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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Como encontrar sentido no trabalho

Qualquer um pode se dedicar a algo sem nenhum propósito, mas o comprometimento jamais será integral, o empenho será pequeno e o resultado, apenas protocolar.


Nos anos 1990, depois de ter publicado mais de 25 livros e visitado praticamente todas as dimensões da gestão moderna, Peter Drucker se interessou por um tema inédito: a gestão das organizações sem fins lucrativos e o trabalho voluntário. Queria entender o que motivava pessoas a realizar trabalhos em que o lucro, o pagamento e o interesse financeiro simplesmente não existiam. Ele, um defensor do pagamento justo como meio de incentivo, percebeu, então, que o ser humano pode ser motivado de várias maneiras, e que o dinheiro está longe de preencher inteiramente as necessidades do espírito humano.

Meaning, dizia. Meaning of life – o sentido da vida. O mestre se deu conta de que o ser humano tem imensa necessidade de perceber que suas ações são orientadas por algo mais que uma simples tarefa que será paga. Qualquer um de nós pode, sim, se dedicar a algo desprovido de sentido. Entretanto, o comprometimento com tal atividade jamais contará com a inteireza, o empenho será pequeno e o resultado será apenas protocolar. A vida vazia, sem missões que exigem nosso melhor, não nos completa.

Essa é a razão por que milhões de pessoas no mundo dedicam parte de seu tempo e de sua energia a trabalhos voluntários. Drucker calculou em muitos bilhões de dólares o que deveria ser pago a voluntários, só nos EUA, se eles recebessem salários. Olhando mais de perto, ele concluiu que as pessoas buscam essas atividades para darem sentido à sua vida. E se preocupou com o fato de que o trabalho delas não lhes dava esse sentimento de serem úteis e necessárias. Seu trabalho era desprovido de significado. OK, nem todos podemos estar ligados a uma causa considerada nobre, como reduzir a miséria ou salvar as baleias. Mas qualquer trabalho é nobre, se for feito com empenho.

Duas providências simples podem resolver o vazio interior que alguns carregam: fazer bem sua parte, ser ético e correto em todos os lugares e perceber que seu trabalho é valioso para os outros. Seu trabalho é mais do que uma simples tarefa. É uma nobre missão.



  
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Por Eugênio Mussak

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Como procurar a carreira certa


Ó céus, para onde vou?


Elaborar estratégias de crescimento ou de mudança e tomar decisões sobre a própria carreira nunca foi fácil. Atualmente, somos convidados a fazê-lo com frequência cada vez maior ao longo de nossas trajetórias a fim de respondermos às inúmeras exigências de um mercado complexo, competitivo e em acelerada mutação. Esta realidade fez surgir a oferta de serviços profissionais no campo da ajuda para a carreira.

Certamente, você já ouviu falar em orientação vocacional, orientação profissional, reorientação de carreira, coaching, outplacement. Mas, sabe o que significam? Embora muitos os utilizem como sinônimos existem diferenças básicas que os distinguem. Um esclarecimento neste sentido pode ser útil, caso queira procurar por algum deles.

O pioneirismo neste campo fica por conta da orientação vocacional, que surgiu entre as décadas de 1960 e 1970 com o objetivo de auxiliar estudantes na escolha da futura profissão. Esta modalidade de suporte se mantém até hoje e passou a ser mais conhecida como orientação profissional (OP). Após os anos 1990, com as mudanças no mercado e seus reflexos nas carreiras, os serviços de OP tomaram fôlego, ampliando-se para o longo da vida profissional: passaram a atender estudantes de cursos superiores, profissionais formados, jovens ou com muita experiência no mercado, culminando com o auxílio para a ocupação após aposentadoria.

A questão central da OP é que o sujeito tem dúvidas a respeito do que fazer em termos profissionais (devo mudar parcialmente? radicalmente? fiz a escolha certa? não gosto mais do que faço, mas também não sei o que fazer etc.) ou não sabe quais caminhos seguir nem como efetivar a mudança. Autoconhecimento e elaboração de um projeto do que fazer são parte integrante deste processo. É igualmente chamado de reorientação de carreira.

O coaching trata do desenvolvimento de competências necessárias à progressão de carreira. O profissional sabe a direção e procura suporte para a aquisição de habilidades que alavanquem o seu desempenho e crescimento no ambiente de trabalho.

O serviço de outplacement (recolocação) ajuda quem perdeu o emprego ou deseja trocá-lo por outro. Assessora o cliente em atividades de busca de informação sobre o mercado, redação de currículos, construção e utilização de redes de apoio, procura de emprego e preparação para entrevistas.

São diferentes suportes para diferentes necessidades, porém, igualmente importantes desde que realizados com profissionais éticos e competentes.



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Por: Sandra Loureiro, professora da PUC e psicóloga

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Persiga seu sonho mesmo que ninguém o incentive


As pessoas não estão incentivando você a seguir seu sonho? 

Veja agora porquê você deve seguir em frente.


Sempre que você tenta implementar mudanças positivas em sua vida, você vai experimentar algum tipo de resistência. Às vezes, a resistência é interna, o que significa que você precisa superar a si mesmo.

Acordar mais cedo para ir para a academia pode ser bem chato. É muito mais fácil apelar para o soneca do seu despertador. Da mesma maneira, é difícil recusar uma pizza, ou sanduíche quando estamos no meio de uma festa com amigos de trabalho. Isso nos dá uma agonia.

A mesma coisa acontece quando decidimos começar um negócio. Às vezes você coloca tantos obstáculos em sua vida que você esquece o motivo porque você queria começar algumas coisas.

Essa é a resistência interna à mudança. Normalmente esse tipo de resistência é realmente um bom sinal. Isso significa que você está mudando. Mas junto com essa resistência, você também vai enfrentar alguma resistência externa das pessoas que estão ao seu redor.

Desde seus pais lhe dizendo para ser realista, até mesmo as críticas por conta de suas escolhas. Isso é algo que vai acontecer durante as escolhas que você faz em sua vida. Seus colegas de trabalho, por exemplo, querem apenas que você esteja satisfeito por ainda ter um emprego. Ainda mais nessa época de crise. Para alguns amigos, suas decisões são sem propósito, ou então, muitas vezes, eles nem têm tempo para ouvir o que você tem a dizer. Não se incomode com isso!


Tudo isso é resistência externa. Se você deixar as pessoas afetarem suas decisões, os resultados podem ser desastrosos. Aqui está a verdade: as pessoas que criticam você, ou que duvidam de você, ou que diminuem você, não compreendem o seu por quê.

Elas não entendem suas paixões, sonhos e desejos e o motivo delas serem tão importantes para você. E isso é normal. É perfeitamente normal viver uma vida que outros não entendem. É perfeitamente normal escolher uma carreira que é anormal. É perfeitamente normal ficar acordado a noite toda, trabalhando em algo em que você se preocupa, mesmo se não for resultar em dinheiro nesse momento.

É normal ser freak, desajustado, ou até mesmo proscrito. A única coisa que não é normal é desistir de sua personalidade única ou esconder seus talentos porque alguém lhe envergonhou diminuindo o seu potencial.

Então, hoje, saia e viva a vida do seu jeito! No tempo certo, todas as pessoas que zombaram de você, vão perguntar como você conseguiu. E tudo que você vai ser capaz de fazer é sorrir.



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Artigo adaptado do original “Why You Should Pursue Your Dream Even If Nobody Encourages You” da Entrepreneur.
Link 

quinta-feira, 16 de junho de 2016

A Tecnologia vai destruir os empregos?










São Paulo - Um dos debates mais quentes do momento no mundo econômico é se a tecnologia terá um efeito destrutivo sobre os empregos.

Mais da metade das vagas na União Europeia corre o risco de sumir nas próximas décadas, de acordo com o Think Tank Bruegel. O número é parecido nos Estados Unidos, diz outro estudo da Universidade de Oxford.

Uma pesquisa com 1.896 experts em tecnologia mostra que eles estão bem divididos sobre o que a automatização pode fazer com o mercado de trabalho.

No livro "A Segunda Era das Máquinas", Erik Brynjolfsson e Andrew McAfee dizem que um ponto de inflexão foi atingido e deve levar a uma mudança econômica equivalente à Revolução Industrial.

Para um trio de economistas da empresa de consultoria Deloitte, o debate pendeu demais para o lado negativo porque os efeitos criativos da mudança tecnológica são indiretos e imprevisíveis e acontecem ao longo de grandes períodos.


"Quem poderia prever há 60 anos, por exemplo, o papel que lojas de café, academias e a telefonia móvel teriam nas nossas vidas no começo do século XXI?", perguntam os autores Ian Stewart, Debapratim De and Alex Cole em um novo estudo. Eles tomam como base o censo da Inglaterra e do País de Gales desde 1871 e notam a evolução do número de pessoas empregadas em cada profissão ao longo do tempo - e as mudanças são brutais. Entre 1871 e hoje, a proporção de trabalhadores agrícolas caiu de 6,6% para 0,2% do total. Entre 1901 e 2011, o número de pessoas empregadas em "lavar roupa" foi de 200 mil para 35 mil (enquanto a população total quase dobrava).

Mas há hoje 20 vezes mais contadores e 26 vezes mais enfermeiros profissionais no país do que em 1871. O número de trabalhadores em bares quadruplicou só entre 1951 e 2011.

Moral da história: a produtividade e a tecnologia eliminam setores inteiros, mas no processo puxam para baixo o custo de bens e serviços, liberando renda disponível para os consumidores alimentarem novos setores que nem existiam antes.

"Quando uma máquina substitui um humano, o resultado, paradoxalmente, é crescimento mais rápido e em tempo, aumento do nível de emprego (...) Não podemos prever os empregos do futuro, mas acreditamos que eles continuarão sendo criados, melhorados e destruídos como aconteceu nos últimos 150 anos".

Outros especialistas discordam. De acordo com Jeremy Rifkin, o capitalismo atual baseado em informação tende ao custo marginal zero e isso se tornará incompatível com o mercado.

A pergunta principal continua sendo: até que ponto o futuro reproduz o passado? E essa nenhum robô (ou estudo) pode responder.



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Por: João Pedro Caleiro, de EXAME.com

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Como falar de Qualificações numa Entrevista

Entenda como você pode destacar as suas principais habilidades durante a conversa com um recrutador.


Durante uma entrevista de emprego é comum que muitos candidatos sejam questionados sobre suas qualificações profissionais. Muitas vezes, essas perguntas podem gerar muitas dúvidas. 


Veja três questões que podem aparecer na sua próxima entrevista e descubra como respondê-las e ainda impressionar o recrutador:







1 - “Você se considera qualificado demais para esta vaga?”
Existem algumas maneiras de responder a essa pergunta. Uma delas é apontar os motivos pelos quais você se considera qualificado o suficiente para a vaga. Aponte suas experiências e destaque os seus pontos fortes.

2 - “Por que você acha que terá sucesso nesse emprego?” 
Quando lhe fizerem essa pergunta, lembre-se de mostrar suas principais habilidades apontando as experiências anteriores que podem contribuir com a sua função na empresa. Esteja disposto a aprender com seus erros e a evoluir buscando ser um funcionário cada vez melhor.

3 - “O que você considera mais difícil em sua profissão?” 
Em geral, não é muito fácil mostrar os seus pontos fracos, principalmente, durante uma entrevista de emprego. Nesse momento, você deve parar e pensar em suas experiências anteriores. Pergunte a si mesmo: “quando eu tive problemas nos lugares onde trabalhei?”. Reflita sobre as principais habilidades e conhecimentos que você precisou usar para resolvê-los e comente isso com o entrevistador. Mostre que você está pronto a se esforçar ao máximo para superar suas dificuldades.



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Por: Universia

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Livre-se dos ladrões de tempo

Ótimo artigo de Priscila Stuani, presidente do projeto "Implantando Marketing", que fala sobre como melhorar e aproveitar mais o seu tempo. Boa leitura!

Livre-se dos ladrões de tempo e seja mais produtivo!



Tenho reparado nas minhas conversas com os meus amigos empreendedores, sejam elas virtuais ou presenciais, que o tema “falta de tempo” tem sido o mais discutido.

Geralmente comentamos que não temos tempo nem para respirar, que não damos conta dos afazeres…

Se você sente a necessidade de melhorar a sua organização, e ser mais produtivo, seja bem-vindo ao clube.

Trabalho, família e lazer, como ter tempo para conciliar todas essas áreas?

Sou defensora da ideia de que se você almeja ter sucesso na sua vida profissional, é importante ter o seu momento de lazer, o seu ócio criativo. Mas você já parou para pensar em tudo que se compromete a fazer durante o seu dia de trabalho e que, muitas vezes, não contribuem em nada para o seu sucesso?

Você pode dizer o clássico: “Não muito!” No entanto, se você não tem o hábito de usar um bom To-Do List, pode ser surpreendido pela quantidade de tempo que poderia encontrar caso se comprometesse a organizar melhor a sua gestão de tempo.

Geralmente, pecamos muito com a gestão de tempo por quê:

·      Não temos consciência do que exatamente fazemos.
·      Faltam objetivos.
·      Temos excesso de reuniões improdutivas.
·      Abusamos do mau uso de e-mails.
·      Sofremos interrupções excessivas.
·      Não planejamos bem as visitas e as tarefas.
·      Somos incapazes de priorizar aquilo que é importante daquilo que é urgente.
·      Não delegamos tarefas secundárias.

Ao entender corretamente como você usa o seu tempo no trabalho, será mais fácil minimizar ou eliminar as atividades de baixo valor. Isso significa que você pode fazer o trabalho de maneira mais focada, contribuindo para um bom resultado, além de poder desfrutar melhor do seu tempo com a sua família, amigos e lazer.

Então, como você pode entender isso?

Uma forma útil é manter um registro de atividades, e é sobre isso que vou falar neste artigo também. Antes que você pense: “Legal, mas vai me dar mais trabalho!”; preciso que reflita se você está insatisfeito com a sua gestão de tempo.

Se estiver tudo sob controle, concordo que este artigo não é ideal para você, mas se você concorda que sofre com essa falta de tempo, ou sente a necessidade de melhorar a maneira pela qual lida com isso, recomendo que continue lendo.

Estou usando o meu Registro de Atividades com disciplina, e estou gostando das descobertas que tenho feito.


REGISTRO DE ATIVIDADES

Diferente de um To-Do List (no qual você coloca as atividades e os prazos para cumprir), o Registro de Atividades é uma anotação escrita de como você gasta o seu tempo. Ao manter um registro de suas atividades por alguns dias, você pode construir um quadro preciso do que faz durante o dia, e como você investe o seu tempo.

O seu Registro de Atividades também irá te ajudar a entender se você está, ou não, fazendo o seu trabalho mais importante durante o momento certo do dia. Por exemplo, se você tem mais energia e criatividade na parte da manhã, seria melhor fazer o seu trabalho mais importante durante esse período e, assim, você pode se concentrar em tarefas que exigem menos energia, como responder a e-mails ou retornar ligações, no período da tarde.

Um Registro de Atividades também pode ser útil para te ajudar a identificar quais são as atividades que não te ajudam a cumprir os seus objetivos importantes.

Por exemplo, você pode gastar muito mais tempo que você pensa ao navegar na internet, ou tomar café da tarde. Quando você identifica quanto tempo está desperdiçando com essas atividades, pode, então, mudar a maneira que você trabalha.

Ø Dica importante!
Não confunda os Registros de Atividades com planilhas. Eles são utilizados para a elaboração de relatórios sobre o uso do tempo, e para acompanhar o tempo que você gasta em uma tarefa ou trabalho.
E se você precisa de um ToDo List, recomendo do ToDoist.


COMO MANTER UM REGISTRO DE ATIVIDADES

Para manter um Registro de Atividades, use este modelo. Você pode abrir um arquivo “doc” (no Word ou no seu editor de texto), ou usar aquele seu Moleskine que você nunca tinha visto utilidade em usar.

Considere:
·     Data e hora;
·     Descrição da atividade;
·     Como você se sente;
·     Duração;
·     Valor da atividade (alto; médio; baixo; nenhum).

Anote tudo o que você faz no trabalho, e como faz isso. Toda vez que você mudar de atividade, seja respondendo a e-mails, trabalhando em um relatório, fazendo café, ou fofocando com os colegas, anote o que a atividade é, o tempo gasto nela, e como você se sente (alerta; cansado; e assim por diante).
Então, em um momento conveniente, consulte o seu Registro de Atividades e analise a duração de cada atividade, observando se era uma tarefa de valor alto, médio, baixo ou nenhum.

Lembre-se de que você está investindo o seu tempo nessa tarefa, para entender melhor como a sua rotina é impactada quando faz atividades que não são tão importantes, e como isso pode prejudicar o seu foco e a sua atenção nas tarefas que realmente importam.
Lembre-se: ninguém disse que seria fácil!


APRENDENDO COM SEU REGISTRO DE ATIVIDADES

Uma vez que você iniciou esse processo por alguns dias, analisar o seu Registro de Atividades, você pode ficar surpreso em ver quanto tempo gasta fazendo trabalhos de baixo valor. Caso não tenha percebido antes, você também poderá identificar em qual parte do dia tem mais energia.

No meu caso, por exemplo, gosto de começar a trabalhar às 7 horas. No período da manhã sou mais produtiva, consigo me concentrar mais, e ser mais dinâmica. Mas isso depende de pessoa para pessoa. 

Você já sabe em qual período do dia é mais produtivo?

Depois de analisar o seu Registro de Atividades, você deve ser capaz de aumentar a sua produtividade por meio da aplicação de uma das seguintes ações, para várias atividades:
- Eliminar ou delegar tarefas que não fazem parte do seu papel, ou que não ajudam a atingir os seus objetivos. Isso pode incluir tarefas que outra pessoa pode fazer, ou atividades pessoais.
- Programe as suas tarefas mais desafiadoras para os momentos do dia em que os seus níveis de energia estão mais elevados. Dessa forma, o seu trabalho vai ser de melhor qualidade, e deve levar menos tempo para ser feito.
- Minimize o número de vezes em que você alterna os tipos de tarefas. Por exemplo, você pode verificar e responder a e-mails em apenas algumas horas do dia, ou processar todas as suas faturas ao mesmo tempo a cada semana.
- Reduza a quantidade de tempo que você gasta em atividades pessoais, como preparação do seu cafezinho ou chá. (Se você trabalha com uma equipe ou outras pessoas no mesmo ambiente, reveze com elas para fazer isso e, assim, você economizará tempo e fortalecerá o espírito de equipe, e ainda tornará melhor o clima do ambiente.)

Ø  Dica:
Às vezes, gastando muito tempo com tarefas de baixo valor, ou de baixa prioridade, pode ser um sintoma de procrastinação.


DESAFIE-SE!

A Gestão de Tempo se trata de mudar comportamentos ineficientes que você identificou, seja por meio de seu Registro de Atividades, de feedbacks, ou pela sua própria consciência.

Se você já sabe o que tem roubado a sua atenção, que tal na próxima semana colocar metas?
1) Não fazer chamadas pessoais enquanto estiver trabalhando.
2) Não checar o seu e-mail a cada minuto.
3) Não ficar com as páginas das suas mídias sociais abertas enquanto você precisa fazer uma atividade que exige maior concentração.
4) Estipule um tempo para realizar as suas atividades.

Esses são alguns exemplos baseados na minha experiência, mas você tem total liberdade para adaptar os seus desafios. Não basta apenas desafiar-se, é preciso ganhar recompensas também! Ir ao cinema; comprar um novo livro; ir a um show… Use a sua criatividade para escolher a sua recompensa.


MUDANÇA DE HÁBITOS

Depois de identificar como é a sua rotina, e onde estão os seus gaps, siga estas dicas:

Tarefas-chave
Antes de iniciar o seu dia, determine quais são as questões fundamentais que você precisa resolver até o final do seu expediente.
Em muitos casos, essas tarefas importantes podem atingir certo nível de complexidade, por isso, se você não se compromete desde o começo do seu dia em conclui-las, poderá ser tentado a atrasar e acabar realizando outras tantas atividades que não são tão importantes, ou que não tenha absolutamente nada a ver com as que deveria fazer de fato.
Identificar as tarefas importantes, e se concentrar nelas, é a chave da administração do tempo.

Não permita interrupções durante o desempenho das atividades-chave
Quando você estiver realizando as suas atividades-chave, qualquer interrupção poderá fazer você perder a concentração.
Depois de ser interrompido, você precisará de alguns instantes para conseguir concentrar-se de novo, por isso, avise as pessoas que estão no seu ambiente que naquele determinado período você estará indisponível, mas que a partir de tal horário poderá responder aos e-mails, atender aos telefonemas, e assim por diante.
Certa vez trabalhei com uma diretora que me dizia: “Priscila, de agora até às 11:00 horas estou focada em resolver esta situação. Só me interrompa se houver um cataclismo”. Agora entendo como ela era sábia… principalmente porque tinha essa disciplina. Mas não adianta nada ficar sem interrupções no ambiente de trabalho se você não desligar o seu celular, ou colocar no modo avião, certo?

Ponto-chave
Os Registros de Atividades são ferramentas úteis para analisar o modo como você utiliza o seu tempo. Eles ajudam a controlar as mudanças em sua energia, a vigilância e a eficácia ao longo do dia, e eles vão ajudá-lo a eliminar o desperdício de tempo em suas atividades, para você poder ser mais produtivo.

Depois de analisar o seu Registro de Atividades, você deve ser capaz de aumentar a sua produtividade eliminando ou delegando atividades de pouco valor, agendando as tarefas desafiadoras para a hora do dia em que você se sente melhor, minimizando o número de vezes que você alterna entre tipos de tarefas, e reduzindo o tempo gasto em atividades pessoais.

E você, tem alguma outra dica sobre como encontrar mais tempo no seu dia?



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quinta-feira, 26 de maio de 2016

O que é dispensável em um Currículo

A ideia desse texto surgiu ao analisar diariamente vários currículos que recebemos aqui na Interatech todos os meses. A grande maioria dos currículos trazem informações totalmente desnecessárias!

É importante lembrar que o currículo é um documento que é a porta de entrada para a busca de emprego. Nele precisam conter informações que despertem o interesse do recrutador. Nada adianta ter várias qualificações se você vacilar em itens básicos.

Podemos te garantir que são nos detalhes que um candidato é eliminado. É preciso ter a percepção de que, dependendo do porte da empresa, são milhares de currículos que o setor responsável recebe diariamente, portando as empresas já criam um processo de funil ao passar os olhos em cada currículo.

Vamos comentar agora os erros mais comuns nos currículos que recebemos, começando com os mais graves:



  1 – Cursos fora da área de atuação ou defasados  
Sabemos que todas as empresas e, em especial o recrutador, valoriza muito uma formação constante, com cursos de aperfeiçoamento durante toda a trajetória da pessoa. Porém, é preciso ter uma lógica.
A falta de critério nessa trajetória é eliminação certa! Cursos defasados, nem se fala.
Por exemplo, um Curso de Informática Básica deve estar atualizado (Windows 2013 etc) ou o seu histórico profissional tem que passar essa ideia.

  2 - Preferência de cargo ou área de atuação  
Esse tópico é bastante simples de explicar. Sempre mencione sua área de atuação, pois você aumenta em muito seu leque de opções dentro da empresa. Ao citar o cargo pretendido, você corre o risco de ser eliminado (exceto se a empresa recrutadora esteja oferecendo a vaga para um cargo determinado).

  3- Características comportamentais  
Dar uma ideia do seu perfil para o recrutador é muito importante, porém lembre-se sempre de
colocar somente características que são realmente suas que fazem a diferença.
Informe resultados alcançados por ter tais caraterísticas. Cite algo que você fez que realmente fez a diferença.

  4 - Não descuide do português  
Lembre-se você não está no SMS ou qualquer outro aplicativo de envio de mensagem. Muito menos em redes sociais! Dependendo da falha na escrita você pode ser desclassificado.

Dicas finais:

O currículo precisa ter informações e iscas suficientemente interessantes para que você passe pela primeira etapa, que é ser chamado para o processo seletivo. Lembre-se, são as coisas mais simples que fazem você chegar ao topo!

Sacada final para reflexão: Como anda a SAÚDE do seu currículo?




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Por: Elyson Sá

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Você sabe como se tornar um profissional de destaque no Mercado de Trabalho?

Para começar a se destacar no Mercado de Trabalho é necessário mudar muitas atitudes e adotar uma nova postura profissional, como uma autoavaliação de sua carreira.


Com a atual concorrência no Mercado de Trabalho, muitas empresas vêm contratando consultorias especializadas para organizar os processos seletivos e consequentemente, encontrar o candidato que mais se encaixe na vaga.

Diante disso, destacar-se no processo seletivo pode garantir a vaga dos sonhos e certa estabilidade, que pode proporcionar o cobiçado destaque no mercado. De fato, não há dicas que funcionem para todos os candidatos, mas a principal delas é procurar entender qual o perfil profissional que a organização busca.

Outra dica importante dos especialistas é fazer um currículo personalizado para cada vaga, sempre preenchendo o campo ‘Objetivo’ com o cargo de seu interesse. Além disso, eles reforçam o cuidado com o perfil nas redes sociais, já que mais de 80% dos recrutadores fazem uma consulta na internet para buscarem mais informações sobre os candidatos.

Desse modo, os aspectos comportamentais passaram a ser mais valorizados do que os conhecimentos técnicos. Ou seja, você não terá destaque no Mercado de Trabalho apenas pela sua experiência, mas também pelas suas atitudes e comportamentos.

É importante ressaltar que as consultorias buscam o “profissional certo” para a “empresa certa”. Por isso, pesquise muito sobre a cultura da organização antes de participar do processo seletivo. Nada melhor do que se identificar com esses valores, para se destacar em meio à concorrência!



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Por: Lorena Torres | Portal Trainee

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Fuja da Procrastinação

Encontre o prazer naquilo que faz e fuja da procrastinação


A procrastinação é um assunto grande e complexo, mas gostaria de falar sobre um dos fatores que levam as pessoas ao adiamento de suas atividades: a falta de prazer imediato. Recentemente li um artigo, produzido por um PhD em psicologia, que destacava os motivos pelos quais deixamos determinadas tarefas para depois. Com base em uma pesquisa, ele aponta que existem diversas razões para isso, no entanto, como as pessoas estão cada vez mais cercadas por tecnologias e informações, têm inúmeras opções de atividades para realizar e, consequentemente, possuem menos tempo disponível.

Em grande parte das vezes, isso acontece porque, ao terem acesso a diferentes coisas ao mesmo tempo, as pessoas optam por realizar aquilo que dá um prazer imediato em vez de fazer algo que talvez dê um retorno a longo prazo. Ou seja, por não conseguirem fazer uma ligação do hoje com o amanhã, elas não conseguem visualizar o desejo e acabam adiando as atividades em função do prazer atual. Aliás, esse é um ponto que coincide com a conclusão da pesquisa feita para o meu livro “Equilíbrio e resultado – Por que as pessoas não fazem o que deveriam fazer?” que fala sobre procrastinação e como executar melhor as tarefas.

Para exemplificar o problema, pense naquele dia em que você precisa fazer um relatório, mas, quando percebe que ele é muito chato, resolve adiar até o último instante. Isso mostra que, a partir do momento em que a pessoa não pensa na importância daquilo que está fazendo, ela não tem uma sensação de bem-estar. Para reverter isso, pense no que está por trás de sua atividade, como um trabalho que até o presidente da empresa vai ler ou que ajudará a gerar um resultado positivo para toda a equipe.

Um exercício bom para fugir do problema é avaliar aquilo que você fez hoje, o que não conseguiu concluir e também os benefícios que essas tarefas trarão. Quando existe um desejo de chegar lá, você traz a vontade de concluir para o presente. Ao fazer isso, é possível ter muito mais prazer na execução do que simplesmente pensar na tarefa atual.

Então, quando for fazer alguma coisa que tem adiado há tempos, como um livro que nunca consegue terminar de ler, pense da seguinte forma: quando eu terminar essa leitura, o que isso vai agregar para a minha vida e carreira? Imagine o momento positivo e traga a experiência do futuro para o tempo presente. Dessa forma, você vai saber que terminar aquilo vai ajudar a trazer um sentimento bom.
Claro que a procrastinação é um assunto gigantesco, tem vários fatores que podem ajudar a procrastinar menos, mas esse é um ponto que foi identificado tanto no artigo que li como na pesquisa feita para o meu livro. Pense na vontade por trás da tarefa, isso vai te ajudar a sair do lugar e fazer muito mais.



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Por: Christian Barbosa, para o site Dicas Profissionais.

quinta-feira, 24 de março de 2016

8 canais do YouTube para impulsionar os estudos

Nem sempre o melhor método de estudo é focar a concentração nos livros. Para dar aquela impulsionada nos estudos, vale de tudo, inclusive passar algumas horas no YouTube. Mas atenção, não é para ver videos de comédia ou seriados, e sim acessar um MUNDO de videoaulas gratuitas disponibilizadas por uma série de instituições e professores. 


Veja agora oito canais que valem a pena seu clique. Confira!

Neste canal, também há conteúdo de ensino superior, mas você deve procurar mesmo as videoaulas para ensino médio. As aulas contemplam todas as disciplinas e têm também resolução de exercícios, inclusive de simulados. Se quiser dar uma relaxada, há também vídeos de curiosidades.

Os vídeos são realizados pelo cursinho Oficina do Estudante, contemplando todas as disciplinas. Toda semana, tem vídeo novo de cada uma das áreas. Como o conteúdo é voltado exclusivamente para o vestibular, é aposta certa!

Seu problema é a tal da Matemática? O canal do professor Vandeir, Calcule Mais, é direcionado especificamente para quem precisa de um reforço na matéria. Cada tema abrange várias aulas, cada uma abordando uma parte específica do assunto. Além disso, o canal tem várias resoluções, passo a passo, de questões de Matemática do Enem.

O canal do Descomplica, cursinho de aulas online, é gratuito e realiza também transmissões ao vivo. Além dos vários vídeos separados por matéria, também há os que tratam de temas de Atualidades, essencial para quem vai prestar o Enem.

Também um portal de cursinho a distância, o Aulalivre.net oferece vídeos gratuitos na plataforma do YouTube. São pequenas dicas para cada disciplina, e também vídeos mais longos com recomendações para quem precisa fazer planejamento de estudos.

O canal do professor Grings é mais uma tábua de salvação para quem não anda lá muito bem em Matemática. O conteúdo também é voltado para ensino superior e concursos, mas há bastante material para quem está se dedicando aos vestibulares.

Mais um canal com conteúdo gratuito no YouTube, o AulaDe também possui videoaulas divididas por matéria e tema, com vídeos novos toda semana, e exercícios resolvidos. Além disso, vale a pena ficar ligado nos vídeos que tratam de temas interdisciplinares, uma ótima dica para quem vai prestar o Enem.

Este canal, lançado pelo próprio Google, reúne um pouco de tudo: você pode encontrar conteúdo dividido por disciplina e tema, o que facilita a busca. Há desde videoaulas propriamente ditas até resolução de questões e curiosidades. São milhares de vídeos de várias plataformas diferentes – inclusive, de algumas das que recomendamos acima.



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Por: Ana Lourenço - Guia do Estudante

quinta-feira, 3 de março de 2016

6 técnicas poderosas para Concursos Públicos

Vai prestar ou está pensando em prestar Concurso Público? Então essa matéria é para você. Veja agora 6 técnicas de estudo poderosas para concursos públicos!


No filme “Sem limites”, o personagem Eddie, vivido pelo ator Bradley Cooper, descobre uma pílula misteriosa que lhe permite usar 100% do seu cérebro. Se fosse candidato a um concurso público, seu sucesso estaria garantido.

Infelizmente (ou não), a vida real não traz as mesmas soluções mágicas de Hollywood. Para assimilar e memorizar conteúdos exigidos numa prova, a única saída é estudar - e muito.

Mas quantidade não é tudo. Segundo professores e especialistas em concursos, certas técnicas relativamente simples podem otimizar o tempo e alavancar o rendimento do aluno.

É claro que não existem regras universais: alguns métodos excelentes para uns podem ser péssimos para outros, diz Paulo Estrella, diretor pedagógico da Nova Academia do Concurso.

“Todo candidato tem seu ponto forte, como a facilidade para visualizar ideias ou para retê-las por meio da audição”, explica ele. "O ideal é usar suas vantagens individuais a seu favor na hora de estudar".

No lugar de esperar uma única receita infalível, diz Estrella, o aluno deve testar vários métodos e incorporar aquele que mais facilite sua vida.


Veja agora 6 táticas que podem trazer um salto 

de produtividade para a sua próxima sessão de estudos:


1. Grave sua própria “aula” sobre a matéria
Segundo Renata Xisto, psicóloga especializada em concursos, uma boa forma de reter conteúdo é ler uma parte da sua apostila e, em seguida, gravar sua própria voz explicando o conteúdo. O benefício é triplo: você precisará estudar com muita atenção para preparar sua “aula”, fará um ótimo exercício de síntese e memorização ao dizê-la em voz alta e, de quebra, ficará com um registro auditivo da matéria - que poderá ouvir no trânsito ou em qualquer hora do dia.

2. Resolva (muitos) exercícios
De acordo com Paulo Estrella, diretor da Nova Academia do Concurso, a preparação para um concurso só começa quando o candidato começa a fazer exercícios: todo o resto é mera introdução ao estudo. “A única técnica absolutamente necessária para ser aprovado é resolver exames anteriores da banca organizadora e dos últimos concursos para o cargo”, diz o especialista. Segundo ele, essa é a melhor forma de descobrir quais disciplinas exigirão mais ou menos aprofundamento.

3. Faça associações mentais - quanto mais engraçadas, melhor!
Técnica popular em cursinhos pré-vestibular, criar conexões entre palavras e conceitos é uma ótima forma de memorização. A relação entre termos pode vir por semelhança sonora, por exemplo. Uma dica útil é fazer associações bizarras, inusitadas ou engraçadas. Quando uma imagem mental faz “cócegas” em você, fica mais fácil fixá-la, diz Carla Tieppo, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Segundo Paulo Estrella, da Nova Academia do Concurso, esse e outros métodos mneumônicos são úteis para dominar conteúdos menos interpretativos, tais como listas, procedimentos ou regras que têm uma ordem obrigatória, por exemplo.

4. Elabore fichamentos dos textos
Escrever - de preferência à mão - é uma das melhores formas de guardar uma informação no cérebro. Por isso, embora a leitura de textos teóricos seja importante, também é obrigatório elaborar um resumo do conteúdo com as suas próprias palavras, afirma o professor Nestor Távora, da LFG Concursos. Além de aprofundar o estudo, o fichamento pode ser consultado posteriormente no lugar do livro, trazendo economia de tempo para o concursando.

5. Estude em grupo
Este método não é para todos, mas funciona muito bem em alguns casos. Segundo Grasiela Cabral, diretora do curso Pra Passar-RJ, trata-se de uma solução interessante para candidatos com dificuldades de concentração. “A principal vantagem desse modelo é estimular a discussão sobre os temas estudados”, diz ela. “O debate com outras pessoas melhora o foco e facilita a memorização”, diz ela.

6. Quebre suas sessões de estudo em blocos
Nosso cérebro não consegue se fixar num único objeto por mais do que uma hora, diz a neurociência. Assim, o ideal é fazer intervalos regulares para descansar e mexer o corpo. Também vale intercalar as disciplinas entre si. Além de sobrecarregar menos o seu cérebro, diz Cabral, a divisão da sessão em blocos temáticos fará com que você permaneça mais tempo estudando.



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Por: Claudia Gasparini, de EXAME.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Facilite seu estudo em casa

5 ferramentas para facilitar o estudo em casa


Estudar pode ser uma grande dificuldade para os estudantes, porque demanda tempo e é uma atividade um tanto quanto trabalhosa. Por isso, muitos alunos não se identificam com a prática e têm problemas para estudarem em casa, já que não sabem por onde começar. Para você facilitar seus estudos, confira agora essas 5 ferramentas bastante úteis:

1 – Videos do YouTube
Professores investem cada vez mais em ferramentas online, com o objetivo de facilitar ainda mais o estudo. Assim, quando você for começar a estudar, uma boa ideia é assistir videoaulas de professores reconhecidos. Você vai perceber que seu desempenho irá melhorar consideravelmente.

2 – Acesse o TedEd
A página do TedEd é voltada especificamente para a área de educação. Ao entrar no site, basta que você escolha qual a disciplina que tem interesse e será direcionado para muitos videos a respeito do assunto. Além disso, você pode responder algumas questões disponíveis juntamente com o video e testar qual foi o seu grau de aprendizado.

3 – Faça cursos extracurriculares
O Coursera, por exemplo, é um ótimo exemplo de plataforma que pode ser usada para ampliar sua bagagem intelectual. Lá você encontrará cursos de todos os tipos e escolher qual deles acredita ser o melhor para aprender o tópico que deseja.

4 – Invista em dicionários online
Quando você estuda, pode se deparar com palavras diferentes, que desconhece. Assim, é importante que você busque por um bom dicionário, que fará com que você solucione todas as suas dúvidas.

5 – Escute os podcasts da BBC
O site fornece muitos videos e podcasts sobre diversos assuntos gratuitamente. Como o conteúdo não tem uma base teórica tão forte, pode ser facilmente compreendido por praticamente todas as pessoas.



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quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Dicas para Conquistar o Primeiro Emprego


É natural surgirem diversas dúvidas na procura do primeiro emprego. As questões de quem não possui experiência profissional abrangem desde a elaboração do currículo até o que responder na entrevista de emprego ou qual roupa vestir.

Os especialistas Ricardo Fera, especialista em gestão estratégica de recursos humanos, e Caio Infante, diretor de marketing e novos negócios da Fellipelli comentam e dão algumas dicas para quem está niciando.

O que escrever no currículo
Segundo Caio, além dos dados pessoais, o candidato deve mencionar a escolaridade, cursos extracurriculares ou profissionalizantes realizados ou em curso, trabalhos voluntários. “É importante colocar também as características pessoais, isto é, habilidades como comunicativo e organizado.”
Estudantes universitários devem citar os projetos acadêmicos dos quais participa ou participou, ressalta Ricardo.

O que pôr no “objetivo profissional”
Quem está à procura do primeiro emprego já deve ter em mente o que deseja para sua carreira. “Colocar que pretende adquirir conhecimento em determinada área que se identifica e gosta, afinal é preciso buscar uma profissão na qual se tem habilidade e prazer em atuar”, diz Caio Infante, da Fellipelli.
O objetivo profissional precisa estar em destaque no currículo para facilitar a busca do recrutador na hora de selecionar candidatos. “O objetivo é uma área de atuação e não um cargo”, explica Ricardo Fera, especialista em RH. Exemplos: área comercial; área de atendimento ao público, área de T.I.

Como espalhar o currículo
As opções são diversas. A própria internet, desde que utilizada com cuidado, é uma ferramenta rica e acessível para enviar currículo. Procure sites de emprego confiáveis ou cadastre-se nos portais das próprias empresas, na seção “Trabalhe conosco”, recomendam especialistas. Outras alternativas são as consultorias de recursos humanos ou agências especializadas.
“Procure informações sobre a empresa antes de enviar seu currículo. Se você é contra a violência, não o envie para uma fábrica de armas”, orienta Ricardo Fera.

Qual roupa vestir na entrevista de emprego
O ideal é usar trajes formais e em tons mais sóbrios. “Mesmo empresas que adotam em seu dia a dia vestimentas informais consideram as formais corretas”, diz Caio Infante, da Fellipelli.

O especialista em RH Ricardo Fera recomenda o uso de traje escuro da cintura para baixo e claro da cintura para cima. “Se os profissionais do cargo pretendido usar terno poderão vestir-se assim. Já se é para função na qual se usa uniforme, não vá de terno à entrevista.”

>> Evite: gorros, minissaias, camisetas, sapatos muito gastos, roupas muito estampadas ou brilhantes, largas ou apertadas demais. Jamais use tênis, sandálias ou sapatos muito abertos na entrevista de emprego. Cuidado para não se apresentar com as roupas amassadas ou suadas. Excessos de maquiagem e perfumes são reprovados.

Como se comportar e o que responder na entrevista
Chegue ao local da entrevista com 20 minutos de antecedência. Se não puder comparecer, ligue desmarcando algumas horas antes. Ao entrar na sala, sente-se de maneira confortável, sem excessos. Não coloque suas coisas na mesa do entrevistador; coloque-as em cima das pernas ou no chão.

“Responda as perguntas de maneira clara e objetiva, evitando que elas sejam curtas ou longas demais. Se não souber responder a algum questionamento seja sincero, não fique inventando. Trate o entrevistador de maneira formal, olhe-o e ouça-o com atenção”, ensina Caio Infante. Ele recomenda ainda levar o currículo impresso e atualizado no dia da entrevista.

“Lembrando que a empresa está contratando a sua força de trabalho e solução, e não os seus problemas e vida pessoal”, diz Ricardo Fera. “Por isso tenha prontas as respostas para as seguintes perguntas: Por que devo contratar você?; Como poderia ser útil à empresa contratante?”, ressalta o especialista.



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Por: Rômulo Martins

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Vantagens de um curso Profissionalizante

A busca pelo primeiro emprego está cada vez mais acirrada. A disputa entre as pessoas que saem das universidades agora inclui os recém-formados de cursos técnicos. Quem não pretende passar quatro ou cinco anos dentro de uma sala de aula, pode recorrer a cursos rápidos e eficientes, muito valorizados hoje em dia: os cursos profissionalizantes.


Veja agora 3 motivos para fazer um curso profissionalizante:

1. Custa menos do que uma faculdade
Então, ele vale muito a pena se você não tem o dinheiro necessário para pagar a graduação, pois permite a especialização em algum tema.

2. Tem duração média de dois anos. 
Ideal para quem não pretende passar três ou quatro anos estudando antes de entrar no mercado de trabalho.

3. O conteúdo é voltado para a prática. 
Diferentemente da graduação, o profissionalizante direciona o aluno para o dia a dia de trabalho, dando menos atenção para a teoria.


Saia na frente e destaque-se!

“O mercado procura candidatos que estejam prontos a assumir as funções e que saibam o que fazer se contratados. O foco na prática profissional destes cursos traz esta visão, fazendo com que estes alunos sejam muito procurados pelas empresas”, explica Ana Kuller, coordenadora de educação do Senac São Paulo.

Para quem não tem condições financeiras, o melhor é fazer o profissionalizante. O ensino superior é muito bom, mas se a pessoa tem dificuldades para pagar uma faculdade, a melhor opção é o técnico. Outro ponto importante é manter-se sempre atualizado, realizando cursos complementares.

O mercado valoriza candidatos formados em cursos profissionalizantes. Além disso, os preços são mais acessíveis, é rápida a inserção no mercado de trabalho, os cursos tem conteúdo prático e objetivo, os horários são flexíveis, sem contar o menor período de tempo que se gasta para se formar.

Ou seja, realizando um curso destes, só aumentam as vantagens de quem deseja se qualificar e entrar rápido no mercado de trabalho.

Veja esse caso:

Contratada

  Quando Edivalda Mendes resolveu fazer cursos profissionalizantes, não imaginava a gama de oportunidades que passaria a ter. Fez cursos de informática, técnico de enfermagem, inglês e tantos outros que até tem dificuldade de lembrar. Mas, nenhum deles foi tão importante quanto o curso básico de petróleo e gás que fez mudar completamente sua carreira profissional.

  Ao entrar no curso, Edivalda resolveu primeiro sondar cada disciplina. Foi realizando experimentos com base nas aulas, viajando para outros municípios do estado onde ocorriam os estudos, pesquisando rochas, até que se viu totalmente envolvida pela área em questão. E então, dez meses de aulas foram suficientes para Edivalda reconhecer que estava no caminho certo.

  Quando as aulas terminaram, o professor perguntou aos alunos se eles gostariam de realizar outro curso, como complemento. Edivalda não perdeu tempo e aceitou o desafio, sem temer o investimento de R$ 1.200,00 em um curso de 20 dias em outro estado. Ao voltar à terra natal, com o currículo recheado, não demorou muito para que ela fosse contratada por uma grande empresa brasileira do setor petrolífero.

  Para Edivalda, fazer cursos profissionalizantes é muito importante porque, em alguns momentos, o que conta não é a experiência do profissional e sim a quantidade de cursos no currículo, o que, segundo ela, aumentam as possibilidades de a pessoa ser contratada em alguma área.



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