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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

O que não se deve fazer numa entrevista de emprego



  • Chegar atrasado ou adiantado demais
  • Usar roupas informais demais
  • Não saber nada sobre a empresa ou o setor
  • Expressar-se mal, com gírias e frases sem sentido
  • Mentir sobre suas qualificações
  • Inventar cargos / funções que já exerceu
  • Disputar espaço com o entrevistador
  • Vangloriar-se de suas conquistas pessoais
  • Não perguntar nada durante a entrevista
  • Demonstrar desequilíbrio emocional


Fique atento, pois um simples deslize pode custar sua vaga!


Um bom currículo, bem redigido, sem erros de português, também diz muito sobre você e pode depor contra quando feito às pressas ou copiado de outra pessoa.

O currículo é uma ferramenta indispensável para quem procura uma nova colocação no mercado de trabalho ou crescimento profissional.

Deve estar sempre atualizado, completo e objetivo, para assim facilitar e atrair a atenção dos selecionadores.

Algumas informações são totalmente necessárias e outras são opcionais, de acordo com a empresa e o cargo almejado.

Durante a entrevista, apresente seu currículo em um papel limpo e sem marcas. Um currículo todo amassado ou manchado provavelmente irá para o lixo.

Fique atento e boa sorte!



quinta-feira, 27 de outubro de 2016

A importância da oportunidade para o primeiro emprego

O primeiro emprego
Pesquisa mostra a importância que a primeira oportunidade tem para a vida toda

O primeiro emprego define o resto da carreira? A partir desta pergunta, a empresa de Recursos Humanos, Randstad, realizou em 2014 uma pesquisa com 400 pessoas, de 18 a 65 anos, de 33 países e identificou a importância do primeiro emprego para os profissionais atuais.

O estudo afirma que 44% do público entrevistado acredita que os primeiros anos da carreira são decisivos para o futuro profissional. Os chineses lideram este ranking, com 82%. A Índia ocupa o segundo lugar, com 76%. Já no Brasil, 34% acreditam que a primeira experiência tem um peso na trajetória profissional.

É o caso de Washington de Jesus Silva, de 25 anos, que iniciou sua carreira há 10 anos como Jovem Aprendiz do Espro - Ensino Social Profissionalizante. Na época, Washington conseguiu uma oportunidade em uma instituição bancária, no qual foi efetivado e trabalhou por quatro anos.

Após a experiência como Aprendiz no setor administrativo financeiro, ele decidiu fazer uma graduação na área. "Segui esta área, pois está sempre em desenvolvimento e abriga grandes oportunidades. Me adaptei super bem e o meu desenvolvimento foi acima do esperado. Meu início no mundo do trabalho teve grande influência nesta minha escolha, porque revelou minha afinidade com este segmento de atuação", afirma.

Ter se identificado e seguido a área no qual teve contato em sua primeira experiência só lhe trouxe bons resultados. Atualmente, Washington ocupa o cargo de gerente Financeiro em uma empresa de engenharia.

Estímulo: “A empresa que aposta no primeiro emprego tem, acima de tudo, um forte compromisso social. Mais do que simplesmente contratar, é preciso treinar, capacitar, oferecer ao jovem profissional o conteúdo necessário para ele mesmo trilhar a própria trajetória: seja a de crescer junto com a companhia ou a de buscar novas oportunidades no mercado de trabalho”, diz o diretor de Comunicação Corporativa do McDonald’s Brasil, Hélio Muniz, em artigo.

No artigo, Muniz chama a atenção para o momento atual da economia brasileira e em quanto podem e devem contribuir as grandes corporações para oferecer uma primeira oportunidade aos jovens. “Nada pode ser mais gratificante para qualquer companhia e nada poderá dar mais resultado do que ser gerador de oportunidades”, diz.



  Coisas que não se deve fazer em uma entrevista de emprego:  

• Chegar atrasado ou adiantado demais
• Usar roupas informais demais
• Não saber nada sobre a empresa ou o setor
• Expressar-se mal, com gírias e frases sem sentido
• Mentir sobre suas qualificações
• Disputar espaço com o entrevistador
• Vangloriar-se de suas conquistas pessoais
• Não perguntar nada durante a entrevista
• Demonstrar desequilíbrio emocional



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Por: Bem Paraná

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

O que é Qualificação Profissional

Qualificação Profissional são os atributos e características de um indivíduo para se posicionar bem no mercado de trabalho. 

Essa qualificação não é uma formação completa, ela é utilizada como complemento da educação formal podendo ser aplicada nos níveis básico, médio ou superior. Sua carga horária vai depender da necessidade de aprendizagem e do curso / treinamento escolhido.

É a preparação para aprimorar as habilidades e especializar-se em determinadas áreas para executar da melhor forma as atribuições solicitadas.

Qualificação Profissional é um requisito básico para ter sucesso no mundo globalizado e funciona de forma a complementar a formação, seja ela de nível médio ou superior, através da incorporação de conhecimentos teóricos, técnicos ou operacionais relacionados à produção de bens e serviços, por meio de processos educativos desenvolvidos em diversas instâncias (escolas, sindicatos, empresas, associações).

A Qualificação Profissional pode ser conquistada através de conhecimentos teóricos, técnicos e operacionais, para qualquer tipo de empresa, como cursos de idiomas ou informática, para um setor específico, como logística, marketing, setores administrativos etc.

No mundo atual e globalizado em que vivemos, a Qualificação Profissional tornou-se mais do que essencial e determinante para o futuro profissional de um indivíduo, uma vez que muitos profissionais de recursos humanos já consideram o diploma superior uma qualificação mínima para obter sucesso.

O candidato que mais apresenta formações em seu currículo é o que mais tem chances de obter boa colocação. Ele deve especializar-se continuamente com cursos profissionalizantes, conhecimentos em idiomas, informática etc.

O público principal que deve buscar a Qualificação são jovens com ensino médio completo, geralmente com cursos de informática e à procura do primeiro emprego. Esses são os candidatos a funções de recepcionista, digitador, secretária e de preferência qualquer outro cargo que não tenha exigência de experiência anterior.

Uma solução é procurar cursos para colocação no mercado de trabalho. É importante aprender o processo de elaboração de um bom currículo, a importância e as etapas de uma entrevista, além de questões de relacionamento interpessoal e ética dentro de uma empresa.

Qualificação profissional também é a preparação do cidadão através de uma formação profissional para que ele possa aprimorar suas habilidades para executar funções específicas demandadas pelo mercado de trabalho e se destacar.



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Fonte: Wikipedia / Google

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

A postura do jovem para o primeiro emprego

Ótima entrevista com o Consultor em Carreiras e Coordenador do curso de Pós-graduação em Gestão da UNI-RN, Flávio Emílio Monteiro. O educador corporativo faz uma análise sobre cenário econômico e aponta caminhos para o jovem que pretende iniciar uma carreira profissional.
Aproveite!


 O jovem precisa se mostrar disposto a aprender, ter atitude.


Baixa escolaridade ou deficiências na formação profissional, falta de experiência e dificuldades em entender as exigências corporativas são alguns dos fatores que dificultam a inserção dos jovens no mercado. No início da carreira produtiva – entre os 18 e 24 anos –, a maior parte dos jovens ainda tenta compreender quais decisões tomar sobre uma carreira. Em período de recessão e corte de vagas, a situação parece ainda mais complicada para o profissional que deseja iniciar no mercado de trabalho.

Para Flávio Emílio Monteiro, o mercado está, de fato, mais exigente para o jovem. Entretanto, acima da formação profissional e da experiência, as empresas buscam comprometimento e atitude. “O mercado procura algo além do conhecimento técnico mas gente que aja diferente, se comporte diferente e tenha atitudes que possam agregar para a empresa”, ressalta Monteiro.

♦ Há uma idade ideal para iniciar a idade profissional?
É uma decisão pessoal e da própria condição financeira. A alternativa de o jovem entrar antes mesmo de terminar o ensino médio é medida pela circunstância. Ele precisa colaborar com o orçamento doméstico: não há incompatibilidade entre estudar e organizar o tempo para trilhar a profissão.

♦ O que o jovem que deseja entrar no mercado de trabalho deve ter em mente?
Não há faixa etária ideal: ela se inicia, em termos legais, a partir de 14 anos. Os programas de incentivo à inserção, como o pequeno aprendiz, não deixaram de existir por causa do momento difícil do mercado. O que diferencia mesmo é atitude. O jovem precisa se mostrar disposto a aprender, ter atitude. E mesmo em períodos de crise, empresa nenhuma quer perder um talento que possa ser desenvolvida.

♦ Quais parâmetros medem esta “atitude”?
Um conjunto de comportamentos que ele vai apresentar. Alguém que seja adaptável, demonstre iniciativa, tenha organização, todas as coisas que são universais no mercado, independente se é um período próspero ou difícil.

♦ Como o mercado está em recessão, as seleções vão se tornar mais seletivas?
Sim, as empresas já são seletivas, e em períodos de recessão como que estamos passando elas tendem a ser ainda mais seletivas. Como a quantidade de vagas é muito pequena e de pessoal é grande, o rigor é maior.

♦ A qualificação que o mercado fala é apenas técnica ou também foca no comportamento e ética no trabalho? 
Essa complementação acaba sendo aquele diferencial de atitudes que pode garantir que o jovem ganhe a vaga. O mercado procura além do conhecimento técnico, do preparo ou um diploma de curso específico, mas gente que haja diferente, se comporte diferente e tenha atitudes que possam agregar para a empresa. Por isso as dinâmicas, entrevistas, que vão focar mais o lado comportamental.

♦ Quais conhecimentos “básicos” o jovem precisa ter?
Em princípio idiomas, principalmente o nosso. Por mais óbvio que possa parecer, há quem escreve mal, não se comunica direito e isso no mundo corporativo é imperdoável. Acrescentar um segundo idioma é desejável, mas eu não considero que quem não sabe falar inglês vá perder muitas oportunidades. Se tiver, aumenta as chances. Dominar o português é fundamental. Também é preciso uma capacidade analítica, que vem da matemática, por exemplo. Além disso, é preciso usar as ferramentas, não só como usuário: é preciso saber usar um word, excel, algum tipo de banco de dados.

♦ O que um jovem que não tem experiência profissional pode colocar no currículo?
Entre os recrutadores há uma máxima bem curiosa: todo mundo que declara avançado no currículo, na verdade é médio; quem fala médio, é elementar; e quem fala elementar, não sabe de nada. As pessoas tendem a se supervalorizar no currículo. Mas currículo pede, primeiro, os dados básicos: nome, idade, contato telefônico. Documentos pessoais só entram na fase de contratação. Além disso, é preciso colocar a última formação escolar ou acadêmica. No último tópico, a experiência, ou perfil profissional. O jovem que não tem experiência não vai inventar. O que a gente recomenda é: fez alguma atividade voluntária, participou de alguma atividade, viajou para fora do país, ganhou um concurso de poesia? Coloque no currículo. Pode não ter nada relacionado com a vaga pela qual você concorre, mas mostra um traço do seu perfil: uma pessoa desprendida, com iniciativa, que sabe trabalhar em equipe. O significado da palavra “curriculum” é curso de vida, então pegue o que há de melhor, o que for de verdade, e coloque. Os recrutadores têm vários artifícios para descobrir mentiras, eles vão olhar rede social...

♦ Por falar em internet, ela deve ser inserida no currículo?
Não agrega. Colocando ou não alguém vai rastrear, mas caso o candidato avance, não na primeira fase.

♦ Os jovens costumam ter muita presença em redes sociais. Para quem está começando ou já está no mercado de trabalho, é preciso ter filtro?
Não há como negar que o mundo corporativo é conservador, esta é uma característica de grande parte das empresas. Temos liberdade no nosso país, mas nem todo mundo consegue utilizar a rede social de forma responsável. Então, é preciso pelo menos ter o cuidado de colocar filtros corretos para que fotos, conteúdos e opiniões fiquem restritos à amizade e intimidade do candidato. Quando você deixa muito aberto, isso pode causar um mau julgamento sobre a pessoa. Não chega a ser uma questão de segregações, mas você faz projeções pelo estilo de vida que a pessoa demonstra ter. E as empresas não estão selecionando para arriscar, mas para acertar, até porque isto custa tempo e dinheiro. Aparecendo um traço comportamental fora do que a empresa quer, está fora.

♦ Já que se falou em conservadorismo, como é vista hoje a tatuagem, o piercing...?
Cada vez mais (o mercado) vem aceitando. Conservador, hoje, é mais relacionado ao comportamento, não aparência, até porque o próprio Ministério Público do Trabalho se posiciona fortemente contra qualquer tipo de discriminação. Tatuagem, piercing, cor de cabelo, alargador dependem muito da característica da empresa. Na área de criação de uma empresa de propaganda você pode encontrar tudo isso que citou, o mesmo em um call center. E tatuagem, o que a gente recomenda? Ter cuidado com o local. Tem que ser um local em que você administra a coisa: mostra quando deve e esconde quando não deve. Tamanho, extensão do desenho também devem ser observados, bem como o tipo de desenho.

♦ Durante a seleção, há alguma dica para o jovem minimizar o nervosismo?
Entrevista, no final das contas, é treino. Você começa a ficar mais solto ao longo de várias. Uma sugestão é que o jovem exercite o diálogo: alguns têm o hábito de se isolar. Com o smartphone, alguns dialogam pouco com a família, com os amigos, na escola. Então, esta pessoa frente a frente com um selecionador vai ficar nervosa. E não tente também bancar o ator nesta hora. Há alguns sites que dão a recomendação do que dizer, citar que “ser perfeccionista é o meu defeito”. Isso não vale. Gostar das coisas certas não é um defeito. Script não funciona. Os recrutadores estão cada vez mais criativos nas perguntas.

♦ Com a lei nacional de aprendizado, o jovem está cada vez mais cedo disponível no mercado. A empresa precisa ter uma atenção especial com ele?
Quando alguém é admitido como jovem aprendiz, estagiário ou trainee, a empresa raciocina que a pessoa está em processo de desenvolvimento. Então, nada mais normal que ela faça perguntas, e a empresa já está aberta a dar este apoio. É importante que ele (o estudante) não se retraia nesta hora. Se eu faço perguntas é porque eu tenho interesse, iniciativa, e isso é extremamente bem visto.

♦ Qual o benefício para a empresa em buscar o jovem profissional?
Primeiro é que ela atende a uma determinação legal, que estabelece que a empresa tenha um percentual de jovens aprendizes. Segundo, ela consegue jovens talentos que podem ser moldados pela cultura e característica da empresa. E, do ponto de vista financeiro, trazer um jovem aprendiz ou estagiário tem custo bem mais baixo.

♦ Não há o risco de a empresa substituir, em tempos de recessão econômica, o profissional pelo estagiário?
Cada vez mais as empresas têm procurado se adequar à lei do estágio e do aprendiz, mas claro que distorções você vai encontrar ainda. O que acontece é que tanto o jovem aprendiz quanto o estagiário tem carga horária diferenciada, e não se coloca para eles cargos de tomada de decisão e risco. É mais uma função de aprendizado, apoio, auxílio do que propriamente quem vai responsabilizar por uma tarefa. Mas cabe também ao jovem perceber, informar que está sendo submetido a jornadas exaustivas ou pressão psicológica, até porque todos os contratos são regidos por instrumentos legais. É importante ele ler e saber se o que executa na empresa está de acordo com o que executa no trabalho.



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Por: Nadjara Martins

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Entrevista de emprego por videoconferência


Atualmente, está cada vez mais comum a realização de entrevistas online por meio de videoconferências, que chegam a substituir as entrevistas presenciais, dependendo da empresa. De acordo com pesquisa da Robert Half, empresa de recrutamento especializado, a utilização desse método aumentou em torno de 52% no Brasil nos últimos três anos. E os motivadores são agilidade e diversidade na seleção e diminuição de custos.

As empresas alegam que o método proporciona que candidatos de várias localidades do país e até do exterior participem. Quem é avaliado por meio dessa entrevista, dizem que é o mesmo que participar de uma conversa presencial. No entanto, é preciso ter cuidados básicos para que seja bem-sucedida, entre eles boa conexão na internet e nada de interferências nem no computador nem fora dele.

A Infinity Brazil, empresa que recruta funcionários para trabalhar em navios dentro do país e no exterior, faz a maioria das entrevistas por Skype, por causa do custo menor, já que não precisa haver deslocamentos, e também pela possibilidade de mais opções de concorrentes. “Grande parte dos candidatos é de fora, para justamente poder abranger pessoas de todas as regiões”, diz Marcelo Delbel, gerente de RH da Infinity.

Já o Google, entrevista os candidatos a estágio só por meio de Hangout, ferramenta do Google para fazer videochamadas. Segundo Daniel Borges, gerente de atração de novos talentos, o método beneficia tanto a empresa quanto o candidato. “A nossa empresa é de internet, é natural que a entrevista seja online. O processo remoto tem uma série de benefícios, é um processo dinâmico, adequa a empresa e o candidato, que muitas vezes não precisa dispor de um dia para ir até o local dar a entrevista. Todo o processo de recrutamento dos estagiários é feito por meio de entrevistas por Hangout, tanto com o RH quanto com outras pessoas do time”, diz.

“Não pode atrapalhar a concentração” 

Christiane Silva Pinto, de 22 anos, é estagiária na área de RH do Google desde julho deste ano. Ela diz que fez entrevistas por videoconferência duas vezes – uma delas quando ainda morava na França fazendo intercâmbio. Nesse caso, ela foi aprovada para trabalhar como estagiária em uma revista. Quando surgiu a vaga no Google, também passou pela entrevista por videoconferência. Apesar de cursar jornalismo, ela foi direcionada para a área de recursos humanos porque a empresa avalia durante o processo seletivo as habilidades dos candidatos para as atividades que serão desempenhadas.

“Já tinha feito uma entrevista em 2011 quando ia voltar para o Brasil. Achei igual ou até melhor do que a entrevista presencial pela questão do deslocamento”, diz. Ela explica que tanto quando estava na França quanto como estagiava na editora não poderia participar porque estava longe do local da entrevista. “Ia perder a oportunidade por uma questão de deslocamento. No caso do Google, consegui fazer a entrevista de forma discreta, em casa, não precisei sair da editora para ir até a empresa”, diz.

Para esse tipo de entrevista, é preciso ter uma conexão de internet boa e estável, conectar meia hora ou até 15 minutos antes para ver se a luz está boa, se a câmera está normal, e deixar a ferramenta do chat online aberta. Quando se aproxima o horário da entrevista, o candidato deve sentar-se em frente ao computador e aguardar o entrevistador entrar em contato. Em relação à roupa, é uma questão de bom senso. Use roupas discretas, não necessariamente formais. Em relação ao lugar, é recomendado que não haja barulho, que a luz do local seja boa e que não tenha obstáculos para atrapalhar a concentração.

A entrevista é semelhante à presencial e é preciso se comportar da mesma forma. Christiane diz “Não pode dar a entender que você está lendo outra janela. Tudo bem que a pessoa não está ali na sua frente, mas preste atenção nela para entender bem as perguntas. Deve-se ficar off-line de programas que podem atrapalhar, deixe só o programa do chat ligado. Não deixe as pessoas entrarem no local que você está. Dá para perceber que você não está 100% focado se ficar olhando em outros locais do computador ou desviar o olhar para outro ponto que não o próprio computador”, diz.

“Não tem mistério!” diz Rislei de Oliveira Furtado, de 34 anos, que está concorrendo a uma vaga em um cruzeiro. Ele fez uma entrevista online com a Infinity e aguarda resposta. Ele dá aulas de inglês e trabalha com hotelaria. “Já tinha feito esse tipo de entrevista para uma companhia aérea. Qualquer um que sabe usar essas ferramentas consegue, já tive oportunidade de morar fora e era por essa ferramenta que eu falava com amigos e familiares”, diz.

Furtado diz que a entrevista pelo Skype o deixa até menos nervoso e diz que é como uma entrevista presencial. Ele se arruma da mesma forma como se estivesse indo para o escritório do selecionador. “Fico de calça e camisa social, cinto e gravata, engomadinho como a situação pede, porque é como qualquer outra entrevista de emprego. Tem que mostrar a melhor imagem, estou ali vendendo meu peixe, tem que pensar no cargo”, diz. Por se considerar “ansioso e inseguro”, um dia antes da entrevista com a Infinity, falou com amigos online e testou seu Skype. “E no dia da entrevista falei com outro amigo na Europa também para testar e estava funcionando perfeitamente”, conta.

Uma dica dada por ele é que, depois que passou a fazer entrevistas por videoconferência, retirou o apelido que tinha no Skype deixando nome e sobrenome e mudou a foto do perfil para algo mais profissional.


500 entrevistas por mês

De acordo com Marcelo Delbel, gerente de RH da Infinity Brazil, 80% das entrevistas são por Skype e 20% são presenciais. Após os candidatos passarem pela entrevista na empresa, os diretores das companhias americanas e europeias fazem a entrevista também via Skype. O Brasil não tem companhia de cruzeiro, mas as empresas de fora têm forte participação no mercado nacional e muitas têm representantes no país. “Nós pré-selecionamos e depois passamos para os gestores das companhias”, diz. Marcelo Delbel entrevista uma média de 500 pessoas por mês – a maior demanda é de abril a novembro, para a temporada brasileira, que começa em outubro. Todas as entrevistas são feitas em inglês e cada uma é feita por apenas um selecionador.

Para a entrevista com a companhia, Delbel recomenda que a conexão, câmera e áudio sejam testados com antecedência. Além disso, é importante ter o currículo impresso à mão em caso de alguma pergunta sobre a experiência e o tempo em cada posição desempenhada, além da roupa, que deve ser social e escura, sem ser decotada, e da maquiagem, que deve ser leve. O fato de o local ser simples não importa, mas o que devem ser evitadas são as interferências externas, como pessoas passando pelo local durante a entrevista.

De acordo com Marcelo Delbel, a empresa verifica o nome do usuário usado na ferramenta, o email e também a foto. “Algo como gostodefumar@gmail.com não é indicado. No pessoal até pode, mas na hora da entrevista é melhor algo mais formal. Foto usando maiô ou fazendo gesto obsceno, por exemplo, não é recomendado”, diz.

Delbel conta que um dia entrevistou um candidato sem camisa. “Foi reprovado, não fui muito longe na entrevista, mas não dei sermão. Tinha um outro que estava falando no carro, como passageiro, não motorista”.

O tempo de duração não indica se o candidato foi bem ou não: “Depende do candidato. Tem vagas que precisam de mais questionamento e tem os candidatos que gostam mais de falar. As perguntas feitas são as mesmas da entrevista presencial”, diz.

Segundo Delbel, o que mais reprova os candidatos é a não fluência em inglês: “Uma coisa é falar que fala, e outra é realmente falar”, diz. Ele diz que as empresas pedem foto do candidato de corpo inteiro porque em algumas funções a aparência é importante. “No Skype fica limitado do ombro para cima”, diz.

Diversidade de concorrentes

Desde 2011, o Google vem desenvolvendo esse processo seletivo por videoconferência, segundo Daniel Borges, gerente de atração de novos talentos, “com muito sucesso”. Ano passado, dos 30 aprovados para fazer estágio, 11 não eram de São Paulo e um morava na Rússia, que foi entrevistado lá, passou e foi trabalhar na capital paulista. De acordo com Borges, o Google consegue atingir um grupo maior de pessoas que participam do processo seletivo e dá comodidade para o candidato, além de proporcionar diversidade de concorrentes. “A gente consegue atingir um grupo que não estaria disponível para vir, aí tem gente do mundo inteiro”, afirma.

“A única exigência é que o candidato tenha internet, e é a mesma regra da presencial. O ambiente deve ser tranquilo para a entrevista poder fluir. E as perguntas também são as mesmas. Mas não prestamos atenção ao visual, é só para mensurar as competências do candidato, não para aspectos secundários como o visual ou gestos. É a relação olho a olho que interessa. Não verificamos o local também, o candidato pode fazer a entrevista onde bem entender, pode até ser em lan house, na universidade, só as competências que importam”, enfatiza Borges. Segundo ele, não pega bem o candidato ficar consultado informações para responder às perguntas. “A regra da entrevista online é a mesma da presencial, seria estranho o candidato ficar consultando as informações de seu currículo durante a entrevista. Espera-se que saiba tudo para responder”, diz.

Daniel Borges diz que o candidato só precisa da conta no Google. “O nome é o mesmo na ferramenta, não interessa se há apelido e sim a história de vida e profissional do candidato”, afirma. A entrevista é estruturada para durar 30 a 45 minutos, e o selecionador tem um check-list do quem precisa ser falado e do que será perguntado. A entrevista é feita por apenas um selecionador.

Segundo ele, o que costuma eliminar o candidato independe do tipo de entrevista. É observado se o candidato tem adequação à cultura da companhia, se a trajetória corresponde ao que a empresa espera, se os conhecimentos são os esperados. “Acontece de acabar a entrevista e já sabermos se a pessoa se encaixa no perfil da vaga, mas sempre fazemos reunião para falar sobre os candidatos”, explica.

 

Veja agora 10 dicas para se sair bem numa entrevista em video


1) Programe-se
Antes da entrevista, confirme com o entrevistador o e-mail e o adicione antecipadamente. Planeje-se para estar conectado no horário.

2) Teste o seu equipamento
Teste a câmera, o microfone e a conexão da internet - evite que a entrevista seja interrompida ou se atrase por conta de algum problema técnico na sua máquina.

3) Feche os outros programas
Não deixe outro programa aberto no seu computador além do serviço de chat online para não atrapalhar a velocidade da internet e nem fazer com que você desvie sua atenção da entrevista.

4) Procure um lugar tranquilo e silencioso
Esteja conectado em local silencioso, sem bagunça e sem interferência de outras pessoas ou animais de estimação.

5) Escolha um fundo 'clean’
Evite ficar em local com muitos objetos ao fundo, como quadros ou estantes cheias de livros.

6) Vista-se adequadamente
Apesar de sua imagem aparecer só da cintura para cima, vista-se com o traje de acordo com a vaga e a empresa. Dependendo do cargo, o ideal é usar camisa social, com atenção à gola, que deve estar arrumada. No caso de mulheres, evite decotes e acessórios chamativos.

7) Use roupas discretas
Use roupas discretas, de cores sóbrias e sem brilho. Sem decotes para mulheres. Se optar por maquiagem, deve ser discreta.

8) Escolha um login com um nome 'profissional’
Tenha cuidado com o nome de usuário no serviço online: o ideal é ter uma conta só para contatos profissionais, com o nome e sobrenome ou com as iniciais.

9) Seja profissional
Mantenha sempre a postura profissional que você teria se estivesse em uma entrevista ao vivo.

10) Lembre-se: você está sendo filmado!
Demonstre segurança ao conversar, articule bem as palavras e preste atenção na sua postura.



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Por: Marta Cavallini para o G1

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Como fazer uma carta de apresentação: passo a passo


Apesar dos processos de seleção estarem cada vez mais informatizados, algumas ferramentas impressas ainda são importantes ou acompanham a tendência e se informatizam também.

A carta de apresentação é um bom exemplo dessa situação. Ela ainda é utilizada da forma convencional, mas também de forma digital, principalmente quando candidatos mandam currículos direto para as organizações com a carta de apresentação no corpo do e-mail.

Confira algumas dicas da Consultora de Carreiras da Catho, Elen Souza, sobre como fazer uma carta de apresentação:

A primeira linha da carta é muito importante: Ela deve prender a atenção do recrutador, sendo diferencial entre as demais. Veja alguns exemplos:
“Sou um profissional com MBA em (nome do curso) pela FGV, inglês fluente e destacada experiência de 12 anos na área Financeira, atuando na… (cite suas principais realizações na área). Busco novos desafios e acredito que sua empresa possa ter interesse em minhas qualificações.”

Depois de ter chamado a atenção do leitor, fale sobre suas experiências profissionais. Observe:
“Minha última experiência foi na multinacional (nome da Empresa), onde conquistei duas promoções, sendo o meu último cargo (cargo e área). Anteriormente atuei na (nome da empresa), como (cargo e área). Entre os principais resultados alcançados destacam-se: ...”

Prossiga a redação da carta com evidências substanciais, por meio das quais a empresa deva considerá-lo para o cargo. Não mencione um único aspecto que não seja positivo ou que não esteja relacionado com o cargo que pretende.

Extraia os pontos fortes do seu currículo e os inclua na carta. Finalize solicitando ao leitor que entre em contato para uma entrevista:
“Estou à disposição para uma entrevista pessoal para que possa descrever, com mais detalhes, minhas experiências.”

Dicas Gerais:


Uma boa carta de apresentação deve:
  • Ser objetiva
  • Conter apenas uma página
  • Destacar os pontos fortes e omitir os pontos fracos do perfil do profissional (por exemplo: inglês básico – o inglês ou é fluente ou não é).




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Por: Roni Silva para Carreira & Sucesso

quinta-feira, 23 de junho de 2016

As 20 perguntas mais comuns na entrevista de emprego

Veja como responder a questões-chave para se dar bem numa entrevista de emprego. Não existe regra. Cada entrevistador tem uma expectativa!



Muitas das perguntas feitas nas entrevistas de emprego parecem uma espécie de clichê. Não importa o ramo de atuação, perfil da empresa ou da vaga disponível, o selecionador sempre vai recorrer a algumas questões-chave para conhecer você melhor e avaliar se os seus valores estão alinhados aos da organização.

Apesar de as perguntas serem iguais em todos os processos de seleção não há uma resposta formatada para elas. Especialistas recomendam: seja o mais honesto que puder, dessa forma terá mais chances de encontrar no mercado a vaga que seja a sua cara. Caso contrário, não conquistará o emprego que disputa ou será um profissional frustrado.

Algumas recomendações, todavia, são importantes e podem ajudá-lo na hora do contato com o selecionador, quando a ansiedade e o nervosismo resolvem aparecer, todo o cuidado é pouco, já que até o seu corpo pode entregar as suas fraquezas. Ouvimos o coach executivo Carlos Cruz e o consultor organizacional Eduardo Shinyashiki a respeito. Da entrevista surgiram as 20 perguntas mais comuns em uma entrevista de emprego e dicas de como você pode respondê-las para se dar bem em um processo de seleção.

1. Fale sobre você.
Não existe regra. Cada entrevistador tem uma expectativa. No geral, o selecionador quer saber mais sobre a formação acadêmica do candidato, o que ele gosta de fazer (hobby), seus sonhos e expectativas. A orientação é direcionar o discurso para o âmbito profissional.

2. Quais são seus objetivos a curto prazo?
O candidato tem de pensar qual é o seu objetivo antes da entrevista. Só assim vai saber se determinada oportunidade de emprego é interessante para ele. É necessário que o profissional “entreviste” também a empresa e averigue se a proposta é significante para sua carreira.

3. Quais são seus objetivos a longo prazo?
Como em uma relação a dois, é primordial que a pessoa deixe claro quais são seus anseios na vida profissional. Para isso, é preciso ter clareza. O erro da maioria dos candidatos é a passividade, isto é, aceitar uma proposta sem saber o que é relevante para sua trajetória profissional.



4. Como você lida com as pressões do trabalho?
O candidato deve dar exemplos vivenciados por ele. Isso vai dar consistência à resposta e segurança para o entrevistador enxergar que o profissional tem potencial para ocupar determinada posição.

5. Por que devemos contratá-lo?
Dizer que você tem sede de aprender, de crescer profissionalmente e de contribuir com a empresa não são respostas satisfatórias. O candidato deve expor como pode colaborar com o desenvolvimento da organização.

6. Como você poderá contribuir para o desenvolvimento e crescimento da empresa?
O entrevistado deve se fazer essa pergunta antes de ser questionado. Quais as expectativas da empresa com relação ao profissional que vai ocupar a vaga disponível? Se isso não estiver claro, o candidato deve questionar o selecionador.

7. Quais foram suas maiores realizações profissionais?
Cite até três exemplos. Procure falar sobre as realizações mais relevantes em sua vida profissional que estejam atreladas às expectativas ou ao negócio da empresa. “Nessa hora o profissional deve ser marqueteiro, ou seja, elencar o que tem de melhor e dizer sem receios”, destaca o consultor Carlos Cruz.

8. Quais são seus pontos fortes?
O candidato deve listar suas principais características e eleger o que considera ser atributos de um talento. Pergunte-se: o que os seus colegas de trabalho diriam positivamente de você? Pense em sua rotina profissional e escolha as qualidades que mais o definam no trabalho.

9. Quais são os seus pontos a desenvolver?
Cite um exemplo e foque no que você está fazendo para superar a dificuldade. Não dê ênfase ao seu ponto fraco.

10. Qual é o seu maior sonho?
Para responder a essa pergunta o candidato deve saber exatamente o que quer. Quanto mais autêntico ele for, maior será a probabilidade de encontrar uma empresa alinhada ao seu perfil.

11. Por qual motivo você saiu da empresa anterior?
Diga que está em busca de crescimento profissional e melhores oportunidades de carreira.

12. Por que ficou pouco tempo nos empregos anteriores?
Justifique afirmando que busca acima de tudo uma empresa que investe nos funcionários, valoriza o seu trabalho e dá oportunidades de crescimento.

13. Por que está há tanto tempo no emprego atual?
Você pode dizer que a empresa atual possui valores compatíveis com os seus e o valoriza enquanto funcionário. Explique que no momento quer alcançar outros objetivos e ganhar experiência em empresas diferentes.


14. Você já recebeu críticas sobre o seu trabalho? Como reagiu?
Segundo o consultor Eduardo Shinyashiki, críticas são sempre bem-vindas, pois ajuda o profissional a perceber os erros para não cometê-los novamente. Ele orienta o candidato a responder que o feedback é essencial para o crescimento profissional.

15. O que você considera importante em uma empresa?
Responda com palavras que estejam ligadas aos seus valores pessoais. Exemplos: organização, seriedade, valores profissionais e sociais, conforto para trabalhar e um quadro de funcionários estável.

16. Como você se comporta no trabalho?
Diga o que as empresas gostam de ouvir, desde que seja verdade, é claro. Exemplo: sou pontual, dedicado, comprometido, responsável, criativo, dinâmico, eficaz, flexível e sei trabalhar em equipe.

17. Com que tipo de pessoa você prefere trabalhar?
Pense em características pessoais valorizadas pelas empresas. Você pode dizer que gosta de trabalhar com pessoas comprometidas, responsáveis e que tenham espírito de equipe.

18. Com que tipo de pessoa você encontra dificuldade em trabalhar?
Pense em características que firam o clima da organização e acabam influenciando negativamente o rendimento no trabalho. Exemplo: pessoas arrogantes, impacientes e sem espírito de equipe.

19. Por que você escolheu essa carreira?
Diga que você se identifica com a área, dedica-se a ela e sente prazer no que faz.

20. Como você se comporta quando algo não sai como planejou?
Nessas horas, o importante é manter a calma e tentar reverter a situação de outra maneira para atingir o objetivo. Se você age dessa forma esta é uma resposta convincente.



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Por: Área H / Carreira

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Como falar de Qualificações numa Entrevista

Entenda como você pode destacar as suas principais habilidades durante a conversa com um recrutador.


Durante uma entrevista de emprego é comum que muitos candidatos sejam questionados sobre suas qualificações profissionais. Muitas vezes, essas perguntas podem gerar muitas dúvidas. 


Veja três questões que podem aparecer na sua próxima entrevista e descubra como respondê-las e ainda impressionar o recrutador:







1 - “Você se considera qualificado demais para esta vaga?”
Existem algumas maneiras de responder a essa pergunta. Uma delas é apontar os motivos pelos quais você se considera qualificado o suficiente para a vaga. Aponte suas experiências e destaque os seus pontos fortes.

2 - “Por que você acha que terá sucesso nesse emprego?” 
Quando lhe fizerem essa pergunta, lembre-se de mostrar suas principais habilidades apontando as experiências anteriores que podem contribuir com a sua função na empresa. Esteja disposto a aprender com seus erros e a evoluir buscando ser um funcionário cada vez melhor.

3 - “O que você considera mais difícil em sua profissão?” 
Em geral, não é muito fácil mostrar os seus pontos fracos, principalmente, durante uma entrevista de emprego. Nesse momento, você deve parar e pensar em suas experiências anteriores. Pergunte a si mesmo: “quando eu tive problemas nos lugares onde trabalhei?”. Reflita sobre as principais habilidades e conhecimentos que você precisou usar para resolvê-los e comente isso com o entrevistador. Mostre que você está pronto a se esforçar ao máximo para superar suas dificuldades.



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Por: Universia

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Você sabe como se tornar um profissional de destaque no Mercado de Trabalho?

Para começar a se destacar no Mercado de Trabalho é necessário mudar muitas atitudes e adotar uma nova postura profissional, como uma autoavaliação de sua carreira.


Com a atual concorrência no Mercado de Trabalho, muitas empresas vêm contratando consultorias especializadas para organizar os processos seletivos e consequentemente, encontrar o candidato que mais se encaixe na vaga.

Diante disso, destacar-se no processo seletivo pode garantir a vaga dos sonhos e certa estabilidade, que pode proporcionar o cobiçado destaque no mercado. De fato, não há dicas que funcionem para todos os candidatos, mas a principal delas é procurar entender qual o perfil profissional que a organização busca.

Outra dica importante dos especialistas é fazer um currículo personalizado para cada vaga, sempre preenchendo o campo ‘Objetivo’ com o cargo de seu interesse. Além disso, eles reforçam o cuidado com o perfil nas redes sociais, já que mais de 80% dos recrutadores fazem uma consulta na internet para buscarem mais informações sobre os candidatos.

Desse modo, os aspectos comportamentais passaram a ser mais valorizados do que os conhecimentos técnicos. Ou seja, você não terá destaque no Mercado de Trabalho apenas pela sua experiência, mas também pelas suas atitudes e comportamentos.

É importante ressaltar que as consultorias buscam o “profissional certo” para a “empresa certa”. Por isso, pesquise muito sobre a cultura da organização antes de participar do processo seletivo. Nada melhor do que se identificar com esses valores, para se destacar em meio à concorrência!



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Por: Lorena Torres | Portal Trainee

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Dicas para encontrar o primeiro emprego

As empresas têm quatro formas de contratar jovens para o primeiro emprego: a convencional, por meio da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o Contrato de Aprendiz, o Estágio e os Programas de Trainee.

A lei permite o trabalho a partir dos 14 anos como Aprendiz e, acima dos 16, para os demais empregados. Muitas empresas e entidades se organizam para liberar vagas para estágio todos os anos. 


Estágio e Trainee

O início do segundo semestre é a melhor época para se candidatar a vagas de Estágio e Trainee. No caso do Estágio, os meses de julho e agosto concentram o maior número de vagas devido à formatura dos estudantes e necessidade de reposição dos estagiários.

Em relação aos programas de Trainee, as empresas costumam abrir as inscrições entre julho e setembro para possibilitar que universitários que irão se formar em dezembro possam se inscrever.

Seme Arone Junior, presidente da Associação Brasileira de Estágios (Abres), diz que fazer estágio logo no início da faculdade é uma boa estratégia para a carreira. “Dessa forma, o jovem tem a chance de conhecer melhor a rotina da profissão escolhida e confirmar se é realmente o que deseja fazer”, diz.

Segundo Renata Damásio, consultora da Cia de Talentos, o Trainee é um jovem que será treinado para assumir um cargo de liderança na empresa. Por isso, o que as companhias procuram nos candidatos é a boa formação escolar e universitária e potencial para atingir cargos de gestão em pouco tempo – o treinamento na empresa dura de um a três anos. 


Aprendiz

Ser um Aprendiz é aprimorar-se constantemente. São jovens e adolescentes que almejam desenvolvimento e crescimento profissional, dentro de uma área de atuação específica, valorizam a educação e, principalmente, desejam realizar sonhos. É a descoberta de oportunidades e a possibilidade de inserção no mundo do trabalho.

A Lei brasileira do Aprendiz determina que "Jovem Aprendiz" é considerado aquele contratado diretamente pelo empregador ou por intermédio de entidades sem fins lucrativos; que tenha entre 14 e 24 anos; esteja matriculado e frequentando a escola, caso não tenha concluído o Ensino Fundamental; e esteja inscrito em curso ou programa de aprendizagem desenvolvido por instituições de aprendizagem. 

Os direitos do Jovem Aprendiz são a duração da jornada do jovem, que deverá ser de, no máximo, seis horas diárias, podendo se estender até oito horas diárias para os aprendizes que já tenham concluído o Ensino Fundamental, se nelas forem computadas as horas destinadas à aprendizagem teórica. 

Os jovens contemplados permanecem um período no local de trabalho e outro em capacitação. Por essa jornada, ele recebe o salário mínimo/hora. O jovem aprendiz tem direito a todos os benefícios trabalhistas e previdenciários compatíveis com o contrato de aprendizagem.


Desemprego

De acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada no mês passado e realizada em seis regiões metropolitanas do país, 42,5% dos desocupados têm até 24 anos. Ainda conforme a pesquisa, 16,3% dos desocupados de modo geral estavam em busca do primeiro emprego.


Falta de experiência

Embora a alegação de muitas empresas para deixar de contratar jovens no primeiro emprego seja a falta de experiência, muitas empresas veem nisso uma oportunidade.

Uma delas é o McDonalds. De acordo com a gerente nacional de recursos humanos, Sheila Leme: "contratando jovens sem experiência temos a oportunidade de passar a maneira que consideramos que deve ser realizado o serviço, com qualidade", afirma a gerente.

Na avaliação de Sheila, adquirir responsabilidade para o trabalho é uma das etapas de treinamento pela qual passam os jovens. "Geralmente os jovens são muito imediatistas, impulsivos. Mas eles são treinados para adquirir responsabilidade. (...) Eles entendem que abrimos a porta do primeiro emprego com todos os direitos."

Outra estratégia para manter os jovens motivados no emprego é o plano de carreira, diz a gerente. "O nosso presidente começou fazendo Big Mac em restaurantes. Mais de 70% dos gerentes em restaurantes também começaram."

Denise Furtado, supervisora de recursos humanos da rede Cinemak, diz que a empresa também contrata jovens sem experiência para moldá-los: "eles não trazem na bagagem vícios de empregos anteriores. Estão sempre mais disponíveis e têm a aprendizagem mais fácil", avalia Denise. Ela cita ainda que a empresa busca pessoas sem experiência porque a faixa salarial para os cargos é baixa.

Segundo a supervisora, dos 2.800 empregados da Cinemark, cerca de 1.800 são jovens entre 16 e 21 anos no primeiro emprego. "A maioria das carteiras chega em branco no RH." O Cinemark contrata jovens como aprendizes, em vagas convencionais e para estágio de nível superior.



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Fonte: G1
Via: Busca Jovem
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quinta-feira, 10 de março de 2016

O que fazer antes da entrevista de emprego

Veja agora os conselhos de especialistas para se preparar para esse desafio!

Entrevista de emprego é sempre uma situação tensa. E os candidatos ficam ainda mais nervosos em épocas de crise em que os empregos são mais raros e o tempo para a recolocação aumenta. Por isso, a VOCÊ S/A, em parceria com Maria Cândida Baumer de Azevedo, diretora da People & Results, consultoria de carreira de São Paulo, fez uma série de três reportagens para ajudar você a se sair bem nessa etapa.

A primeira parte dessa série mostra o que fazer antes da entrevista de emprego. “Um candidato bem informado e bem formado começa causando com um impacto positivo”, diz Maria Cândida. Confira as dicas da especialista a seguir.

1. Pesquise tudo o que estiver disponível sobre a empresa em questão:
Sua história, ramo de atuação, principais clientes e fornecedores, produtos e serviços, momento atual (sucessos, insucessos, bons ou maus resultados), para onde estão direcionando seus investimentos e quais são seus desafios de mercado. Isso ajudará a fazer perguntas assertivas sobre o negócio (mostra interesse, preparação e entendimento sobre o assunto) e a entender realmente o momento da empresa e o quanto ele é favorável para sua área, além de saber o que é realmente esperado do candidato.

2. Pesquise sobre a cultura da empresa:
Esse é o jeito como as coisas acontecem quando o chefe não está olhando. Cultura Organizacional são as regras não escritas, o que é importante de fato, os costumes, as leis internas. Para isso, conversar com profissionais, fornecedores, clientes e pessoas que já saíram da empresa amplia a visão sobre ela. Ao conseguir levantar essas informações o candidato saberá o quanto a maneira como as coisas funcionam reflete o seu jeito de ser. “É inútil fingir que se identifica com a companhia apenas para conquistar a vaga. Uma vez na empresa, o fingimento dura pouco tempo. Se há falta de adequação ao modo de ser, as chances de ser feliz naquele ambiente diminuem. É muito importante trabalhar em um ambiente condizente com o que se gosta, se acredita e valoriza. Se for apenas uma questão de salário, esse efeito é perdido após três meses de contratação”, diz Maria Cândida.

3. Pesquise sobre o segmento da empresa:
Analise o potencial, as tendências, os concorrentes, as ameaças e oportunidades (devido a mudanças políticas, econômicas, tecnológicas ou sociais), os produtos substitutos, a política de preços, o que o cliente busca. Com estas informações é possível identificar se a empresa é líder no mercado, se tem características inovadoras ou conservadoras. E, ainda, o quanto o ambiente é competitivo e as implicações disso no trabalho almejado.

4. Pesquise sobre o entrevistador:
Caso você saiba quem vai conduzir o processo, conhecer algo sobre o perfil do entrevistador pode trazer ganhos no momento do “cara a cara”. Busque descobrir quem ele é, sua idade, estado civil, formação, histórico profissional, hobbies, interesses. Se necessário busque nas redes sociais. Ao estudar sobre o entrevistador previamente o candidato pode encontrar pontos em comum ajudando a quebrar o gelo.

5. Pesquise como as pessoas se vestem na empresa para saber qual roupa é a ideal para o dia da entrevista:
Pergunte a quem trabalha lá; procure fotos dos profissionais no ambiente de trabalho. Na dúvida, menos é mais. Evite estampas, cores fortes, acessórios chamativos ou perfumes em excesso. O traje correto pode alçar o candidato ao nível de semelhante, isso marca pontos positivos. E a imagem é o primeiro passo nessa direção.



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Por Redação Você S/A

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Dicas para Conquistar o Primeiro Emprego


É natural surgirem diversas dúvidas na procura do primeiro emprego. As questões de quem não possui experiência profissional abrangem desde a elaboração do currículo até o que responder na entrevista de emprego ou qual roupa vestir.

Os especialistas Ricardo Fera, especialista em gestão estratégica de recursos humanos, e Caio Infante, diretor de marketing e novos negócios da Fellipelli comentam e dão algumas dicas para quem está niciando.

O que escrever no currículo
Segundo Caio, além dos dados pessoais, o candidato deve mencionar a escolaridade, cursos extracurriculares ou profissionalizantes realizados ou em curso, trabalhos voluntários. “É importante colocar também as características pessoais, isto é, habilidades como comunicativo e organizado.”
Estudantes universitários devem citar os projetos acadêmicos dos quais participa ou participou, ressalta Ricardo.

O que pôr no “objetivo profissional”
Quem está à procura do primeiro emprego já deve ter em mente o que deseja para sua carreira. “Colocar que pretende adquirir conhecimento em determinada área que se identifica e gosta, afinal é preciso buscar uma profissão na qual se tem habilidade e prazer em atuar”, diz Caio Infante, da Fellipelli.
O objetivo profissional precisa estar em destaque no currículo para facilitar a busca do recrutador na hora de selecionar candidatos. “O objetivo é uma área de atuação e não um cargo”, explica Ricardo Fera, especialista em RH. Exemplos: área comercial; área de atendimento ao público, área de T.I.

Como espalhar o currículo
As opções são diversas. A própria internet, desde que utilizada com cuidado, é uma ferramenta rica e acessível para enviar currículo. Procure sites de emprego confiáveis ou cadastre-se nos portais das próprias empresas, na seção “Trabalhe conosco”, recomendam especialistas. Outras alternativas são as consultorias de recursos humanos ou agências especializadas.
“Procure informações sobre a empresa antes de enviar seu currículo. Se você é contra a violência, não o envie para uma fábrica de armas”, orienta Ricardo Fera.

Qual roupa vestir na entrevista de emprego
O ideal é usar trajes formais e em tons mais sóbrios. “Mesmo empresas que adotam em seu dia a dia vestimentas informais consideram as formais corretas”, diz Caio Infante, da Fellipelli.

O especialista em RH Ricardo Fera recomenda o uso de traje escuro da cintura para baixo e claro da cintura para cima. “Se os profissionais do cargo pretendido usar terno poderão vestir-se assim. Já se é para função na qual se usa uniforme, não vá de terno à entrevista.”

>> Evite: gorros, minissaias, camisetas, sapatos muito gastos, roupas muito estampadas ou brilhantes, largas ou apertadas demais. Jamais use tênis, sandálias ou sapatos muito abertos na entrevista de emprego. Cuidado para não se apresentar com as roupas amassadas ou suadas. Excessos de maquiagem e perfumes são reprovados.

Como se comportar e o que responder na entrevista
Chegue ao local da entrevista com 20 minutos de antecedência. Se não puder comparecer, ligue desmarcando algumas horas antes. Ao entrar na sala, sente-se de maneira confortável, sem excessos. Não coloque suas coisas na mesa do entrevistador; coloque-as em cima das pernas ou no chão.

“Responda as perguntas de maneira clara e objetiva, evitando que elas sejam curtas ou longas demais. Se não souber responder a algum questionamento seja sincero, não fique inventando. Trate o entrevistador de maneira formal, olhe-o e ouça-o com atenção”, ensina Caio Infante. Ele recomenda ainda levar o currículo impresso e atualizado no dia da entrevista.

“Lembrando que a empresa está contratando a sua força de trabalho e solução, e não os seus problemas e vida pessoal”, diz Ricardo Fera. “Por isso tenha prontas as respostas para as seguintes perguntas: Por que devo contratar você?; Como poderia ser útil à empresa contratante?”, ressalta o especialista.



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Por: Rômulo Martins