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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Transforme sua carreira

Aprenda a iniciar uma transformação positiva na carreira

Anda insatisfeito com o seu trabalho? Confira dicas para reverter essa situação e alcançar o sucesso.

Em um determinado momento da carreira, alguns profissionais podem ter uma sensação de que não estão plenamente satisfeitos com o seu trabalho. Seja por causa da relação com a equipe ou pelas tarefas realizadas no momento, a insatisfação pode levar a um constante quadro de mau humor e pensamentos negativos por parte do funcionário.

Sabendo disso, separamos 4 dicas para ajudá-lo a transformar um momento de crise na carreira em uma oportunidade para rever o seu próprio comportamento, ficando mais próximo do sucesso. Confira a seguir:



1 - Mantenha o foco nos aspectos positivos
De fato, é bastante provável que o seu ambiente de trabalho não seja perfeito. Entretanto, é uma escolha manter a concentração nos elementos positivos ou negativos da empresa na qual você trabalha. Pense nas suas possibilidades de aprender e ganhar experiência a partir das atividades que você realiza diariamente. Pensar de uma forma positiva só aumenta as chances de atrair sucesso para a sua trajetória profissional.

2 - Não tenha o hábito de reclamar
Por mais que algumas coisas não lhe agradem no trabalho, lembre-se de não manter hábito de reclamar. Essa atitude só atrairá pensamentos negativos, diminuindo a motivação e prejudicando o seu desempenho. Ao invés de ir contra as mudanças na empresa, procure pensar de uma maneira pró-ativa e busque tirar algo que contribua ao seu próprio crescimento.


3 - Não crie competição com seus colegas
Entenda que para que uma empresa funcione bem, é necessário saber trabalhar em equipe. Lembre-se de que você não deve criar uma ideia de competição com os seus colegas e sim atuar lado a lado, de uma forma colaborativa. Procure aprender com eles, e peça dicas e sugestões para aprimorar a sua própria performance.

4 - Saia da sua zona de conforto
Quando for solicitado que você faça uma tarefa que julga difícil, enxergue-a como um desafio e não como um problema. Aceite a proposta com vontade e procure se esforçar ao máximo. Lembre-se de que, por mais que possa ser difícil, sair da zona de conforto pode ser uma ótima oportunidade para aprender e crescer profissionalmente.



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Fonte: Universia Brasil

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Boas dicas de motivação no trabalho

Motivação no trabalho: Copie os hábitos das pessoas produtivas!


Você sabia que os primeiros 15 minutos da sua jornada de trabalho definem o ritmo do resto do seu dia? Ou seja, se você já começar o dia confuso com as suas (muitas) tarefas, dificilmente irá conseguir lidar com os desafios que surgem ao longo do dia sem que isso afete sua produtividade e motivação no trabalho.

Por isto, listamos oito hábitos que as pessoas produtivas fazem nos seus primeiros 15 minutos do dia para você se inspirar e se manter produtivo pelos outros muitos minutos depois:

1. Procure estabelecer uma rotina
Segundo um artigo publicado pela LifeHack, pessoas produtivas sabem da importância de trabalhar cedo.  Por isto,  ao invés de correr para o trabalho, saia de casa cedo e vá para o escritório calmamente. Assim você não corre o risco de se estressar com o trânsito nem com outro imprevisto que possa surgir no caminho. Definir um ritmo relaxante desde o início é fundamental para estar pronto para produzir com motivação no trabalho.

2. Não faça tudo ao mesmo tempo
As pessoas que são bombardeadas por vários fluxos de informação não conseguem prestar atenção e executar tarefas com a mesma qualidade que aquelas que realizam uma tarefa de cada vez, ou seja, com foco. Os “multitarefas” frequentes têm um pior desempenho ao longo do dia porque têm mais dificuldade em organizar os seus pensamentos e filtrar as informações irrelevantes. A verdade é que, quando se tenta fazer duas coisas ao mesmo tempo, seu cérebro não tem capacidade para executar ambas as tarefas com o mesmo sucesso.

3. Planeje-se
Reveja sua lista de tarefas no início do dia para traçar estratégias mentais de como executá-las. Pessoas produtivas se decepcionam se planejam mais tarefas do que conseguem realizar no dia. Por isso, identifique as três mais importantes e planeje-se.

4. Coloque seu celular no modo silencioso
Nenhum dos seus colegas de trabalho é obrigado a conviver com toques telefônicos escandalosos ou o barulho irritante de teclas enquanto você troca mensagens. Esse tipo de coisa desconcentra qualquer um de seu trabalho, inclusive você. Por isso, ao chegar no escritório, coloque seu celular no silencioso ou no modo vibratório.

5. Priorize tarefas
Tudo é urgente. Mas há coisas mais urgentes que outras – e não se pode só ficar apagando incêndio. O importante de hoje pode virar urgente amanhã. Então, que tal executar o importante na data planejada para ele? Quem é produtivo de verdade sabe detectar que os incêndios estão atrapalhando seu desempenho, e está disposto a ignorar ou a delegar as coisas que se colocam no seu caminho.

6. Respire e relaxe
Segundo uma entrevista realizada por Oprah Winfrey, respirar profundamente fornece oxigênio para o cérebro. Isso faz você pensar de forma mais clara e permite que você seja mais calmo. Profissionais de sucesso, como Oprah Winfrey e Arianna Huffington, fazem esse tipo de relaxamento pela manhã e garantem encontrar muito mais motivação para o trabalho ao longo do dia.

7. Dê espaço aos seus colegas de trabalho
Pessoas produtivas não falam com os seus colegas sobre questões de trabalho na primeira parte da manhã. Curioso, né? Respeitar o tempo dos outros é saber que seus colegas, assim como você, também precisam de tempo para se preparar para o seu longo dia de trabalho produtivo.


8 . Coloque a tecnologia a seu favor
Pessoas produtivas não permitem que o e-mail seja uma constante interrupção, então não é necessário checá-lo a todo momento. Certo? Você pode eliminar a tarefa de receber e enviar demandas para sua equipe via e-mail ao implementar um software de gestão. Com um gestor online, outras atividades burocráticas, como o preenchimento de planilhas de horas, são eliminadas e seus colaboradores terão mais tempo para fazer o que importa, como no item 5.



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Por: Mariana Whitehead para o Blog da Run Run It

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Como pessoas bem sucedidas usam seu tempo ocioso

Ótimo texto de Mark Ford explicando a importância de se dedicar ao trabalho e fazer sempre o melhor possível.
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Vinícius e Ana moram no mesmo prédio e trabalham no mesmo escritório. Os dois acordam às 7 horas, tomam banho, comem e chegam ao trabalho às 8h. É nesse momento que seus hábitos começam a divergir.

Das 8h às 9h (enquanto os demais funcionários chegam ao escritório), Ana planeja seu dia e trabalha nas tarefas importantes para seus planos de longo prazo.
Vinícius também gosta de chegar uma hora mais cedo, mas prefere relaxar lendo o jornal enquanto toma seu café. Vinícius observa Ana trabalhando e sente pena dela.

“Nós dois levamos crédito por chegar mais cedo”, pensa, “mas ela trocou sua felicidade por dinheiro.”

Na opinião dele, Ana é gananciosa, tola e egocêntrica.

Ambos escolheram o que fazer no tempo livre, pois acreditam que vão se beneficiar disso. Vinícius não gosta de trabalhar. Logo, não quer trabalhar mais do que o estritamente necessário.

Mas, já que é obrigado a fazê-lo das 9h às 18h, imagina ser melhor realizar um bom serviço nesse tempo. E realiza.

Ana gosta de trabalhar. E, apesar de não apreciar todos os aspectos de seu serviço, aprecia principalmente a hora entre 8h e 9h da manhã. Pois é quando planeja seu dia, descobre o que pode realizar e trabalha em algum projeto que irá melhorar sua vida.

Lá pelas 9h, Vinícius se sente relaxado, mas um pouco triste. Em alguns minutos, o escritório estará agitado, sua caixa de e-mails transbordando e o telefone tocará o tempo todo. Ana sente-se melhor do que se sentia às 8h.

No tempo livre Ana é uma investidora e Vinícius é um gastador.

Como tal, Ana trabalha das 8h às 9h e recebe dividendos. A curto prazo, a recompensa é saber que seu dia está planejado, sua caixa de e-mails organizada e que algo realmente importante já foi realizado.


A médio prazo ela tem o benefício de um dia mais organizado. E a longo prazo, o trabalho que faz agora proporcionará diversas recompensas – salário mais alto, posição melhor na empresa, mais responsabilidade, etc.

Como um gastador, Vinícius não está disposto a trabalhar aquela hora extra todas as manhãs. Ele prefere usá-la para sua gratificação instantânea.

De modo geral, valor se multiplica com o tempo. Invista US$ 1.000 no mercado de ações hoje e pode ter certeza de que terá o dobro em torno de oito anos (supondo que o mercado cresça 9%). O mesmo princípio é verdadeiro em relação ao trabalho.

Cada hora que você investe hoje valerá muito mais no futuro. As recompensas podem ser extraordinárias, monetariamente falando.

Digamos que Vinícius e Ana ganhem US$ 20 mil por ano. Trabalhando uma hora extra por dia, durante um ano todo, Ana pode esperar aumentos salariais 20% maiores que Vinícius .Quando ele tiver um aumento de US$ 1.000 ela terá um aumento de US$ 1.200.

Pode não parecer muito no primeiro ano, mas no terceiro Ana terá subido de nível e conseguido uma posição de gerência com um salário de US$ 40.000 por ano.

Se continuar trabalhando uma hora extra por dia, acabará dirigindo a empresa por US$ 175.000 ao ano. Enquanto isso, mesmo apreciando suas manhãs, Vinícius terá tido uma ascensão profissional bastante lenta. Com sorte, ganhará cerca de US$ 55.000 por ano como gerente júnior.

Durante os 20 anos de suas respectivas carreiras, Ana ganhará muito mais dinheiro e terá uma vida material muito mais confortável. Mas Vinícius não se arrepende de sua escolha.

Afinal, ele aproveitou uma hora por dia de descanso – 5 horas por semana, 260 horas por ano, durante 20 anos – horas das quais Ana abriu mão. São 5 mil horas de “diversão” que Ana não teve.

Mas, agora, Vinícius e Ana estão com 48 anos e Ana não precisa mais trabalhar. Ela se aposentou com 4 milhões no banco. Vinícius, no entanto, é obrigado a continuar no serviço.

Com dois filhos na faculdade, uma financiamento imobiliário e outras dívidas, ele não poderia se aposentar mesmo se quisesse. Cada 40 horas por semana que Vinícius trabalha são 40 horas de lazer que Ana tem à disposição.

Ana levará apenas 120 semanas, cerca de dois anos e meio, para alcançar Vinícius em termos de tempo gasto com lazer durante todos os anos entre as 8 e 9 horas da manhã.

E Ana não será apenas muito mais rica e livre do que Vinícius, como também terá 2 mil horas extras de lazer por ano.

Esse exemplo está em dólares, pois estou aqui nos Estados Unidos. Mas a lógica é a mesma para vocês que estão aí no Brasil.

Quando decidir fazer algo, dê o melhor de si. Dedique-se ao que lhe foi designado. A construção de riqueza também começa com fazer seu melhor, organizar suas planilhas, organizar seu dia e “perder” algumas horas para depois ser recompensado.

Abraços,
Mark Ford


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Mark Ford é autor, empresário, editor, investidor e consultor. Bacharel pelo Queens College - CUNY, mestre pela Universidade de Michigan e doutor pela Universidade Católica. Em 1982, mudou-se para Palm Beach, Florida, e trabalhou no mercado de publicações. Tornou-se um multimilionário e aposentou-se aos 39 anos. Mais tarde, fundou a Palm Beach Research Group e atualmente ensina pessoas a criar riqueza. Mark Ford é colunista do site Criando Riqueza.

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Como encontrar sentido no trabalho

Qualquer um pode se dedicar a algo sem nenhum propósito, mas o comprometimento jamais será integral, o empenho será pequeno e o resultado, apenas protocolar.


Nos anos 1990, depois de ter publicado mais de 25 livros e visitado praticamente todas as dimensões da gestão moderna, Peter Drucker se interessou por um tema inédito: a gestão das organizações sem fins lucrativos e o trabalho voluntário. Queria entender o que motivava pessoas a realizar trabalhos em que o lucro, o pagamento e o interesse financeiro simplesmente não existiam. Ele, um defensor do pagamento justo como meio de incentivo, percebeu, então, que o ser humano pode ser motivado de várias maneiras, e que o dinheiro está longe de preencher inteiramente as necessidades do espírito humano.

Meaning, dizia. Meaning of life – o sentido da vida. O mestre se deu conta de que o ser humano tem imensa necessidade de perceber que suas ações são orientadas por algo mais que uma simples tarefa que será paga. Qualquer um de nós pode, sim, se dedicar a algo desprovido de sentido. Entretanto, o comprometimento com tal atividade jamais contará com a inteireza, o empenho será pequeno e o resultado será apenas protocolar. A vida vazia, sem missões que exigem nosso melhor, não nos completa.

Essa é a razão por que milhões de pessoas no mundo dedicam parte de seu tempo e de sua energia a trabalhos voluntários. Drucker calculou em muitos bilhões de dólares o que deveria ser pago a voluntários, só nos EUA, se eles recebessem salários. Olhando mais de perto, ele concluiu que as pessoas buscam essas atividades para darem sentido à sua vida. E se preocupou com o fato de que o trabalho delas não lhes dava esse sentimento de serem úteis e necessárias. Seu trabalho era desprovido de significado. OK, nem todos podemos estar ligados a uma causa considerada nobre, como reduzir a miséria ou salvar as baleias. Mas qualquer trabalho é nobre, se for feito com empenho.

Duas providências simples podem resolver o vazio interior que alguns carregam: fazer bem sua parte, ser ético e correto em todos os lugares e perceber que seu trabalho é valioso para os outros. Seu trabalho é mais do que uma simples tarefa. É uma nobre missão.



  
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Por Eugênio Mussak

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Dicas de Bill Gates para ser um bom líder


Tornar-se um líder é uma característica que demanda anos e a vivência em muitas experiências profissionais diferentes. Um ícone dentro deste universo é Bill Gates, um dos fundadores da Microsoft. 


Veja agora 4 dicas desse profissional para ser um bom líder.


Ø  Leia
Para ser um bom líder, é importante que você leia sobre todos os assuntos possíveis, aumentando o seu repertório cultural. O maior diferencial de ler sobre tudo é que você começará a ter novas perspectivas sobre o mesmo assunto e, assim, estará mais preparado para construir o seu próprio pensamento crítico.


Ø  Apaixone-se pela sua área
Ao realmente gostar do que faz, você se dedicará muito mais para que as atividades aconteçam. Além disso, ao demonstrar o quanto ama o seu trabalho, motivará seus funcionários a agirem de maneiras que o impressione e para alcançarem as metas propostas pela empresa.


  Ø  Sempre busque mais
É importante que você tenha sempre um objetivo em mente que o faça lutar pelos ideais que acredita. Entenda a importância de estar sempre se renovando e buscando novos desafios, porque assim você conseguirá inspirar novas pessoas, inclusive seus funcionários. Por maior que seja o desafio, aceite-o e tente aprender algo de novo com base nessa experiência.


  Ø  Divirta-se
Além de manter uma postura séria e profissional, você também precisa se divertir. Concilie o seu tempo entre as obrigações profissionais e o lazer, para manter a mente relaxada e disposta a enfrentar novos desafios dentro da companhia que trabalha. Determine um tempo para seus hobbies e paixões e você conseguirá ver como o seu desempenho de liderança será potencializado.




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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Hábitos para chegar ao Sucesso

CRESCIMENTO PROFISSIONAL: HÁBITOS PARA CHEGAR AO SUCESSO

Alguns hábitos são certeiros para que você obtenha crescimento profissional. Conhecimento, habilidade e atitude estão na sua rotina? Está na hora de prestar mais atenção a estas três palavrinhas mágicas, elas podem ser uma ajuda e tanto na sua carreira!

O que é preciso para o

 Crescimento Profissional?

Uma pitada de sorte e oportunidades ajudam a sua carreira a crescer no momento certo, mas sozinhas não garantem continuidade. Para isso, é preciso aprender a colocar as suas qualidades em evidência e ir em busca do seu espaço.

A primeira dica é acumular conhecimento, que oferece capacitação técnica. Ou seja, fazer cursos regularmente e não deixar que o mercado avance e você fique desatualizado e sem perspectivas de mudança.

Também é preciso de habilidade para colocar o conhecimento em ação – o que não deixa de ser um treinamento diário. Só você pode avaliar com fidelidade se os seus conhecimentos estão satisfatórios à medida que vai testando as suas aptidões.

Já a atitude é a forma de encarar os desafios e os resultados negativos. Como você lida com tudo isso? Pense um pouco para responder e entenda como isso afeta o seu dia a dia e as decisões que você toma.

“Se avaliarmos o quanto pesam estes três componentes, vamos perceber que a atitude representa 60% do sucesso. Isto significa que de nada serve estudar se não houver atitude, esforço, perseverança e foco no objetivo a ser alcançado”, explica Silvio Bianchi, coach financeiro.

Sendo assim, conforme a orientação de Bianchi, elimine da sua vida a ideia do esforço mínimo e a procrastinação. Para ter crescimento profissional, aprenda a domar a sua distração e a falta de foco. Todos eles são os inimigos do sucesso.

O que impede o Crescimento Profissional

Os hábitos nocivos são os famosos sabotadores de qualquer projeto. Cada sujeito tem os seus. Quando a pessoa se analisa, sabe ouvir críticas, observa o que suas ações causam nos outros, consegue descobrir como melhorar.

Sabe aquele colega que assume um projeto e no dia de apresentá-lo sempre chega atrasado? É a típica atitude de sabotar o que poderia ser promissor para si mesmo. Para evitar que isso aconteça, avalie bem os motivos e tenha coragem e honestidade para enfrentar o resultado de suas ações.

Quando você conseguir mudar o seu comportamento, perceberá que ao seu redor existem muitas pessoas que ainda não enxergam assim – e que pode ser difícil resistir. É aquela atitude de ver alguém em dieta e oferecer só um pedacinho para provar. Quando você aceita, pode estar desviando do seu foco.

Com o crescimento profissional acontece exatamente a mesma coisa, garante Bianchi. A meta, o foco e o compromisso se perdem. Por isto, o coach recomenda que os objetivos sejam bem específicos, mensuráveis, atrativos, relevantes e com um prazo de tempo determinado para acontecer.



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Por: Val Kaline / para Crisfeu

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Mensagem para a Crise

Crise: perigo ou oportunidade

Por: Abílio Diniz

Muitas pessoas estão criticando o país e deixando de investir. Mas investir no Brasil, apesar de tudo, vale a pena. Melhor dizendo, investir no Brasil, quando se olha tudo, vale a pena. E isso não é retórica. É o que eu e as empresas da qual faço parte estamos fazendo.

Já vivi muita coisa, e, quando falam hoje que o Brasil passa por uma grande crise, posso lhes garantir que passamos por situações piores no passado e demos a volta por cima. O Brasil é um país preparado para superar adversidades.

Muitas pessoas estão criticando o país e deixando de investir. Mas investir no Brasil, apesar de tudo, vale a pena. Melhor dizendo, investir no Brasil, quando se olha tudo, vale a pena. E isso não é retórica. É o que eu e as empresas da qual faço parte estamos fazendo.

Obviamente, não vou negar que, após uma década de grandes avanços econômicos, políticos e sociais, o Brasil enfrenta mais um momento de crise. Mas, como diz o clichê, ele traz oportunidades.

Eu comecei ajudando meu pai, imigrante português, na mercearia que ele fundou em São Paulo em 1948. A primeira grande crise que enfrentei ocorreu nos anos 1960, com o golpe militar. Na década de 1980, tivemos choque de petróleo, crises fiscais, socorro do FMI e inflação em alta. A crise econômica aguda contribuiu para acelerar a queda da ditadura, mas a democracia não significou o fim das nossas crises econômicas.

O país conviveu com inflação muito alta ou hiperinflação por uma década. Vários planos não só fracassaram como acabaram agravando os problemas. A partir de meados dos anos 1990, o país finalmente começou a controlar a inflação e aprovou uma lei de responsabilidade fiscal que ajudou a equilibrar as contas públicas. Mas esses avanços não evitaram a chegada de novas crises, algumas de origem externa.

Apesar de tudo isso, as empresas brasileiras encontraram caminhos para crescer num país imenso, de enormes recursos, população trabalhadora e empresários resilientes, capazes e criativos.

Eu sou a prova disso.

Ao longo dessas décadas duríssimas, a empresa que meu pai fundou, e eu desenvolvi, cresceu diante das oportunidades e dificuldades, tornando-se um dos maiores grupos de varejo do mundo.

O Brasil tem gestores da melhor qualidade, criados e testados nas crises mais duras, que pareciam impossíveis de superar, mas foram superadas. Essa população é trabalhadora, empreendedora e ávida por educação. Nosso mercado é um dos maiores do mundo. Nossas empresas cresceram de forma vigorosa nos últimos anos, criando riqueza, governança e mercado, ativos valiosos que não desapareceram.

Oportunidades existem. É preciso identificá-las. Crise é uma chance de você mostrar o seu valor quando quase tudo à sua volta está perdendo valor. A hora, portanto, é de mostrar que o Brasil é muito mais forte que suas crises e seus governantes.





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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Como os jovens vão enfrentar a Quarta Revolução Industrial

O que as transformações pelas quais o mercado de trabalho vai passar nos próximos anos impõem à agenda dos jovens?

A chamada Quarta Revolução Industrial - era da inteligência artificial, dos rôbos, impressão 3D, da nanotecnologia e da internet das coisas - vai cortar milhões de postos de trabalho, segundo relatório apresentado hoje pela entidade que organiza o Fórum Econômico Mundial.

E para enfrentar a competitividade crescente e as novas demandas no que diz respeito a habilidades técnicas e comportamentais, jovens já começam a desenhar um plano de desenvolvimento para a carreira.

É o que revela uma pesquisa da Infosys. Com a participação dos jovens de países como Índia, África do Sul, Brasil, China, Grã-Bretanha, França, Austrália e Alemanha, o levantamento traz seus interesses e perspectivas para o futuro. Foram entrevistados mil jovens de cada um dos países, com idades entre 19 e 25 anos.

A importância da tecnologia aprece estar clara para grande parte dos participantes, sobretudo, aqueles oriundos de economias em desenvolvimento, como Índia, África do Sul, Brasil e China. Veja agora as sete descobertas da pesquisa:


• Otimismo
Os jovens se mostram otimistas em relação ao futuro de carreira. Quase dois terços do total de entrevistados têm percepção positiva. E os brasileiros se destacam por esta característica: 34% são otimistas e 40% são muito otimistas.
Jovens de outras economias em desenvolvimento, como África do Sul Índia também se mostram mais otimistas do que os entrevistados da Austrália, França e Grã Bretanha.

• Sabendo gerir o tempo
A competência essencial ao sucesso que mais citada pelos jovens foi a gestão do tempo. As cinco competências mais valorizadas pelos entrevistados da pesquisa foram Gestão do tempo, Comunicação verbal, Trabalho em equipe, Pensamento crítico e Competências técnicas da sua profissão.

• Apostando no aprendizado contínuo de novas competências
A grande maioria reconhece que o sucesso profissional está intimamente ligado ao aprendizado contínuo de novas competências e habilidades ao longo da carreira. E as mulheres se destacam mais do que os homens nesta percepção.

• Dominando habilidades no campo da tecnologia
Quem não tem habilidades no campo da tecnologia terá enorme dificuldade em encontrar emprego estável no futuro. Em média, dois terços dos entrevistados de países como China, Brasil, Austrália, Grã Bretanha e Estados Unidos concordam com a premissa acima.
A pesquisa mostra que 68% dos jovens chineses consideram que aqueles são habilidosos em ciências da computação terão mais sucesso na carreira.


• Desvendando a ciência de dados (Big data)
O interesse em aprender sobre ciência de dados é maior entre os jovens das economias em desenvolvimento. Indianos são os mais interessados, alemães, os menos.

• Sabendo desenvolver apps
Os jovens indianos também são os mais interessados em aprender a desenvolver aplicativos, entre todas as nacionalidades consultadas. Jovens sul-africanos e brasileiros também aparecem entre os mais interessados em dominar este tipo de tecnologia no futuro.

• Dominando programação
Aprender programação e suas linguagens está entre as metas de quase metade dos indianos entrevistados, que mais uma vez encabeçam a lista de grandes interessados em dominar novas tecnologias.



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Por: Camila Pati para Revista Exame