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quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Mensagem para a Crise

Crise: perigo ou oportunidade

Por: Abílio Diniz

Muitas pessoas estão criticando o país e deixando de investir. Mas investir no Brasil, apesar de tudo, vale a pena. Melhor dizendo, investir no Brasil, quando se olha tudo, vale a pena. E isso não é retórica. É o que eu e as empresas da qual faço parte estamos fazendo.

Já vivi muita coisa, e, quando falam hoje que o Brasil passa por uma grande crise, posso lhes garantir que passamos por situações piores no passado e demos a volta por cima. O Brasil é um país preparado para superar adversidades.

Muitas pessoas estão criticando o país e deixando de investir. Mas investir no Brasil, apesar de tudo, vale a pena. Melhor dizendo, investir no Brasil, quando se olha tudo, vale a pena. E isso não é retórica. É o que eu e as empresas da qual faço parte estamos fazendo.

Obviamente, não vou negar que, após uma década de grandes avanços econômicos, políticos e sociais, o Brasil enfrenta mais um momento de crise. Mas, como diz o clichê, ele traz oportunidades.

Eu comecei ajudando meu pai, imigrante português, na mercearia que ele fundou em São Paulo em 1948. A primeira grande crise que enfrentei ocorreu nos anos 1960, com o golpe militar. Na década de 1980, tivemos choque de petróleo, crises fiscais, socorro do FMI e inflação em alta. A crise econômica aguda contribuiu para acelerar a queda da ditadura, mas a democracia não significou o fim das nossas crises econômicas.

O país conviveu com inflação muito alta ou hiperinflação por uma década. Vários planos não só fracassaram como acabaram agravando os problemas. A partir de meados dos anos 1990, o país finalmente começou a controlar a inflação e aprovou uma lei de responsabilidade fiscal que ajudou a equilibrar as contas públicas. Mas esses avanços não evitaram a chegada de novas crises, algumas de origem externa.

Apesar de tudo isso, as empresas brasileiras encontraram caminhos para crescer num país imenso, de enormes recursos, população trabalhadora e empresários resilientes, capazes e criativos.

Eu sou a prova disso.

Ao longo dessas décadas duríssimas, a empresa que meu pai fundou, e eu desenvolvi, cresceu diante das oportunidades e dificuldades, tornando-se um dos maiores grupos de varejo do mundo.

O Brasil tem gestores da melhor qualidade, criados e testados nas crises mais duras, que pareciam impossíveis de superar, mas foram superadas. Essa população é trabalhadora, empreendedora e ávida por educação. Nosso mercado é um dos maiores do mundo. Nossas empresas cresceram de forma vigorosa nos últimos anos, criando riqueza, governança e mercado, ativos valiosos que não desapareceram.

Oportunidades existem. É preciso identificá-las. Crise é uma chance de você mostrar o seu valor quando quase tudo à sua volta está perdendo valor. A hora, portanto, é de mostrar que o Brasil é muito mais forte que suas crises e seus governantes.





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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

A postura do jovem para o primeiro emprego

Ótima entrevista com o Consultor em Carreiras e Coordenador do curso de Pós-graduação em Gestão da UNI-RN, Flávio Emílio Monteiro. O educador corporativo faz uma análise sobre cenário econômico e aponta caminhos para o jovem que pretende iniciar uma carreira profissional.
Aproveite!


 O jovem precisa se mostrar disposto a aprender, ter atitude.


Baixa escolaridade ou deficiências na formação profissional, falta de experiência e dificuldades em entender as exigências corporativas são alguns dos fatores que dificultam a inserção dos jovens no mercado. No início da carreira produtiva – entre os 18 e 24 anos –, a maior parte dos jovens ainda tenta compreender quais decisões tomar sobre uma carreira. Em período de recessão e corte de vagas, a situação parece ainda mais complicada para o profissional que deseja iniciar no mercado de trabalho.

Para Flávio Emílio Monteiro, o mercado está, de fato, mais exigente para o jovem. Entretanto, acima da formação profissional e da experiência, as empresas buscam comprometimento e atitude. “O mercado procura algo além do conhecimento técnico mas gente que aja diferente, se comporte diferente e tenha atitudes que possam agregar para a empresa”, ressalta Monteiro.

♦ Há uma idade ideal para iniciar a idade profissional?
É uma decisão pessoal e da própria condição financeira. A alternativa de o jovem entrar antes mesmo de terminar o ensino médio é medida pela circunstância. Ele precisa colaborar com o orçamento doméstico: não há incompatibilidade entre estudar e organizar o tempo para trilhar a profissão.

♦ O que o jovem que deseja entrar no mercado de trabalho deve ter em mente?
Não há faixa etária ideal: ela se inicia, em termos legais, a partir de 14 anos. Os programas de incentivo à inserção, como o pequeno aprendiz, não deixaram de existir por causa do momento difícil do mercado. O que diferencia mesmo é atitude. O jovem precisa se mostrar disposto a aprender, ter atitude. E mesmo em períodos de crise, empresa nenhuma quer perder um talento que possa ser desenvolvida.

♦ Quais parâmetros medem esta “atitude”?
Um conjunto de comportamentos que ele vai apresentar. Alguém que seja adaptável, demonstre iniciativa, tenha organização, todas as coisas que são universais no mercado, independente se é um período próspero ou difícil.

♦ Como o mercado está em recessão, as seleções vão se tornar mais seletivas?
Sim, as empresas já são seletivas, e em períodos de recessão como que estamos passando elas tendem a ser ainda mais seletivas. Como a quantidade de vagas é muito pequena e de pessoal é grande, o rigor é maior.

♦ A qualificação que o mercado fala é apenas técnica ou também foca no comportamento e ética no trabalho? 
Essa complementação acaba sendo aquele diferencial de atitudes que pode garantir que o jovem ganhe a vaga. O mercado procura além do conhecimento técnico, do preparo ou um diploma de curso específico, mas gente que haja diferente, se comporte diferente e tenha atitudes que possam agregar para a empresa. Por isso as dinâmicas, entrevistas, que vão focar mais o lado comportamental.

♦ Quais conhecimentos “básicos” o jovem precisa ter?
Em princípio idiomas, principalmente o nosso. Por mais óbvio que possa parecer, há quem escreve mal, não se comunica direito e isso no mundo corporativo é imperdoável. Acrescentar um segundo idioma é desejável, mas eu não considero que quem não sabe falar inglês vá perder muitas oportunidades. Se tiver, aumenta as chances. Dominar o português é fundamental. Também é preciso uma capacidade analítica, que vem da matemática, por exemplo. Além disso, é preciso usar as ferramentas, não só como usuário: é preciso saber usar um word, excel, algum tipo de banco de dados.

♦ O que um jovem que não tem experiência profissional pode colocar no currículo?
Entre os recrutadores há uma máxima bem curiosa: todo mundo que declara avançado no currículo, na verdade é médio; quem fala médio, é elementar; e quem fala elementar, não sabe de nada. As pessoas tendem a se supervalorizar no currículo. Mas currículo pede, primeiro, os dados básicos: nome, idade, contato telefônico. Documentos pessoais só entram na fase de contratação. Além disso, é preciso colocar a última formação escolar ou acadêmica. No último tópico, a experiência, ou perfil profissional. O jovem que não tem experiência não vai inventar. O que a gente recomenda é: fez alguma atividade voluntária, participou de alguma atividade, viajou para fora do país, ganhou um concurso de poesia? Coloque no currículo. Pode não ter nada relacionado com a vaga pela qual você concorre, mas mostra um traço do seu perfil: uma pessoa desprendida, com iniciativa, que sabe trabalhar em equipe. O significado da palavra “curriculum” é curso de vida, então pegue o que há de melhor, o que for de verdade, e coloque. Os recrutadores têm vários artifícios para descobrir mentiras, eles vão olhar rede social...

♦ Por falar em internet, ela deve ser inserida no currículo?
Não agrega. Colocando ou não alguém vai rastrear, mas caso o candidato avance, não na primeira fase.

♦ Os jovens costumam ter muita presença em redes sociais. Para quem está começando ou já está no mercado de trabalho, é preciso ter filtro?
Não há como negar que o mundo corporativo é conservador, esta é uma característica de grande parte das empresas. Temos liberdade no nosso país, mas nem todo mundo consegue utilizar a rede social de forma responsável. Então, é preciso pelo menos ter o cuidado de colocar filtros corretos para que fotos, conteúdos e opiniões fiquem restritos à amizade e intimidade do candidato. Quando você deixa muito aberto, isso pode causar um mau julgamento sobre a pessoa. Não chega a ser uma questão de segregações, mas você faz projeções pelo estilo de vida que a pessoa demonstra ter. E as empresas não estão selecionando para arriscar, mas para acertar, até porque isto custa tempo e dinheiro. Aparecendo um traço comportamental fora do que a empresa quer, está fora.

♦ Já que se falou em conservadorismo, como é vista hoje a tatuagem, o piercing...?
Cada vez mais (o mercado) vem aceitando. Conservador, hoje, é mais relacionado ao comportamento, não aparência, até porque o próprio Ministério Público do Trabalho se posiciona fortemente contra qualquer tipo de discriminação. Tatuagem, piercing, cor de cabelo, alargador dependem muito da característica da empresa. Na área de criação de uma empresa de propaganda você pode encontrar tudo isso que citou, o mesmo em um call center. E tatuagem, o que a gente recomenda? Ter cuidado com o local. Tem que ser um local em que você administra a coisa: mostra quando deve e esconde quando não deve. Tamanho, extensão do desenho também devem ser observados, bem como o tipo de desenho.

♦ Durante a seleção, há alguma dica para o jovem minimizar o nervosismo?
Entrevista, no final das contas, é treino. Você começa a ficar mais solto ao longo de várias. Uma sugestão é que o jovem exercite o diálogo: alguns têm o hábito de se isolar. Com o smartphone, alguns dialogam pouco com a família, com os amigos, na escola. Então, esta pessoa frente a frente com um selecionador vai ficar nervosa. E não tente também bancar o ator nesta hora. Há alguns sites que dão a recomendação do que dizer, citar que “ser perfeccionista é o meu defeito”. Isso não vale. Gostar das coisas certas não é um defeito. Script não funciona. Os recrutadores estão cada vez mais criativos nas perguntas.

♦ Com a lei nacional de aprendizado, o jovem está cada vez mais cedo disponível no mercado. A empresa precisa ter uma atenção especial com ele?
Quando alguém é admitido como jovem aprendiz, estagiário ou trainee, a empresa raciocina que a pessoa está em processo de desenvolvimento. Então, nada mais normal que ela faça perguntas, e a empresa já está aberta a dar este apoio. É importante que ele (o estudante) não se retraia nesta hora. Se eu faço perguntas é porque eu tenho interesse, iniciativa, e isso é extremamente bem visto.

♦ Qual o benefício para a empresa em buscar o jovem profissional?
Primeiro é que ela atende a uma determinação legal, que estabelece que a empresa tenha um percentual de jovens aprendizes. Segundo, ela consegue jovens talentos que podem ser moldados pela cultura e característica da empresa. E, do ponto de vista financeiro, trazer um jovem aprendiz ou estagiário tem custo bem mais baixo.

♦ Não há o risco de a empresa substituir, em tempos de recessão econômica, o profissional pelo estagiário?
Cada vez mais as empresas têm procurado se adequar à lei do estágio e do aprendiz, mas claro que distorções você vai encontrar ainda. O que acontece é que tanto o jovem aprendiz quanto o estagiário tem carga horária diferenciada, e não se coloca para eles cargos de tomada de decisão e risco. É mais uma função de aprendizado, apoio, auxílio do que propriamente quem vai responsabilizar por uma tarefa. Mas cabe também ao jovem perceber, informar que está sendo submetido a jornadas exaustivas ou pressão psicológica, até porque todos os contratos são regidos por instrumentos legais. É importante ele ler e saber se o que executa na empresa está de acordo com o que executa no trabalho.



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Por: Nadjara Martins

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Os desafios da empregabilidade em meio à crise

Demissão em massa, a volta da inflação, alta do dólar, subida do desemprego, economia em desequilíbrio e empresas fechando as portas; são algumas das consequências da crise econômica que está retratada em todos os lados. Não é nem preciso ficar horas fazendo pesquisas na internet para entender o assunto, pois é possível ver claramente nos jornais, nas revistas, nas reportagens e de tão comum que está o assunto, já faz parte até das conversas do dia a dia.

Essa tem sido a atual situação do Brasil e tem preocupado a todos, principalmente empresários, funcionários e desempregados de qualquer classe social. Não têm como escapar dessa, pois todos estão sendo marcados de alguma forma por essa crise, quer seja financeiramente ou pessoalmente, por onde a crise tem passado tem deixado vestígios.

É nesse ambiente turbulento marcado por mudanças constantes, que surgem preocupações com dívidas, educação, saúde, moradia e emprego. Diante desses desafios, aparece a preocupação com a empregabilidade, pois como é possível estar empregado em meio à tantas demissões?


CONCEITUANDO EMPREGABILIDADE

A Empregabilidade é definida como o conjunto de habilidades, competências e conhecimentos. Tais características tornam os profissionais aptos para serem contratados por qualquer empresa. A Empregabilidade também pode ser definida como a qualidade do que ou de quem é empregável, ou seja, a possibilidade de ser empregado. É capacidade que o profissional tem de se adequar às novas exigências do mercado.


DESENVOLVENDO A EMPREGABILIDADE

Desenvolver a Empregabilidade pode significar recolocação ou a permanência no mercado, pois isso dá a cada trabalhador a capacidade de se autodesenvolver profissionalmente. É através da Empregabilidade que o profissional pode conseguir uma nova vaga de emprego ou desenvolver sua carreira.

Veja agora, algumas dicas para desenvolver a Empregabilidade:

• Adaptação em meio às mudanças: Uma das formas para sobreviver à crise, é se adaptar às mudanças e ter certeza de que elas são à base de qualquer aprendizado.

• Aperfeiçoamento: Fazer cursos, faculdade, pós-graduação, mestrado ou doutorado de acordo com a área vocacional é importante, mas é bom sempre ficar de olhos bem abertos às exigências do mercado, pois dessa forma o aperfeiçoamento será de grande valia e terá um bom retorno.

• Novas habilidades: É sempre bom ter uma carta na manga, no que se diz respeito à vida profissional. Aprender sobre novas tecnologias ou um novo idioma é sem dúvida um diferencial para voltar ao mercado ou manter-se empregado.

• Relacionamento interpessoal: É uma relação social que está inserida, no ambiente familiar, escolar, comunidade e de trabalho. Entre esses ambientes o mais diferente é o ambiente de trabalho, pois nós não temos como escolher colegas, chefes, subordinados e clientes. Independente da amizade que temos com cada um deles, precisamos manter a cordialidade e trabalhar juntos.


É daí que surge o termo “network”, ou seja, rede de relacionamento no trabalho. É aí que está o segredo, pois quanto maior for sua rede de relacionamento, maior será a possibilidade de um novo emprego.

Enfim, apesar da crise causar medo a todos os brasileiros e mudar o modo de viver de cada um, é possível sair dessa. Esse acontecimento serve para nos tornar fortes e mais criativos.



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Por: Joana Dark da Silva para Portal Educação

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Carreiras sem diploma

Carreiras que pagam bem e não exigem diploma universitário


Há algum tempo, foi publicada uma lista das profissões que não requerem diploma universitário e que somam bons salários, de acordo com o mercado de trabalho norte-americano.

Mas, e no mercado brasileiro? Quais são os cargos que pagam bem e que não pedem ensino superior?

A pedido do Brasil Post, o maior site de empregos do país, Catho, levantou exatamente estas profissões. A pesquisa foi baseada nas vagas divulgadas no site e nos salários médios pagos pelas empresas.

De acordo com a assessora de carreira da Catho, Juliana Pereira, mesmo com a crise econômica e a o fechamento de vagas em todo o país -- que já somam mais de 111.119 postos desde janeiro deste ano -- o mercado de trabalho para profissionais que optaram por outras qualificações continua aquecido.

“Muitas organizações oferecem oportunidade de emprego para estes profissionais e isso se deve ao fato de que a experiência na prática ainda pode ser considerada como um dos principais fatores, visto que para as organizações é importante que ele já apresente soluções desde o início da contratação.”

No entanto, Pereira lembra que apesar de não pedirem curso superior, as empresas costumam exigir outros diplomas, sejam de cursos técnicos, profissionais ou específicos para a área de atuação.

"Sendo assim, para aqueles que querem se destacar em meio à concorrência, além do curso técnico é necessário investir em cursos específicos para a área de atuação, além de cursos profissionalizantes focados na área de competência", recomenda.

Muito além do currículo

Para Juliana, não basta ter um bom currículo. "Hoje em dia, as organizações não se limitam mais apenas ao currículo ou à experiência profissional, mas a personalidade também poderá determinar o sucesso do profissional dentro da empresa e isso inclui a capacidade de adaptação a diferentes equipes e cultura."

Uma das habilidades que os empresários buscam é a flexibilidade. Segundo Juliana, esta característica é primordial aos olhos dos recrutadores por evidenciar a autoconfiança, a superação dos desafios e pressões do dia a dia.

Além disso, profissionais precisam ter bom relacionamento com outras pessoas, sejam da equipe e clientes. "O mercado requer comprometimento para que consiga se desenvolver dentro da organização."

Veja agora os sete cargos que não requerem faculdade, de acordo com o mercado de trabalho brasileiro:

  • 1   Projetista Mecânico
  • 2   Ferramenteiro de Moldes Plásticos
  • 3   Técnico em Obras
  • 4   Inspetor de qualidade de instrumentos
  • 5   Técnico em Inspeção de Equipamentos
  • 6   Técnico em Sucroalcooleira
  • 7   Técnico de Petróleo




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Por: Luiza Belloni, de Brasil Post.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

8 formas de ter sucesso no mercado de trabalho atual


Independentemente de sua área de atuação, o mercado de trabalho atual tem se tornado cada vez mais competitivo. Exigem-se mais formações curriculares, mais anos de experiência profissional, fluência em línguas estrangeiras, empreendedorismo e outras características para as quais nem todo mundo está preparado. Para te ajudar a se preparar melhor para este cenário de grande competitividade, leia agora essa lista de dicas que vão te ajudar a ter mais sucesso em sua carreira.

1. Preocupe-se com o networking em sua área
A preocupação em estabelecer uma rede de contatos profissionais deve começar desde cedo, seja com amigos de escola, seja na faculdade. Procure manter contato regular com profissionais dos mais diferentes tipos, mas dê ênfase às pessoas que trabalham em sua área. Cafés e almoços ocasionais, além de serem uma boa oportunidade de colocar o papo em dia, podem ser bons para os negócios!

2. Invista em uma boa formação acadêmica
Sua formação acadêmica vai muito além da escolha de uma boa instituição de ensino superior para cursar a graduação. No mercado de trabalho atual, seus estudos precisam ser estendidos para especializações, MBAs, mestrados e doutorados, a depender das áreas em que você pretende atuar. Esteja sempre de olho em novos cursos!

3. Não descarte a possibilidade de mudar de carreira
Mudanças de carreira são mais saudáveis do que você imagina! Não feche os olhos para oportunidades fora de sua área de trabalho e avalie sempre os prós e contras de uma mudança como essa. Pode ser que sua formação transdisciplinar seja justamente o que outras empresas estão buscando no mercado de trabalho atual!

4. Procure ter prazer naquilo que faz
Excelentes profissionais são aqueles que também gostam do que fazem, não apenas os que realizam seu trabalho como se fosse mais uma atividade cotidiana. Para colocar isso em prática, procure escolher o curso certo para você, bem como encontrar em sua área aquelas atividades que mais te agradam.

5. Tenha uma mente empreendedora para se destacar no mercado de trabalho atual
Gerentes de equipe e diretores de empresas estão sempre à procura de mentes empreendedoras para ajudar a desenvolver seus negócios. Assim, há um reconhecimento maior de profissionais que buscam inovar no dia a dia da empresa, que não se contentam com resultados medianos e que estão sempre inquietos no ambiente de trabalho. Leve suas ideias a seus chefes e demonstre sempre seu interesse pelo desenvolvimento da empresa.

6. Construa uma reputação impecável
Muitas vezes, são pequenas ações negativas que têm a capacidade de acabar com nossa reputação no ambiente de trabalho. Por isso, é imprescindível adotar uma postura extremamente ética e profissional: evite fofocas no ambiente de trabalho; admita seus próprios erros e deficiências; e evite desentendimentos profissionais. Até mesmo as desavenças podem ser solucionadas por meio de conversas civilizadas e exercícios de auto-avaliação.

7. Conheça seus parceiros de trabalho
Saiba exatamente com quem está trabalhando e estabeleça bons laços profissionais no contexto da empresa. Por mais que você venha a alçar novos patamares profissionais, trocar de emprego e mudar de áreas de atuação, esses contatos profissionais deixam um bom histórico de trabalho que poderá ser valorizado no futuro (indicações profissionais, reestruturações de equipe, promoções etc.).

8. Leia bastante sobre sua área de atuação
Não há como trabalhar na área bancária, por exemplo, sem ler e se informar sobre as flutuações do mercado, as tendências econômicas e as notícias mais recentes desse setor. Independentemente de sua área de atuação, procure se atualizar e ter uma perspectiva “macro” sobre o negócio em que atua. Essa percepção mais aguçada é extremamente valorizada por gerentes e líderes de equipe, mas são poucos os profissionais que a demonstram no dia a dia das empresas.



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Por: FSG