou só entre 1951 e 2011.

Moral da história: a produtividade e a tecnologia eliminam setores inteiros, mas no processo puxam para baixo o custo de bens e serviços, liberando renda disponível para os consumidores alimentarem novos setores que nem existiam antes.

"Quando uma máquina substitui um humano, o resultado, paradoxalmente, é crescimento mais rápido e em tempo, aumento do nível de emprego (...) Não podemos prever os empregos do futuro, mas acreditamos que eles continuarão sendo criados, melhorados e destruídos como aconteceu nos últimos 150 anos".

Outros especialistas discordam. De acordo com Jeremy Rifkin, o capitalismo atual baseado em informação tende ao custo marginal zero e isso se tornará incompatível com o mercado.

A pergunta principal continua sendo: até que ponto o futuro reproduz o passado? E essa nenhum robô (ou estudo) pode responder.



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Por: João Pedro Caleiro, de EXAME.com

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Por dentro do SketchUp 2015


SketchUp é uma das ferramentas mais simples em termos de modelagem 3D, e a sua evolução ao longo dos anos não mudou muito essa característica em relação ao software. Desde o seu início como uma ferramenta voltada especificamente para modelagem em arquitetura, até ser adquirido pelo Google e ter o seu foco desviado para uso nas ferramentas do próprio Google. Durante o período em que esteve sob as “asas” do Google os usuários mais antigos se queixavam da falta de avanços significativos em termos de ferramentas e até mesmo de esquecimento por parte da empresa. Como forma de atender as demandas dos usuários e também direcionar o foco do software, o SketchUp foi vendido para a Trimble. Isso já faz mais de um ano, e recentemente a empresa lançou a sua última atualização para o software, o SketchUp 2015!

O SketchUp é um programa de criação, visualização e modelagem 3D simples e eficiente. Com ele você passa suas ideias diretamente para um ambiente 3D intuitivo, ágil e flexível. Voltado para profissionais de arquitetura, design e interiores, o SketchUp proporciona uma grande economia de tempo na hora de fazer croquis, estudar a volumetria, fazer perspectivas e apresentações. Compatível com o AutoCAD, o SketchUp pode importar desenhos para que sejam trabalhados e também exportá-los para programas de renderização como o 3D Studio Max ou Kerkythea.


As atualizações do programa o deixaram mais rápido, intuitivo e flexível. Como anunciado pela Trimble, o software de modelagem 3D mais usado no mundo está (ainda) mais fácil de usar. O novo SketchUp chega com melhoria de performance e novas ferramentas. Com 30 milhões de usuários oficiais, esta é a segunda grande atualização do software só nesse ano.

Entre os novos recursos estão a versão 64 bits do SketchUp, novo layout, melhorias de desempenho em algumas ferramentas que fazem com que os seus modelos renderizem mais rápido. Agora profissionais da Arquitetura, Engenharia e Construção podem integrar melhor seus projetos com a função de exportar arquivos em novos formatos. A Trimble também desenvolveu o Connect, uma plataforma de cloud computing (falamos sobre Cloud Computing aqui!) em que desenhos 2D e modelos 3D ficam mais fáceis de serem acessados e revisados por todas as pessoas de uma equipe. Houveram melhorias na API do Ruby e Extension Warehouse, função essas que são mais voltada para desenvolvedores. O maior acervo de modelos 3D do mundo agora conta com cerca 2.5 milhões de modelos e apareceu também a nova opção de dar ‘Like’ nos seus favoritos. Entre as novidades nas novas ferramentas de modelagem, surge a “3-point Arc Tool” e “Rotated Rectangle”. A primeira faz com que o usuário desenhe arcos e bordas com quatro opções diferentes. A segunda permite que retângulos precisos sejam desenhados fora dos eixos padrão do SketchUp.

O download do SketchUp 2015 é gratuito e vem com uma demonstração da versão Pro que dura 30 dias – ao invés das 8 horas que a Trimble costumava oferecer.

Para comprar uma licença Pro, é necessário investir U$ 590 dólares, cerca de R$ 1.475 reais, que inclui o LayOut e Style Builder e garantia de acesso a um ano de atualizações.

Se você já é um usuário licenciado, provavelmente não pagará muito (ou nada) para atualizar para o SketchUp Pro 2015.





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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Quer se destacar no mercado de trabalho? Faça o curso Operador de Computador


Já não se imagina a vida sem as vantagens e as facilidades que os computadores nos proporcionam. Sistemas informatizados são utilizados nas organizações para automação de tarefas, que muitas vezes eram feitas manualmente. A informatização proporciona vários benefícios tais como qualidade, diferencial competitivo, redução de custos, maior segurança, maior controle, entre outros.

Para se aproveitar dos benefícios dessa tecnologia, tornam-se necessários profissionais aptos a operar tais máquinas. Tanto o mercado mundial quanto o mercado regional precisam de indivíduos capazes de utilizar sistemas operacionais informatizados, sejam nas áreas comercial, industrial ou educacional e até para uso doméstico.

Porém, um dos principais problemas encontrados no mercado profissional do Brasil está na carência de mão de obra especializada e, atualmente, com o expressivo crescimento de páginas e aplicações da web, surgiu uma nova carência de profissionais envolvendo o manuseio de softwares em ambientes informatizados.

Para dar uma ideia da importância desse profissional, veja a seguir um breve resumo da profissão de Operador de Computador com os requisitos que o mercado busca atualmente:

• Tarefas e responsabilidades da profissão:
  Saber operar computadores (fora ou em rede)
  Executar pequenas atualizações em softwares
  Executar pequenos reparos nos equipamentos existentes
  Manter registros de controle sobre equipamentos e softwares
  Saber digitar com produtividade
  Saber instalar anti-vírus e eliminar vírus de computadores
  Saber executar procedimentos de segurança de dados (backup)
  Saber instalar sistemas operacionais e outros softwares básicos
  Conhecer bem os softwares mais usados em escritórios (Word, Excel, Power Point e Outlook)
  Conhecer bem como navegar na internet

• Habilidades necessárias:
  Habilidade com computadores, e em resolução de problemas
  Conhecimentos necessários
  Conhecer computadores, softwares e aplicativos usados em escritórios
  Qualidades pessoais
  Saber trabalhar sob pressão e como parte de uma equipe
  Deve possuir vontade de continuar aprendendo novas técnicas.
  Requisitos físicos da profissão.
  Boa coordenação entre mão e visão e rapidez na digitação.

• Como iniciar na profissão?
  Segundo Grau
  Cursos básicos de computação (Windows, Word, Excel, Powerpoint, Outlook)
  Cursos de manutenção de computadores (recomendável)

• Como é o local de trabalho?
  Trabalham em escritórios, comércio e indústria
  Usam computadores e softwares
  Algumas vezes trabalham sob pressão
  Trabalham em horário comercial com horas extras eventuais
  Trabalham sozinhos ou em equipes lideradas por supervisor ou gerente
  Interagem com clientes e outros funcionários

Prepare-se para esse mercado, faça parte das carreiras que mais estão se destacando na atualidade.

Um curso de Operador de Computador normalmente engloba:
- Windows (versão mais atual ou penúltima)
- Internet 8.0 (ou versão atual)
- Word 2010 (ou versão atual)
- Excel 2010 (ou versão atual)
- Powerpoint 2010 (ou versão atual)

Com esses módulos, o curso teria uma duração média de 12 meses com carga horária de 80 horas. Podendo mudar de acordo com a metodologia utilizada.






quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Conhecendo o MS Project

Microsoft Project, ou MS Project, é um software de gestão de projetos (ou gerência de projeto) produzido pela Microsoft. Uma das alternativas ao MS Project é o Project Libre.

A primeira versão do software foi criado pela Microsoft em 1985. Nos anos posteriores sofreu profundas mudanças. Possui recursos relacionados à gestão de projetos.

São vários os focos do MS Project: tempo (datas, duração do projeto, calendário de trabalho), Gráfico de Gantt, Modelo Probabilístico (para cálculos relacionados a planejamento), Diagrama da Rede, Custos (fixos, não fixos, outros) e uma gama de relatórios. No geral, baseia-se no modelo Diagrama de Rede, utiliza tabelas no processo de entrada de dados, permite uso de subprojetos, possui recursos para agrupar, filtrar e classificar tarefas, possui um conjunto padrão de relatórios e os usuários podem criar seus próprios relatórios, permite definição de “semana de trabalho” etc.



O que é um Projeto?
Um projeto é um empreendimento não repetitivo, caracterizado por uma sequência clara e lógica de eventos com início, meio e fim. Destina-se a atingir um objetivo claro e conduzido por pessoas dentro de parâmetros pré-definidos de tempo, custo, recursos envolvidos e qualidade. Um empreendimento temporário, que visa criar um produto, serviço ou resultado único.
Ou seja, todo Projeto:
É temporário – Tem um prazo, uma data para ser finalizado.
É um esforço – Empreendido por uma pessoa, equipe ou organização.
Cria um produto ou serviço exclusivo – Resultado, razão pela qual o projeto foi concebido.

O que é Gerenciamento de Projetos?
Gerenciamento de projetos é a aplicação de CONHECIMENTO, HABILIDADES, FERRAMENTAS E TÉCNICAS nas atividades de projetos de forma a atender ou superar as expectativas dos stakeholders e que envolve o balanceamento de:

1) Escopo, tempo, custo e qualidade;
2) Necessidades e expectativas.

Basicamente, é uma combinação de habilidades que auxilia a prever e controlar os resultados dos esforços empreendidos pela empresa, temporariamente, para criar algum tipo de resultado único ou final. Ou seja, apoiar a execução do projeto, garantindo o seu sucesso.



Se você estiver se imaginando numa situação em que precisa tomar uma decisão relevante para o sucesso de um projeto, deve estar se perguntando qual a melhor opção e como acertar na escolha para garantir o sucesso do projeto.

Nesse momento entra o papel da ferramenta de apoio ao Gerenciamento de Projetos, que deve ser capaz de te dar respostas rápidas para, pelo menos algumas perguntas:

• Que tarefas devem ser executadas, e em que ordem, para produzir o resultado do projeto?
 • Quando cada tarefa deve ser executada e qual o prazo final?
• Quem completará essas tarefas?
• Qual será o seu custo?
• E se algumas tarefas não forem concluídas de acordo com o cronograma?
• Qual é a melhor maneira de comunicar os detalhes do projeto às pessoas interessadas nele?

O MS Project pode fornecer estas respostas e ainda muitas outras para questões diferentes e específicas que surgirão em qualquer projeto que você venha a participar.



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Fonte: Wikipedia





quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Conhecendo o AutoCAD

O AutoCAD (CAD = Computer Aided Design. Uso do computador para fazer um desenho ou projeto) é uma ferramenta utilizada para o desenho de diversos produtos em inúmeras áreas, como a indústria automobilística, engenharia, construção civil, arquitetura, informática etc.

Esse programa (software) se enquadra no conceito de tecnologia e é utilizado mundialmente para criação de projetos em computador.

Na verdade, AutoCAD é o nome de um produto, assim como Windows, Word etc. Existem outros software de CAD como Catia Pro Engineer, Solid Works etc.

O AutoCAD foi criado pela Autodesk em 1982, portanto, é um software bastante estável. Foi um dos primeiros programas desse estilo a rodar em computadores pessoais. Atualmente, o AutoCAD só roda em Windows. Algumas versões para Unix foram lançadas no passado, mas foram descontinuadas.

Um dos recursos bastante utilizados no AutoCAD é o efeito de ver os objetos em 3 dimensões (altura, largura e profundidade) ou efeito 3D como é conhecido. É possível virar um automóvel, por exemplo, e ver a parte de baixo, abrir suas portas, motor e obter uma riqueza de detalhes de uma determinada peça em questão de segundos.

Por ser um aplicativo gráfico e bastante completo, quanto melhor forem os recursos do computador (placa de vídeo, cpu, monitor, memória RAM), melhor será a performance do software.

O AutoCAD é dividido nas versões completa (aproximadamente US$4000), LT (aproximadamente US$900 – sem o recurso 3D) e a versão para estudantes a um preço mais acessível. A versão para estudantes é igual à versão completa, porém, não pode ser usada comercialmente e quando impressos, os documentos mostram uma informação dizendo que é uma versão para uso não comercial.

Devido à quantidade de recursos desse software, são oferecidos diversos cursos para poder conhecê-lo melhor e utilizar toda sua potencialidade.

Muitos dos programas CAD que existem no mercado aplicam-se a uma necessidade específica, como arquitetura, mecânica, elétrica, geoprocessamento entre outras. Outros sistemas de CAD também se firmaram como padrão, como o Micro-Station e o VectorWorks. Sistemas de CAD (projeto e desenho),CAM (manufatura), CAE (engenharia), GIS (geoprocessamento) específicos tem sido criados destinados à mecânica, engenharia, arquitetura, topografia, estradas, modelagem tais como AutoCAD, AutoSurf, AutoArchitect, AutoBuilding, Cad Overlay, Catia, GisPlus, EMS e Hilteck.

A cada ano surge uma nova versão de AutoCAD. O recomendado são as versões que vão do 2008 ao 2010, que são fáceis de manusear.

Alguns concorrentes diretos do AutoCAD são: MicroStation, VectorWorks, IntelligentCad.




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Por: Luiz Carlos Amariz





sábado, 6 de junho de 2015

O que é Cloud Computing? Entenda!


A expressão Cloud Computing ganhou força em 2008 mas, conceitualmente, as ideias por trás da denominação existem há muito mais tempo. Também conhecida no Brasil como “computação nas nuvens” ou “computação em nuvem”, a Cloud Computing se refere à noção de utilizarmos, em qualquer lugar e independente de plataforma, as mais variadas aplicações por meio da internet com a mesma facilidade de tê-las instaladas em computadores locais.

Estamos habituados a armazenar arquivos e dados dos mais variados tipos e a utilizar aplicações de maneira on premise, isto é, instaladas em nossos próprios computadores ou dispositivos. Em ambientes corporativos, esse cenário muda um pouco: é relativamente comum empresas utilizarem aplicações disponíveis em servidores que podem ser acessadas por qualquer terminal autorizado. A principal vantagem do on premise está no fato de ser possível, pelo menos na maioria das vezes, utilizar as aplicações mesmo sem acesso à internet ou à rede local (off-line).

Por outro lado, no modelo on premise, todos os dados gerados ficam restritos a um único equipamento, exceto quando há compartilhamento em rede, coisa que não é muito comum no ambiente doméstico. Mesmo no ambiente corporativo, essa prática pode gerar algumas limitações, como a necessidade de se ter uma licença de determinado software para cada computador, por exemplo.

A evolução constante da tecnologia está fazendo com que o acesso à internet seja cada vez mais amplo e rápido. Esse cenário cria a condição perfeita para a popularização da Cloud Computing, pois faz com que o conceito se popularize. Com a Cloud Computing, muitos aplicativos, arquivos e dados, não precisam mais estar instalados ou armazenados no computador ou em um servidor. Esse conteúdo passa a ficar disponível nas “nuvens”, isto é, na internet! Ao fornecedor da aplicação, cabe todas as tarefas de desenvolvimento, armazenamento, manutenção, atualização, backup, escalonamento, etc. O usuário não precisa se preocupar com nenhum desses aspectos, apenas em acessar e utilizar.

Um exemplo prático de Cloud Computing é o Office Online, da Microsoft, serviço que dá acesso a recursos básicos de edição de textos, apresentações de slides, entre outras funcionalidades, de maneira completamente on-line. Tudo o que o usuário precisa fazer é criar uma conta e utilizar um navegador de internet compatível, que é o caso da maioria dos browsers da atualidade.


Características da Cloud Computing

Uma das vantagens da Cloud Computing, além do acesso a aplicações a partir da internet, sem que estas estejam instaladas em computadores ou dispositivos específicos, são bastante significativos:

- Acesso às aplicações independente do sistema operacional ou do equipamento usado;
- Não há preocupação com a estrutura para executar a aplicação - hardware, procedimentos de backup, controle de segurança, manutenção, entre outros;
- Compartilhamento de informações e trabalho colaborativo se tornam mais fáceis, pois todos os usuários acessam as aplicações e os dados do mesmo lugar: a nuvem;
- Dependendo do fornecedor, o usuário pode contar com alta disponibilidade: se um servidor parar de funcionar, por exemplo, os demais que fazem parte da estrutura continuam a oferecer o serviço;
- Melhor controle de gastos. Muitas aplicações em Cloud Computing são gratuitas e, quando é necessário pagar, o usuário só o faz em relação aos recursos que usar ou ao tempo de utilização. Não é necessário, portanto, pagar por uma licença integral de uso, tal como é feito no modelo tradicional de fornecimento de software;
- Dependendo da aplicação, o usuário pode precisar instalar um programa cliente em seu computador ou dispositivo móvel. Mas, nesses casos, todo ou a maior parte do processamento (e até mesmo do armazenamento de dados) fica por conta das "nuvens".

Note que, independente da aplicação, com a Cloud Computing o usuário não necessita conhecer toda a estrutura que há por trás, ou seja, ele não precisa saber quantos servidores executam determinada ferramenta, quais as configurações de hardware utilizadas, como o escalonamento é feito, onde está a localização física do data center, enfim. O que importa é saber que a aplicação está disponível nas nuvens!


Veja alguns exemplos de aplicações em Cloud Computing

Os termos Cloud Computing e Computação nas Nuvens são relativamente recentes mas se analisarmos bem, veremos que a ideia não é, necessariamente, nova. Serviços de e-mail, como Gmail e Yahoo! Mail; "discos virtuais" na internet, como Dropbox ou OneDrive; sites de armazenamento e compartilhamento de fotos ou vídeos, como Flickr e YouTube. Todos são exemplos de recursos que, de certa forma, estão dentro do conceito de computação nas nuvens.

Esses serviços mencionados não são executados no computador do usuário, mas pode ser acessado de qualquer lugar e muitas vezes sem pagar licenças de software. No máximo, paga-se um valor periódico pelo uso do serviço ou pela contratação de recursos adicionais.


Cuidados para evitar problemas

Há uma quantidade imensa de serviços nas nuvens. No meio corporativo, há opções que atendem de pequenas empresas a companhias que figuram entre as mais valiosas do mundo. Tamanha diversidade exige cuidados para evitar que as vantagens se transformem em prejuízo ou desperdício de recursos.

Uma dessas medidas é a avaliação precisa de necessidades, do contrário, uma organização pode contratar serviços cuja capacidade está acima do necessário, gerando custos indevidos.

Outra medida é a desativação de recursos contratados no tempo certo. Se uma empresa utiliza serviços que cobram por hora, por exemplo, é importante desativar a ferramenta durante períodos em que não há demanda (como em feriados).


Um pouco sobre a história da Cloud Computing

Computação nas Nuvens não é um conceito claramente definido. Não é uma tecnologia pronta que saiu de laboratórios para o mercado. Isso faz com que seja difícil identificar com precisão a sua origem. Mas há alguns indícios bastante interessantes.

Um dos principais nomes por trás da criação do que conhecemos como inteligência artificial foi o pesquisador John McCarthy, falecido em outubro de 2011, se destacou na pesquisa da linguagem Lisp, até hoje aplicada em projetos que utilizam tal conceito. Ele também idealizou, no início da década de 1960, a computação por tempo compartilhado (time sharing), no qual um computador pode ser utilizado simultaneamente por dois ou mais usuários, aproveitando especialmente o intervalo de tempo ocioso entre cada processo e aproveitando melhor o computador.

Quase que na mesma época, o físico Joseph Carl Robnett Licklider entrou para a história ao ser um dos pioneiros da internet. Isso porque, ao fazer parte da ARPA (Advanced Research Projects Agency), lidou com a tarefa de encontrar outras utilidades para o computador que não fosse apenas a de ser uma "poderosa calculadora". Licklider foi um dos primeiros a entender que os computadores poderiam ser usados de maneira conectada, de forma a permitir comunicação de maneira global e, consequentemente, o compartilhamento de dados.

Qualquer tentativa de definir o que é Cloud Computing pode não ser 100% precisa. As ideias por trás da noção de computação nas nuvens são muito novas e as opiniões de especialistas em computação ainda divergem.

Ainda há muito trabalho a ser feito. A simples ideia de determinadas informações ficarem armazenadas em computadores de terceiros (no caso, os fornecedores de serviço de clouds), mesmo com documentos garantindo a privacidade e o sigilo, preocupam pessoas e, principalmente, empresas, razão qual esse aspecto precisa ser melhor estudado.

De qualquer forma, a Cloud Computing é um caminho sem volta. A constante ampliação dos serviços de acesso à internet e o advento dos dispositivos móveis (smartphones, tablets, smartwatches e semelhantes) abrem cada vez mais espaço para as aplicações nas nuvens - um conceito depende do outro para gerar valor a usuários e organizações.



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Por: Emerson Alecrim, em 23/12/2008 - atualizado em 04/03/2015

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

domingo, 12 de outubro de 2014

Designer Gráfico: conheça melhor essa profissão


Design Gráfico é basicamente a criação de projetos gráficos para publicações, anúncios e vinhetas de TV e internet. O designer gráfico desenvolve o visual de jornais, revistas, livros, panfletos, anúncios e outdoors. Também cria logotipos e papelaria para firmas individuais, comerciais e industriais, com o objetivo de torná-los atrativos e facilitar a leitura. Escolhe as letras para os textos, define o tamanho das colunas de uma página impressa, seleciona e padroniza cores e ilustrações e projeta embalagens. Desse modo, torna a comunicação mais eficiente e agradável. Cuida da programação visual de marcas veiculadas em anúncios e campanhas, inclusive em espaços públicos onde a informação deve ser compreensível até para o público iletrado. No campo digital, elabora websites e CDs-ROM. Pode trabalhar em editoras, agências de design e de publicidade e birôs de computação gráfica e produtoras.

O mercado de trabalho

A figura do designer gráfico vem ganhando cada vez mais espaço devido ao surgimento de novas mídias e também pela necessidade de ampliação dos canais já existentes, como a publicidade, a internet, a telefonia celular e a mídia impressa. "Existe demanda em todos os segmentos, como finalização, vídeos, animação, mas o maior crescimento ainda é na área da web", afirma Sérgio D'’Oliveira Casa Nova, coordenador do curso da Belas Artes, de São Paulo. Outra possibilidade é trabalhar como autônomo, prestando serviços para empresas, ou em pequenos escritórios de design. As vagas de emprego ainda se concentram no eixo Rio-São Paulo. "Para quem está começando, a melhor maneira de entrar no mercado é estagiando em empresas de designers gráficos, agências de propaganda, editoras e produtoras de vídeo e cinema", explica o coordenador.

O curso

O currículo valoriza a formação prática em artes e comunicação visual e é composto de disciplinas como história da arte e do design, cinema, fundamentos da linguagem visual e fotografia. Há, ainda, aulas de tipografia, ergonomia, embalagem, marca e softwares de editoração. Vários cursos de Arquitetura e Urbanismo e de Desenho Industrial também preparam o profissional para atuar nessa área. A obrigatoriedade do estágio e da apresentação de um trabalho de conclusão de curso depende de cada instituição. Fique de olho: Algumas instituições oferecem graduação em design digital, com formação específica em projetos de design para interfaces de mídias digitais, como websites, animações e games. A duração em média de um bacharelado é de quatro anos.

O Design Gráfico também atende por outros nomes, como Artes Visuais (artes gráficas); Comunicação Visual Design; Design (comunicação visual); Design (programação visual); Design (web / gráfico); Design - animação digital; Design de Interface Gráfica; Design Publicitário. 

Atuação no mercado de trabalho

  Editoração eletrônica  
Criar páginas de jornais, revistas, livros e folhetos, distribuindo o texto e as imagens de acordo com a linha editorial da publicação.

  Programação gráfica para TV  
Produzir vinhetas para emissoras e peças de publicidade.

  Webdesign  
Desenhar sites, interativos ou não, para a internet, considerando a melhor forma de transmitir a imagem, as informações e os serviços oferecidos pelos clientes.

O salário inicial  é de R$ 2.120,58 podendo chegar a R$ 5.000,00 (fonte: Associação dos Designers Gráficos do Distrito Federal).



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Por: Guia do Estudante

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

AutoCAD: quem usa e quanto ganha

Com o uso do software o profissional pode ganhar até R$ 7 mil

AutoCAD: Quanto ganha quem trabalha com ele? Para responder essa pergunta, primeiramente é preciso entender um pouco sobre o que é o AutoCAD e o que ele faz.

O AutoCAD é um programa desenvolvido pela Microsoft e tem seu objetivo baseado principalmente nas necessidades dos arquitetos e engenheiros, pois com ele é possível criar projetos como plantas de casa, construções etc. O programa também é muito utilizado na área da indústria, pois com ele é possível desenvolver desenhos técnicos bidimensionais e tridimensionais.

Profissionais que usam AutoCAD para trabalhar

• Arquiteto: Arquitetos fazem projetos e usam AutoCAD para isso. O salário inicial de um arquiteto varia de R$ 2.300 a mais.

• Engenheiro: Enquanto arquitetos fazem os projetos, os engenheiros são quem os executam. Engenheiros precisam saber manusear o AutoCAD para abrir o projeto, analisar, estudar e, por fim, executar. O salário inicial de um engenheiro pode chegar a ser R$ 4.000 (ou mais).

• Designer gráfico: Alguns (poucos) designers gráficos usam o AutoCAD como instrumento de trabalho, mas ainda assim usam para criar alguma peça, desenho etc. Um profissional dessa área começa ganhando até R$1.000 e, se for dedicado, poderá ganhar até R$2.000 como salário inicial.

• Mecânico industrial: Dissemos anteriormente que o AutoCAD é utilizado na área de indústria por haver a possibilidade de criar desenhos técnicos em 2D e 3D, logo, os mecânicos industriais também podem usá-lo como instrumento de trabalho. A média do salário de um mecânico industrial varia entre R$ 3.500 e R$ 7.000.

Essas são algumas das profissões que podem usar o AutoCAD como instrumento de trabalho, mas as duas primeiras são as principais.


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Por: Portal Educação
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segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Mercado sente carência de profissionais para programação mobile

Vale a pena investir na carreira de desenvolvedor mobile! O setor de tecnologia da informação sofre com a falta de profissionais qualificados. Como esta é uma área em constante inovação, surgem novas necessidades e, por consequência, novas ‘profissões’. Uma carreira que está em expansão e já sente – e muito – a carência de profissionais é a de desenvolvedor de aplicativos para aparelhos móveis.

Atualmente, o mercado de TI emprega 1,2 milhão de pessoas, mas faltam cerca de 90 mil profissionais, segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom). É grande o déficit no setor e se o quadro atual se mantiver, em breve serão cerca de 200 mil vagas em aberto.

Para os desenvolvedores mobile os números também são impressionantes. Em um estudo intitulado America’s Tech Talent Crunch, o site de carreira em TI www.dice.com descobriu que os anúncios de emprego para desenvolvedores em Android aumentaram 302% no primeiro trimestre de 2011 em relação ao mesmo período do ano passado. Já para desenvolvedores em iPhone, as vagas cresceram 220%.

Os números mostram que há muitas oportunidades no setor e este crescimento não é por acaso. Desde o ano passado houve um boom de smartphones e tablets. Os aparelhos móveis estão cada vez mais populares, no Brasil e em todo o mundo, e há a necessidade de criar softwares para estes dispositivos. As empresas precisam oferecer facilidades e diferenciais aos consumidores para se destacarem. 

Companhias dos mais variados segmentos também já descobriram os benefícios que a mobilidade pode trazer e, por isso, há demanda por desenvolvedores de aplicativos móveis corporativos. Para suprir esta ausência de profissionais, as empresas vêm buscando algumas alternativas. A contratação de pessoas com algum conhecimento em desenvolvimento de sistemas para capacitá-las internamente para atuar com os aplicativos móveis é uma delas. Outras organizações têm optado por terceirizar partes dos projetos para outros países, como a Índia e a China.

Mas é claro que seria bem melhor se as vagas fossem ocupadas por profissionais brasileiros. Os que não querem perder estas oportunidades devem estar dispostos a estudar muito para acompanhar o mercado. Estar atualizado e entender de negócios e processos também são requisitos básicos, principalmente, para quem pretende trabalhar em grandes empresas. Outro quesito avaliado na hora de contratar é o conhecimento nas linguagens .Net e Java, J2ME, Objective C (iPhone e iPad), além do conhecimento de Banco de Dados.

A TI é uma área que oferece boa remuneração e com a carência de profissionais os salários ficam ainda mais atrativos. Para os desenvolvedores mobile, os valores variam entre R$ 180,00 a R$ 220,00 por hora. Também há oportunidades para trabalhar com projetos que custam entre R$ 20 mil e R$ 60 mil em média – mas estes números podem ser maiores dependendo do tamanho da Aplicação.

Para trabalhar com TI é necessário investir na carreira porque a profissão exige o conhecimento da técnica. O ideal é ter um conhecimento geral da área e se especializar em algum setor. A carreira de desenvolvedor de aplicativos para aparelhos móveis está em alta e a tendência é ficar cada vez mais aquecida, afinal, a venda de tablets e smartphones só aumenta. Vale a pena investir nesta profissão!


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Por: João Moretti (Diretor geral da MobilePeople – empresa especializada em soluções móveis corporativas)
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